Archive for the ‘Discipleship/Discipulado’ Category

Mais do que um conceito, um entendimento prático bem assente num solo comum entre um daqueles abençoados que Deus me tem dado para discipular (que privilégio!) e eu, é a necessidade da morte diária de si mesmo.
O presente artigo, que não é da minha autoria, trás mais luz ao responder uma pergunta relacionada ao assunto. Fui bastante edificado e espero que assim seja para si também e que vivamos a Palavra tal como o Mestre ordena.
Ah!! O artigo pertecem ao tão bem conhecido Got Questions Ministries que através da sua página procura servir o Corpo de Cristo [mas, não apenas este] através de respostas a várias perguntas muitas delas abordando temas complexos. Para a versão em Portugues clique aqui.

Pergunta: “O que Jesus queria dizer quando disse,Pegue na sua cruz e siga-me? Mateus 16:24; Marcos 8:34; Lucas 9:23

Resposta: Comecemos com o que Jesus não quis dizer. Muitos interpretam “cruz” como algum fardo que devem carregar nas suas vidas: um relacionamento doloroso, um emprego ingrato, ou uma enfermidade, etc. Com uma autopiedade orgulhosa dizem, “Essa é a minha cruz que devo carregar.” Na verdade, tal interpretação não é o que Jesus quis dizer quando disse, “Pegue a sua cruz e siga-me.”

Na altura em que Jesus carregou a sua cruz até Gólgota para a crucificação, ninguém pensava na cruz como um símbolo de fardo que deve ser carregado. Para alguém do primeiro século, a cruz tinha apenas um único significado: morte através dos meios mais dolorosos e humilhantes que a humanidade jamais terá inventado.

Dois mil anos depois, os cristãos interpretam a cruz como um símbolo honroso para redenção, perdão, graça e amor. No entanto, nos dias de Jesus a cruz representava nada mais senão uma morte tortuosa. Tendo em conta que os Romanos [então império dominador] obrigavam criminosos sentenciados a carregar as suas cruzes até ao lugar da crucificação; levar uma cruz significava carregar o meio pelo qual a sua própria morte aconteceria enquanto enfrentava a humilhação ao longo do caminho até a morte.

Consequentemente, “Pegue a sua cruz e siga-me“significa estar disposto a morrer a fim de seguir a Jesus. A isto chama-se “morrer por si mesmo.” É um chamado para total rendição. Todas as vezes que Jesus ordenou o carregar da cruz, também disse: “Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?Lucas 9:24,25 (APF). No entanto, apesar de ser um chamado difícil, a recompensa é incomparável.

Onde quer que Jesus fosse, uma grande multidão o seguia. Apesar dela muitas vezes achar que Jesus era o Messias, a sua visão a respeito de quem realmente era o Messias – e o que o Messias faria – era distorcida. Eles pensavam que o Messias viria para restaurar o reino. Acreditavam que os libertaria da opressão imposta pelos seus colonizadores Romanos. Os discípulos de Cristo, por sua vez, achavam que o Reino chegaria em breve (Lucas 19:11). Quando Jesus começou a revelar que a sua morte seria orquestrada pelos líderes dos Judeus e autoridades gentílicas (Lucas 9:22), a Sua popularidade diminuiu. Muitos dos seus seguidores, estavam chocados com tais afirmações e por conseguinte deixaram de segui-lo. Na realidade, eles eram incapazes de renunciar os seus próprios ideais, planos ou objectivos em troca aos de Jesus.

Seguir a Jesus quando não há problemas é bastante fácil; é durante as provações que o nosso comprometimento para com Cristo é revelado. Jesus assegurou-nos que sendo seus seguidores teríamos provações (João 16:33), que ser seu discípulo exigíria de nós sacrifício, e Ele nunca escondeu tal custo.

Lucas 9:57-62 descreve três homens que parecem estar determinados a seguir a Jesus. Porém, quando Jesus os questiona profundamente, descobre-se que apesar do desejo demonstrado não havia compromentimento por parte deles. Eles não consideravam o custo em ser seguidor Jesus pois nenhum deles estava disposto a carregar a sua cruz e crucificar os seus interesses pessoais. Consequentemente, Jesus os leva a uma mudança de opinião, mostrando-lhes o que realmente está em jogo. As palavras de Jesus diferem em grande plano a apresentação comum do Evangelho. Quantos responderiam a um apelo do tipo, “Venha, siga a Jesus, poderá perder amigos, familiares, reputação, carreira, e provavelmente própria vida”? O número de falsas conversões tería decrescido tragicamente! No entanto, é exactamente deste chamado que Jesus se referia quando disse, “Tome a sua cruz e siga-Me.”

Caso queira saber se está pronto(a) para carregar a sua cruz, considere as seguintes questões:

  • Está disposto(a) a seguir a Jesus se isto implicar em perder alguns dos seus melhores amigos?
  • Está disposta(o) a seguir a Jesus mesmo que isto implique em separar-se da sua família?
  • Está disposto(a) a seguir a Jesus sabendo que tal decisão pode implicar a perca da sua reputação?
  • Está disposta(o) a seguir a Jesus se tiver que perder o seu emprego por causa desta decisão?
  • Estaria disposto(a) a seguir a Jesus se isto implicasse perder a sua vida?

Em certos paises essas implicações são realidades que os cristãos locais enfrentam. Repara porém na forma como as questões são colocadas, “Está disposto(a)?” Seguir a Jesus nao significa necessariamente que todas essas coisas hão-de acontecer na sua vida, mas está disposta(a) a carregar a sua cruz? Se chegar algum momento na sua vida em que tem de escolher entre Jesus e os confortos desta vida – o que escolheria?

Estar comprometido com Cristo significa carregar a sua cruz diariamente, abrir mão dos seus sonhos, das suas posses, até mesmo a sua própria vida caso sea necessário por causa de Cristo. Só é digno de ser chamado discípulo de Cristo aquele que voluntariamente carrega a sua cruz (Lucas 14:27). A recompensa pelo preço é bastante alta. Jesus inclui no seu chamado para a morte de si mesmo (“Pegue na sua cruz e siga-me”) o dom da vida em Cristo: “Aquele que quer salvar a sua vida, acaba por perdê-la; mas aquele que perder a vida pr minha causa, esse é que a encontra” (Mateus 16:25,26).

Em Cristo,

El Predicador

Fonte: Got Questions Ministries, What did Jesus mean when He said, “Take up your cross and follow Me”?

 

Advertisements

Saudações.

Neste relatório eu vou escrever as lições que aprendi através da leitura do livro acima descrito e alguns comentários relacionados ou mesmo até o que eu esperava que acontecesse.

Prefiro usar alguns sinais para fazê-lo entender  a minha descrição em determinado momento, por exemplo:

*Descreve as “Lições” aprendidas.

– : Descreve “Comentários”

#: Refere-se a “O que eu esperava que acontecesse”

 Introdução

Percebo que o autor para aumentar a minha criatividade quis criar um cenário que favorecesse a minha imaginação por isso mistura a prosa, poesia com a forma como a Bíblia apresenta o acontecimento.

*Aprendo que nem sempre quando eu sofro é porque eu fiz alguma coisa para merecer tal sofrimento, as vezes é a vontade de Deus pra me moldar, testar enfim, Ele tem suas razões, mas nem sempre o meu eu leva-me a entender isso.

Deus não trabalha com a “lei da retribuição” – esta lei é parecida com o ditado “a que se faz, a que se paga” pois se assim fosse eu não estaria viva hoje, seria consumida já há muito tempo!!

– Job me ensina um padrão de vida, pois ele além de ser íntegro, justo, ele não preocupava-se só consigo mesmo, mas também com sua família, tanto é que intercedia por eles e oferecia holocaustos pelos pecados de seus filhos (Job 1:5),

*Bom, no livro tem uma parte que diz: que Job tinha as bênçãos de Deus, isto é, filhos, riqueza, muitos animais… tal como diz em Deuteronómio28:2-4, mas chega aquela parte da história em que Job perde tudo isso, logo, o que o leva a pensar? Que já não tem as bençãos do Senhor, logo, tem a ira do Senhor, mas na realidade não era isso que se passava. Com essa parte, consigo perceber que nem tudo que parece é! Fácil é dizer isso mas o que eu acho mesmo complicado é perceber. Porque Job não sabia o que se passava nos “bastidores“ muito menos eu saberei no meu momento(na minha vez)…

-Uau só depois desta leitura, eu consegui verdadeiramente imaginar um pouquinho da dor que Job sentia, que tempo mais que difícil ele passou, mas se Deus permitiu é porque sabia que ele iria aguentar!

*Com a conversa entre Job e os seus amigos quando ele entrou em desespero, eu percebo a cautela que devo ter ao falar de Deus para alguém, eles julgavam com certeza que Deus trabalhava com a lei da retribuição, que tinha alguém certo e alguém errado nesta história, e como sabiam que Deus era/é perfeito o errado aqui só pode ser o Job, por mais que Job se defendesse eles insistiam nisso, e um deles falava coisas sobre Deus que estavam erradas, estava equivocado seu entendimento, e Deus disse no final da história: ele não disse de mim o que era certo, daí a cautela que devo ter ao falar de Deus, poderei desviar alguém com isso(ou não).

*O sofrimento amargo de Jó leva-o a uma posição além do simples lamento, uma posição em que parece que ele enfrenta a Deus pelo facto de estar sofrendo sendo inocente, é aí onde devo ter cuidado. Ok, estou sofrendo mas independentemente de tudo devo lembrar que Deus é meu Senhor, e que nunca falha!! Por isso, respeito acima de tudo.

Por isso, Deus vem falar com Job, e leva-o a olhar o mundo com outros olhos, num outro prisma, leva-o a ver quem realmente é Deus, e principalmente põe Job no seu lugar e o mais incrível é que foi através de perguntas retóricas!!!

#Sinceramente eu esperava que Deus viesse e passasse a sua mão na cabeça de Job e desvendasse o segredo, entendendo seu comportamento mas, Deus como sempre me surpreende e faz diferente e melhor, talvez se tivesse passado a mão, numa outra ocasião Job poderia repetir o erro (talvez por não tê-lo percebido), ou mesmo eu poderia fazê-lo, vendo o exemplo de Job, mas Deus corta o mal pela raiz e devolve cada personagem com seu papel e limites!

E por fim, Deus mostra a eles que estava tudo sob controle e usa as pessoas, familiares distantes de Job para abençoar a ele, devolvendo sete vezes mais aquilo que Job tinha.

Conclusão

Bom, concluindo quero agradecer pelo livro achei-o bem interessante e com uma estrutura bem diferente e entusiamante, levou-me a desenvolver meu senso criativo(que é muito pequeno). Despertando-me a curiosidade/vontade de ler o livro de Job.

Abraços!

Luzala B. Mayassi – Hikari (Luz)ª

O e-book “Perguntas de quem sofre”, pode ser baixado legal e gratuitamente clicando aqui.

ª A Luzala B. Mayassi – Hikari vive no lado oposto do Atlântico e é minha liderada. Tenho aprendido muito com a sua fome por Deus que está em constante crescimento. Temos partilhado bons momentos no “Rasgar o coração” (discipulado online) e em outras plataformas.

De acordo com a minha leitura percebi a partir da primeira parte do livro, na qual constam seis capitulos, a diferença entre ser seguidor e fã, ou seja, aspectos relacionados aos dois grupos através de determinadas situações e descrevendo a atitude de um seguidor e de um fã diante da situação em causa.

Ser fã é admirar alguém ou alguma coisa sem ter contacto fisico e Ser seguidor é seguir alguém , tentar ser igual a essa pessoa em suas atitudes e comportamentos.

Características de um fã e de um seguidor

– Para o fã, enquanto está tudo bem com o seu admirador – este será sempre uma boa pessoa até descobrir algo vergonhoso sobre o mesmo e passa a ser a pior pessoa.

“Isso ja aconteceu comigo, eu admirava muito alguém e tinha-o como exemplo mas, no pequeno erro que cometeu eu me decepcionei e foi muito dificil voltar a ter o mesmo relacionamento”

– Ser fã é ser um admirador por um tempo determinado.

– Ser seguidor exige algo de mim mas, ser fã não exige nada.

Muitas vezes me considerei seguidora mas não conseguia expressar realmente o que eu era. No meu ponto de vista o que leva a crer que somos seguidores é o simples facto de irmos a igreja, fazermos parte de um grupo, e innclusive sermos lideres de um departamento na igreja (simples funções ou cargos nos levam a pensar que somos seguidores de Jesus, o que não é verdade).

Aprendi que ser seguidora de Jesus é um compromisso que precisa ser renovado diariamente, porque a partir do momento que assumo um compromisso com Jesus, o meu desejo é que seja um mar de rosas mas a Palavra de Deus fala que passarei por aflições, mas Jesus estará comigo para me ajudar em cada uma delas. Preciso entender que na jornada de seguidora de Jesus haverá mudanças em minha vida e sacrifícios de minha parte por mais difícil que sejam. Não tem como ser seguidora sem que Jesus interfira na minha vida. A decisão e o compromisso devem andar juntos. Eu decidi seguir a Jesus e devo me comprometer a segui-LO. Porque se  decidir que vou seguir a Jesus hoje, amanhã posso mudar de idéia (pelo facto de ver alguém que se diz ser cristão e que Deus tem um plano maravilhoso em sua vida porém passa por dificuldades e mesmo assim continua seguindo a Jesus, o que parece loucura mas, acontece).

Eu devo acreditar em Jesus e segui-LO, pois ele definiu um tipo de relação que terei com Ele, e ser fã dele não faz parte dos seus planos para minha vida.

Ao longo da leitura notei algo que ja sabia, a diferença entre ser íntimo e conhecer. Nem todo aquele que conhece alguém é íntimo dessa pessoa mas, todo aquele que é íntimo de alguém conhece-o .

Quando conheço Jesus, conheço-O apenas de ouvir falar, mas quando me torno íntimo é porque houve momentos e experiências juntos. Para que haja intimidade com Jesus é necessario estar disponível em conhecê-LO a cada dia de uma maneira diferente, porque Ele nunca vai agir hoje como agiu ontem.

Algo que eu gostei muito foi o que o Kyle mencionou sobre a mulher prostituta, Jesus estava em um jantar mas, não foi recebido com honra como a mulher o fez, a mulher conhecia Jesus de ouvir falar sobre os seus sermões mas, sabia que tudo que  precisava estava a frente dela e não se importou com o que falariam acerca dela, ela se derramou as pes de Jesus. Isso chama-se intimidade. O seu alvo era Jesus e  simplesmente focou no que queria e conseguiu.

Jesus tem de estar no centro da minha vida, e segui-LO tem de ser algo que devo fazer com amor e prazer sem se importar o que as pessoas vão dizer, o mais importante é o que Jesus vai achar e não a minha reputação diante dos homens.

Bom, sendo seguidora de Jesus, provavelmente estarei sujeita a certas regras e doutrinas estabelecidas na igreja onde estou inserida mas, essas regras não me tornam seguidora e cumpri-las, faz parte da obediência a autoridade instituida por Deus. Essas  regras e doutrinas não devem estar acima do meu relacionamento com Deus. Se eu não me esvaziar e deixar  Ele agir não vou conseguir ser seguidora.

Sempre que eu tentar ser seguidora pelo meu esforço não vou conseguir e estarei sempre frustada e decepcionada porque nada dá certo.

Com ajuda do Espírito Santo posso suportar as cargas ou dificuldades que encontro na minha caminhada.

“ Quando sou seguidora de Jesus a minha vida deve reflectir a minha crença, por isso é que Crer e Seguir devem andar juntos” não basta simplesmente crer ou acreditar tenho que seguir.”

Na segunda e Terceira parte do livro, entendi que Deus tem um propósito p’ra todo aquele que decide segui-Lo.

Mas nessa caminhada haverá momentos dificeis que terei de suportar. A minha decisão em segui-LO vai deixar algumas pessoas decepcionadas e nem todas vão gostar da decisão que tomei.

Ser seguidora de Jesus vai envolver tudo em minha vida começando por renunciar ou negar o meu eu, tomar a minha cruz e seguir  para que Deus tome conta de tudo.

Jesus quer que O siga mas, eu devo tomar esta decisão, por isso é que Deus quando criou o homem  deu-lhe a liberdade de escolha “o livro arbítrio” .

Mas, mesmo assim ainda noto coisas erradas em minha vida, mesmo com as advertências que Deus tem me dado.

E só alguns entendem e aceitam como sua vida pode ser diferente quando seguirem a Jesus.

Jesus me ama e tem o melhor para a minha vida, Ele simplesmente deseja que O siga. Ele tem e me ensina que tipo de relacionamento quer ter comigo. Um relacionamento íntimo, de entrega total, de dependência, e de renúncia.

Existem coisas que só irei  entender quando passar por uma determinada situação, porque enquanto eu não experimentar não vou entende-lo.

“Um seguidor aprende a negar a sua natureza diariamente por amor a Jesus”

Meus Momentos

  • Quando me foi feita a pergunta se era seguidora de Jesus fiquei sem palavras, nervosa não só pelo facto de ter sido o mano René a perguntar mas, pelo facto de não saber que resposta dar logo de primeira. Eu era fã de Jesus e não sabia, eu me identifiquei com algumas coisas no livro, principalmente com as características de um fã acima mencionado.
  • Antes de entregar a minha vida a Jesus eu já gostava de ler a Bíblia mas, não de forma séria, eu era muito “aparecedora” de tal maneira que algum tempo depois comecei a lê-la para mostrar as outras meninas que eu sabia mais de Deus pois achava que quanto mais mostrar que sei, serei respeitada por elas, e só lia para conhecer, era muito curiosa, andava com a minha Bíblia mas, não praticava nada do que eu lia; nunca fui de falar atoa ou ofender e tal mas, era muito e ainda sou crítica em certos aspectos.
  • Quando realmente decidi seguir a Jesus foi muito difícil principalmente pelo ciclo de amizade que tinha pois nem todas eram cristãs compromissadas, e as que se diziam cristãs eram católicas. Quando assumi o meu compromisso eu tive que me afastar um pouco delas porque queria ter um compromisso com Deus , não era apenas uma mera decisão mas, algo muito mais profundo, eu queria mudar de vida (se bem que não havia muita coisa pra mudar) mas, o que mudou foi suficiente para ser seguidora hoje, mesmo com alguns “cai e levanta” mas, estou firme em Deus.
  • Aprendi muito com esse livro. Abriu os meus olhos em vários aspectos, porque definitivamente no princípio da minha conversão eu era fã e simplesmente convencida de que era cristã e não seguidora e cristã convertida…

Hoje eu posso dizer que conheço e sou seguidora de Jesus por ter o seu zoe (vida) em mim e por ter experiências com Ele.

Muito obrigada!!

Valéria Quitini “L’enfant de Dieu”ª

Eu não sou uma fã!

ª A Valéria “Princesa” vive na costa atlântica e temos partihado bons momentos através do discipulado online.

Faleceu na igreja dos negligentes e frios na fé, a dona Reunião de Oração. A mesma esteve enferma desde os primeiros séculos da era cristã. Em vida, foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado.

Os médicos constataram que a sua doença foi motivada pela frieza de coração, devido a falta de circulação da fé. Também foi constatado dureza de joelhos que já não dobravam mais, fraqueza de ânimo e muito falta de vontade.

Foi medicada, porém erroneamente pois foi receitada uma grande dose de “administração de empresa”, mudando’lhe o regime; o xarope de reunióes sociais sufocou-a bastante, e as injenções de competições desportivas que levou, provocaram uma má circulação nas amizades e, provocando ainda outros males da carne, tais como: rivalidades, ciúmes e sobretudo entre os jovens.

Foi-lhe administrado muitos acampamentos e comprimidos de club de campo; até cápsulas de gincana foi-lhe dado para tomar.

Resultado: morreu a Dna Reunião de Oração.

A autópsia revelou falta de elementos nutritivos causada pela ausência de alimentação do pão da vida, desidratação como consequência da carência de água viva e ausência espiritual.

Em sua memória, a igreja dos negligentes situada na Rua do Mundanismo, Nº 666 comunica que estará fechada nos cultos de 4ª e 5ª feiras. Aos domingos haverá escola dominical ou culto principal apenas pela manhã mesmo quando não houver feriados, o que será emendado com o lazer nas sextas e segunda feiras e, mais vígilias não fazem parte dos planos.

Respeitosamente,

Quinta feira, 24 de Dezembro de 2009, às 12:33

D. A.

El Predicador

Recebido via web.

42 And they devoted themselves to the apostles’ teaching and the fellowship, to the breaking of bread and the prayers. 43 And awe came upon every soul, and many wonders and signs were being done through the apostles. 44 And all who believed were together and had all things in common. 45 And they were selling their possessions and belongings and distributing the proceeds to all, as any had need. 46 And day by day, attending the temple together and breaking bread in their homes, they received their food with glad and generous hearts, 47 praising God and having favor with all the people. And the Lord added to their number day by day those who were being saved. Acts 2:42-47 (ESV)

On April 16th, 1963 Martin Luther King Jr. in his “Letter from Birmingham Jail” presented the early Christians as people convicted to be “a colony of heaven” and had to obey God rather than man. They were small in number but big in commitment… a God-intoxicated people.

As I was listening to this great audiobook by Mission Audio and read by Dion Graham, I began thinking of the early Church. So, I just want to share here some few lessons I learned from my reflection on their commitment to the Lord.

The book of Acts introduces us the early Christians, a small number of Christians at the beginning whose life impacted other people’s lives and, undoubtedly, we’re also a result of their commitment to the Lord.

What exactly is commitment?

According to the Concise Oxford English Dictionary (2002), it is the state or quality of being dedicated to a cause or policy; an engagement or obligation that restricts freedom of action.

These Christians were committed:

  • To God in all: God deserved all the glory in their lives and through their lives. Galatians 2:20.
  • To heaven’s principles just as MLK defines them “a colony of heaven”; sojourners on earth, 1 Peter 2:11 and citizens of Heaven, Philippians 3:20.
  • To the Word of God (they were hungry for the Word of God): “they devoted themselves to the apostles’ teaching… and day by day, attending the temple together…” Acts 2:42,46
  • In prayer: “they devoted themselves… prayers.” Acts 2:42
  • In the fear of the Lord: “and awe came upon every soul…” Acts 2:43
  • In love and unity: “…all were together…things in common… attending the temple together…” Acts 2:44-46
  • With glad and generous hearts:… they received their food with glad and generous hearts.” Acts 2:46
  • In praising God despite the persecution: “praising God…” Acts 2:47

We’ve to be honest in recognizing the huge difference between these Christians and the modern church.

Small in number tells me about the country where I’m based, no more than 2% of Christians live here, we still have to strengthen the second part, big in commitment. However, this big in commitment is still a problem even for those countries with a large number of Christians specially nowadays when apostasy, heresies, atheism, etc. are increasing.

Let’s follow these brothers and commit ourselves to the Lord.

Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo”, Act.20.24

É mais fácil servir a Deus sem uma visão e sem um chamado específico porque assim nunca nos preocupamos com o que Deus pede de nós; o bom-senso, revestido por uma camada de sentimentalismo cristão, será então o nosso guia. Seremos mais prósperos, mais bem-sucedidos e sentir-nos-emos mais tranquilos, se nunca nos apercebermos de qual é, especificamente para nós, o chamado de Deus. Mas, ao recebermos uma ordem de Jesus Cristo, a lembrança daquilo que Deus quer será sempre um factor de perturbação contínua em forma de aguilhão dentro de nós; nunca mais teremos porque trabalhar baseados apenas no bom-senso.
O que é que eu considero realmente precioso? Se ainda não fui totalmente conquistado por Jesus Cristo, então considerarei precioso meu serviço, considerarei precioso todo meu tempo dedicado a Deus, considerarei preciosa a minha própria vida. Paulo diz que considerava sua vida preciosa apenas para cumprir o ministério que recebera de Cristo; recusava-se a usar sua energia em qualquer outra coisa. Em Actos 20.24 vemos mesmo uma indiferença e uma sublime irritação de Paulo, quando lhe pedem que se considere a si mesmo um pouco; ele era totalmente indiferente a qualquer consideração que não fosse a do cumprimento daquele ministério que lhe havia sido incumbido. O serviço cristão pode ser tornado num concorrente à nossa total dedicação a Deus, porque baseia-se neste argumento: “Lembre-se de como será útil aqui”; ou “Pense no quanto será valioso nesta obra”. Essa atitude, ao invés de considerar Jesus Cristo o Guia, aquele que nos deve indicar para onde devemos ir, obedece a um critério sobre onde seremos mais úteis. Nunca o tome em consideração, mesmo se você é útil ou não; procure, isso sim, estar sempre consciente de que já não se pertence a si mesmo, mas antes a ele em definitivo.

Oswald Chambers

Meditações de Oswald Chambers


Por John Stott

1.
Prat_09_12_14_Capa_PEBO propósito da Bíblia não é científico. Isso não significa que o ensino da Escritura e o da ciência estejam de alguma forma em conflito um com o outro, pois ao mantermos cada um em sua própria esfera e discernirmos o que cada um está afirmando, eles não estão em conflito. De fato, se o Deus da verdade é autor de ambas, não poderiam estar. Também não quer dizer que as duas esferas nunca se sobreponham e que nada que a Bíblia diga tenha qualquer relevância científica, pois a Bíblia contém proposições que podem ser (e em muitos casos têm sido) comprovadas cientificamente. Por exemplo, nela está registrada uma série de fatos históricos, como Nabucodonosor, rei de Babilônia, ter cercado, ocupado e quase destruído Jerusalém e Jesus de Nazaré ter nascido quando Augusto era o imperador de Roma. O que estou afirmando é que, embora possa conter dados científicos, o propósito da Bíblia não é científico.

A ciência (pelo menos a ciência natural) é um corpo de conhecimento laboriosamente adquirido pela observação, experimentação e indução. O propósito de Deus na Escritura, entretanto, foi revelar verdades que não podem ser descobertas por esse método (chamado pelos cientistas de método empírico), coisas que teriam permanecido desconhecidas e encobertas se ele não as tivesse revelado. Por exemplo, a ciência pode ser capaz de dizer alguma coisa sobre nossa origem material (embora até mesmo essa permaneça uma questão aberta); apenas a Bíblia revela nossa natureza, tanto nossa nobreza única na qualidade de criaturas feitas à imagem do Criador quanto nosso estado de degradação como pecadores egoístas revoltados contra nosso Criador.

2.
O propósito da Bíblia não é literário. Há alguns anos foi publicado um livro intitulado The Bible Designed to be Read as Literature. É uma edição primorosa. A disposição tradicional em versículos foi abandonada, e a diagramação indicava claramente o que era poesia e o que era prosa. Tudo isso ajuda. Além disso, ninguém, quaisquer que sejam suas crenças ou descrenças, pode negar que a Bíblia contém de fato literatura admirável. Ela fala sobre os grandes temas da vida e do destino humanos e os trata com simplicidade, discernimento e imaginação. Sua tradução do original foi tão boa que em alguns países, como Inglaterra e Alemanha, a Bíblia tornou-se parte da herança literária nacional. No entanto, Deus não planejou a Bíblia como literatura grandiosa. Ela contém fraquezas estilísticas gritantes.

O Novo Testamento foi em grande parte escrito em grego koiné, a linguagem cotidiana do mercado e do trabalho, e muito dele carece de refinamento literário, até mesmo exatidão gramatical. O propósito da Bíblia está em sua mensagem, não em seu estilo.

3.
O propósito da Bíblia não é filosófico. É evidente que a Escritura contém sabedoria profunda – na verdade, a sabedoria de Deus. Todavia, alguns dos grandes temas que os filósofos têm enfrentado não recebem um tratamento exaustivo na Escritura. Vejamos, por exemplo, o grande problema do sofrimento e do mal. Como fenômenos da experiência humana, são figuras proeminentes na Bíblia. Em quase todas as páginas homens e mulheres pecam, homens e mulheres sofrem. Alguma luz é lançada – de forma suprema na cruz – sobre ambas as questões. Mas nenhuma explicação definitiva é oferecida para qualquer um dos dois, tampouco os caminhos de Deus são justificados em relação a eles, em termos aceitáveis pela filosofia humana. Até mesmo no Livro de Jó, que se concentra no problema do sofrimento, Jó por fim humilha-se diante de Deus sem chegar à compreensão da providência divina. Creio que o motivo é o fato de a Bíblia ser simplesmente um livro mais prático do que teórico. Está mais interessada em nos dizer como suportar o sofrimento e vencer o mal do que em filosofar sobre sua origem e propósito.

A Bíblia não é, portanto, basicamente um livro de ciência, nem de literatura, nem de filosofia, mas de salvação.

Com isso, devemos atribuir à palavra salvação o sentido mais amplo possível. A salvação é muito mais do que meramente o perdão dos pecados. Ela inclui o amplo alcance do propósito de Deus de redimir e recuperar a humanidade e, de fato, toda a criação. O que sustentamos a respeito da Bíblia é que ela revela o plano integral de Deus.

Ela começa com a criação, para que possamos saber sobre a semelhança divina em que fomos feitos, as obrigações que repudiamos e as alturas de que caímos. Não somos capazes de entender nem aquilo que somos no pecado nem aquilo que pela graça podemos chegar a ser até que saibamos o que fomos pela criação.

**

Talvez nenhuma outra palavra bíblica tenha sofrido tanto a partir do mau uso e da compreensão equivocada do que é salvação. Alguns de nós, cristãos, somos culpados pela caricatura que se tem apresentado dela ao mundo. Consequentemente, a palavra salvação tem sido para muitos fonte de vergonha ou até mesmo alvo de ridículo. Devemos resgatá-la desse conceito tacanho com o qual a palavra tem sido com frequência degradada. Pois salvação é uma palavra grande e nobre. Salvação é liberdade. Sim, e também renovação; em última instância, a renovação do universo inteiro.

 

Nota: este artigo é um trecho do lançamento da Ultimato: Para Entender a Bíblia, de John Stott. Foi extraído da página da Ultimato Jovem: http://ultimato.com.br/sites/jovem/2014/12/10/o-que-a-biblia-nao-e/?__akacao=2207066&__akcnt=49530be6&__akvkey=c3ee&utm_source=akna&utm_
medium=email&utm_campaign=Ultimato+Jovem+%2376.

A rigorous attempt to answer the problem of the fate of the unevangelized and the challenge of religious pluralism.

Introduction

I recently spoke at a major Canadian university on the existence of God. After my talk, one slightly irate co-ed wrote on her comment card, “I was with you until you got to the stuff about Jesus. God is not the Christian God!”

This attitude is pervasive in Western culture today. Most people are happy to agree that God exists; but in our pluralistic society it has become politically incorrect to claim that God has revealed Himself decisively in Jesus.

And yet this is exactly what the New Testament clearly teaches. Take the letters of the apostle Paul, for example. He invites his Gentile converts to recall their pre-Christian days: “Remember that at that time you were separated from Christ, aliens to the commonwealth of Israel and strangers to the covenants of promise, having no hope and without God in the world” (Eph 2.12). It is the burden of the opening chapters of his letter to the Romans to show that this desolate condition is the general situation of mankind. Paul explains that God’s power and deity are made known through the created order around us, so that men are without excuse (1.20), and that God has written His moral law upon all men’s hearts, so that they are morally responsible before Him (2.15). Although God offers eternal life to all who will respond in an appropriate way to God’s general revelation in nature and conscience (2.7), the sad fact is that rather than worship and serve their Creator, people ignore God and flout His moral law (1.21-32). The conclusion: All men are under the power of sin (3.9-12). Worse, Paul goes on to explain that no one can redeem himself by means of righteous living (3.19-20). Fortunately, however, God has provided a means of escape: Jesus Christ has died for the sins of mankind, thereby satisfying the demands of God’s justice and enabling reconciliation with God (3.21-6). By means of his atoning death salvation is made available as a gift to be received by faith.

The logic of the New Testament is clear: The universality of sin and uniqueness of Christ’s atoning death entail that there is no salvation apart from Christ. As the apostles proclaimed, “There is salvation in no one else, for there is no other name under heaven given among men by which we must be saved” (Acts 4.12).

This particularistic doctrine was just as scandalous in the polytheistic world of the Roman Empire as in contemporary Western culture. Early Christians were therefore often subjected to severe persecution, torture, and death because of their refusal to embrace a pluralistic approach to religions. In time, however, as Christianity grew to supplant the religions of Greece and Rome and became the official religion of the Roman Empire, the scandal receded. Indeed, for medieval thinkers like Augustine and Aquinas, one of the marks of the true Church was its catholicity, that is, its universality. To them it seemed incredible that the great edifice of the Christian Church, filling all of civilization, should be founded on a falsehood.

The demise of this doctrine came with the so-called “Expansion of Europe,” which refers to the three centuries of exploration and discovery from about 1450 until 1750. Through the travels and voyages of men like Marco Polo, Christopher Columbus, and Ferdinand Magellan, new civilizations and whole new worlds were discovered which knew nothing of the Christian faith. The realization that much of the world lay outside the bounds of Christianity had a two-fold impact upon people’s religious thinking. First, it tended to relativize religious beliefs. It was seen that far from being the universal religion of mankind, Christianity was largely confined to Western Europe, a corner of the globe. No particular religion, it seemed, could make a claim to universal validity; each society seemed to have its own religion suited to its peculiar needs. Second, it made Christianity’s claim to be the only way of salvation seem narrow and cruel. Enlightenment rationalists like Voltaire taunted the Christians of his day with the prospect of millions of Chinamen doomed to hell for not having believed in Christ, when they had not so much as even heard of Christ. In our own day, the influx into Western nations of immigrants from former colonies and the advances in telecommunications which have served to shrink the world to a global village have heightened our awareness of the religious diversity of mankind. As a result religious pluralism has today become once again the conventional wisdom.

The Problem Posed by Religious Diversity

But what, exactly, is the problem supposed to be which is posed by mankind’s religious diversity? And for whom is this supposed to be a problem? When one reads the literature on this issue, the recurring challenge seems to be laid at the doorstep of the Christian particularist. The phenomenon of religious diversity is taken to imply the truth of pluralism, and the main debate then proceeds to the question of which form of pluralism is the most plausible. But why think that Christian particularism is untenable in the face of religious diversity? What exactly seems to be the problem?

When one examines the arguments on behalf of pluralism, one finds many of them to be almost textbook examples of logical fallacies. For example, it is frequently asserted that it is arrogant and immoral to hold to any doctrine of religious particularism because one must then regard all persons who disagree with one’s own religion as mistaken. This appears to be a textbook example of the logical fallacy known as argument ad hominem, which is trying to invalidate a position by attacking the character of those who hold to it. This is a fallacy because the truth of a position is independent of the moral qualities of those who believe it. Even if all Christian particularists were arrogant and immoral, that would do nothing to prove that their view is false. Not only that, but why think that arrogance and immorality are necessary conditions of being a particularist. Suppose I’ve done all I can to discover the religious truth about reality and I’m convinced that Christianity is true and so I humbly embrace Christian faith as an undeserved gift of God. Am I therefore arrogant and immoral for believing what I sincerely think is true? Finally, and even more fundamentally, this objection is a double-edged sword. For the pluralist also believes that his view is right and that all those adherents to particularistic religious traditions are wrong. Therefore, if holding to a view which many others disagree with means you’re arrogant and immoral, then the pluralist himself would be convicted of arrogance and immorality.

Or to give another example, it is frequently alleged that Christian particularism cannot be correct because religious beliefs are culturally relative. For example, if a Christian believer had been born in Pakistan, he would likely have been a Muslim. Therefore his belief in Christianity is untrue or unjustified. But this again seems to be a textbook example of what is called the genetic fallacy. This is trying to invalidate a position by criticizing the way a person came to hold that position. The fact that your beliefs depend upon where and when you were born has no relevance to the truth of those beliefs. If you had been born in ancient Greece, you would probably have believed that the sun orbits the Earth. Does that imply that your belief that the Earth orbits the sun is therefore false or unjustified? Evidently not! And once again, the pluralist pulls the rug from beneath his own feet: for had the pluralist been born in Pakistan, then he would likely have been a religious particularist. Thus, on his own analysis his pluralism is merely the product of his being born in late twentieth century Western society and is therefore false or unjustified.

Thus, some of the arguments against Christian particularism frequently found in the literature are pretty unimpressive. These aren’t really the problem. Nevertheless, I find that when these objections are answered by defenders of Christian particularism, then the real issue does tends to emerge. That issue, I find, concerns the fate of unbelievers outside one’s own particular religious tradition. Christian particularism consigns such persons to hell, which pluralists take to be unconscionable.

But what exactly is the problem here supposed to be? What is the difficulty with holding that salvation is available only through Christ? Is it supposed to be simply the allegation that a loving God would not send people to hell? I don’t think so. The Bible says that God wills the salvation of every human being. “The Lord is not willing that any should perish but that all should reach repentance” (2 Pet. 3.9). Or again, “He desires all men to be saved and to come to a knowledge of the truth” (1 Tim. 2.4). So God speaks through the prophet Ezekiel:

‘Have I any pleasure in the death of the wicked?,’ says the Lord God, ‘And not rather that he should turn from his way and live? For I have no pleasure in the death of anyone,’ says the Lord God. ‘So turn and live! Say to them, “As I live,” says the Lord God, “I have no pleasure in the death of the wicked, but that the wicked turn from his way and live. Turn back, turn back from your evil ways. For why will you die?”‘ (Ez. 18.23,32; 33.11).
Here God literally pleads with people to turn back from their self-destructive course of action and be saved. Thus, in a sense, the biblical God does not send any person to hell. His desire is that everyone be saved, and He seeks to draw all persons to Himself. If we make a free and well-informed decision to reject Christ’s sacrifice for our sin, then God has no choice but to give us what we deserve. God will not send us to hell—but we shall send ourselves. Our eternal destiny thus lies in our own hands. It is a matter of our free choice where we shall spend eternity. The lost, therefore, are self-condemned; they separate themselves from God despite God’s will and every effort to save them, and God grieves over their loss.

Now the pluralist might admit that given human freedom God cannot guarantee that everyone will be saved. Some people might freely condemn themselves by rejecting God’s offer of salvation. But, he might argue, it would be unjust of God to condemn such people forever. For even terrible sins like those of the Nazi torturers in the death camps still deserve only a finite punishment. Therefore, at most hell could be a sort of purgatory, lasting an appropriate length of time for each person before that person is released and admitted into heaven. Eventually hell would be emptied and heaven filled. Thus, ironically, hell is incompatible, not with God’s love, but with His justice. The objection charges that God is unjust because the punishment does not fit the crime.

But, again, this doesn’t seem to me to be the real problem. For the objection seems flawed in at least two ways:

(1) The objection equivocates between every sin which we commit and all the sins which we commit. We could agree that every individual sin which a person commits deserves only a finite punishment. But it does not follow from this that all of a person’s sins taken together as a whole deserve only a finite punishment. If a person commits an infinite number of sins, then the sum total of all such sins deserves infinite punishment. Now, of course, nobody commits an infinite number of sins in the earthly life. But what about in the afterlife? Insofar as the inhabitants of hell continue to hate God and reject Him, they continue to sin and so accrue to themselves more guilt and more punishment. In a real sense, then, hell is self-perpetuating. In such a case, every sin has a finite punishment, but because sinning goes on forever, so does the punishment.

(2) Why think that every sin does have only a finite punishment? We could agree that sins like theft, lying, adultery, and so forth, are only of finite consequence and so only deserve a finite punishment. But, in a sense, these sins are not what separates someone from God. For Christ has died for those sins; the penalty for those sins has been paid. One has only to accept Christ as Savior to be completely free and clean of those sins. But the refusal to accept Christ and his sacrifice seems to be a sin of a different order altogether. For this sin repudiates God’s provision for sin and so decisively separates one from God and His salvation. To reject Christ is to reject God Himself. And in light of who God is, this is a sin of infinite gravity and proportion and therefore plausibly deserves infinite punishment. We should not, therefore, think of hell primarily as punishment for the array of sins of finite consequence which we have committed, but as the just penalty for a sin of infinite consequence, namely the rejection of God Himself.

But perhaps the problem is perhaps supposed to be that a loving God would not send people to hell because they were uninformed or misinformed about Christ. Again, this doesn’t seem to me to be the heart of the problem. For according to the Bible, God does not judge people who have never heard of Christ on the basis of whether they have placed their faith in Christ. Rather God judges them on the basis of light of God’s general revelation in nature and conscience that they do have. The offer of Romans 2.7 “to those who by patience in well-doing seek for glory and honor and immortality, He will give eternal life” is a bona fide offer of salvation. This is not to say that people can be saved apart from Christ. Rather it is to say that the benefits of Christ’s atoning death could be applied to people without their conscious knowledge of Christ. Such persons would be similar to certain people mentioned in the Old Testament like Job and Melchizedek, who had no conscious knowledge of Christ and were not even members of the covenant family of Israel and yet clearly enjoyed a personal relationship with God. Similarly, there could be modern-day Jobs living among that percentage of the world’s population which has yet to hear the Gospel of Christ.

Unfortunately, the testimony of the New Testament, as we have seen, is that people do not generally measure up even to these much lower standards of general revelation. So there are little grounds for optimism about there being many, if any at all, who will actually be saved through their response to general revelation alone. Nonetheless, the point remains that salvation is universally accessible for anyone who never hears the Gospel through God’s general revelation in nature and conscience. So the problem posed by religious diversity cannot be simply that God would not condemn persons who are uninformed or misinformed about Christ.

Rather it seems to me that the real problem is this: If God is all-knowing, then He knew who would freely receive the Gospel and who would not. But then certain very difficult questions arise:

(i) Why did God not bring the Gospel to people who He knew would accept it if they heard it, even though they reject the light of general revelation that they do have?

To illustrate: imagine a North American Indian living prior to the arrival of Christian missionaries. Let us call him Walking Bear. Let us suppose that as Walking Bear looks up at the heavens at night and sees the beauty of nature around him, he senses that all of this has been made by the Great Spirit. Furthermore, as Walking Bear looks into his own heart, he senses there the moral law, telling him that all men are brothers made by the Great Spirit, and he therefore realizes that we ought to live in love for one another. But suppose that instead of worshipping the Great Spirit and living in love for his fellow-man, Walking Bear ignores the Great Spirit and creates totems of other spirits and that rather than loving his fellow-man he lives in selfishness and cruelty toward others. In such a case Walking Bear would be justly condemned before God on the basis of his failure to respond to God’s general revelation in nature and conscience. But now suppose that if only the missionaries had arrived, then Walking Bear would have believed the Gospel and been saved! In that case his salvation or damnation seems to be the result of bad luck. Through no fault of his own he just happened to be born at a time and place in history when the Gospel was as yet unavailable. His condemnation is just; but would an all-loving God allow people’s eternal destiny to hinge on historical and geographical accident?

(ii) More fundamentally, why did God even create the world, when He knew that so many people would not believe the Gospel and be lost?

(iii) Even more radically, why did God not create a world in which everyone freely believes the Gospel and is saved?

What is the Christian particularist supposed to say in answer to these questions? Does Christianity make God out to be cruel and unloving?

The Problem Analyzed

In order to answer these questions it will be helpful to examine more closely the logical structure of the problem before us. The pluralist seems to be claiming that it is impossible for God to be all-powerful and all-loving and yet for some people to never hear the Gospel and be lost, that is to say , that the following statements are logically inconsistent:

1. God is all-powerful and all-loving.

2. Some people never hear the Gospel and are lost.

But now we need to ask, why think that (1) and (2) are logically incompatible? After all, there is no explicit contradiction between them. But if the pluralist is claiming that (1) and (2) are implicitly contradictory, he must be assuming some hidden premises that would serve to bring out this contradiction and make it explicit. The question is, what are those hidden premises?

I must say that I have never seen in the literature any attempt on the part of religious pluralists to identify those hidden assumptions. But let’s try to help out the pluralist a bit. It seems to me that he must be assuming something like the following:

3. If God is all-powerful, He can create a world in which everybody hears the Gospel and is freely saved.

4. If God is all-loving, He prefers a world in which everybody hears the Gospel and is freely saved.

Since, according to (1), God is both all-powerful and all-loving, it follows that He both can create a world of universal salvation and prefers such a world. Therefore such a world exists, in contradiction to (2).

Now both of the hidden premises must be necessarily true if the logical incompatibility of (1) and (2) is to be demonstrated. So the question is, are these assumptions necessarily true?

Consider (3). It seems uncontroversial that God could create a world in which everybody hears the Gospel. But so long as people are free, there is no guarantee that everybody in such a world would be freely saved. In fact, there is no reason to think that the balance between saved and lost in such a world would be any better than the balance in the actual world! It is possible that in any world of free people which God could create, some people would freely reject His saving grace and be lost. Hence, (3) is not necessarily true, and so the pluralist’s argument is fallacious.

But what about (4)? Is it necessarily true? Let us suppose for the sake of argument that there are possible worlds which are feasible for God in which everyone hears the Gospel and freely accepts it. Does God’s being all-loving compel Him to prefer one of these worlds over a world in which some persons are lost? Not necessarily; for the worlds involving universal salvation might have other, over-riding deficiencies that make them less preferable. For example, suppose that the only worlds in which everybody freely believes the Gospel and is saved are worlds with only a handful of people in them, say, three or four. If God were to create any more people, then at least one of them would have freely rejected His grace and been lost. Must He prefer one of these sparsely populated worlds over a world in which multitudes believe in the Gospel and are saved, even though that implies that other persons freely reject His grace and are lost? This is far from obvious. So long as God gives sufficient grace for salvation to all persons He creates, God seems no less loving for preferring a more populous world, even though that implies that some people would freely resist His every effort to save them and be damned. Thus, the pluralist’s second assumption is also not necessarily true, so that his argument is revealed to be doubly fallacious.

So neither of the pluralist’s assumptions seems to be necessarily true. Unless the pluralist can suggest some other premises, we have no reason to think that (1) and (2) are logically incompatible.

But we can push the argument a notch further. We can show positively that it is entirely possible that God is all-powerful and all-loving and that many persons never hear the Gospel and are lost. All we have to do is find a possibly true statement which is compatible with God’s being all-powerful and all-loving and which entails that some people never hear the Gospel and are lost. Can such a statement be formulated? Let’s see.

As a good and loving God, God wants as many people as possible to be saved and as few as possible to be lost. His goal, then, is to achieve an optimal balance between these, to create no more of the lost than is necessary to attain a certain number of the saved. But it is possible that the actual world (which includes the future as well as the present and past) has such a balance. It is possible that in order to create this many people who will be saved, God also had to create this many people who will be lost. It is possible that had God created a world in which fewer people go to hell, then even fewer people would have gone to heaven. It is possible that in order to achieve a multitude of saints, God had to accept a multitude of sinners.

It might be objected that an all-loving God would not create people who He knew will be lost, but who would have been saved if only they had heard the Gospel. But how do we know there are any such persons? It is reasonable to assume that many people who never hear the Gospel would not have believed the Gospel even if they had heard it. Suppose, then, that God has so providentially ordered the world that all persons who never hear the Gospel are precisely such people. In that case, anybody who never hears the Gospel and is lost would have rejected the Gospel and been lost even if he had heard it. No one could stand before God on the Judgement Day and complain, “All right, God, so I didn’t respond to your general revelation in nature and conscience! But if only I had heard the Gospel, then I would have believed!” For God will say, “No, I knew that even if you had heard the Gospel, you would not have believed it. Therefore, my judgement of you on the basis of nature and conscience is neither unfair nor unloving.”

Thus, it is possible that:

5. God has created a world which has an optimal balance between saved and lost, and those who never hear the Gospel and are lost would not have believed in it even if they had heard it.

So long as (5) is even possibly true, it shows that there is no incompatibility between an all-powerful, all-loving God and some people’s never hearing the Gospel and being lost.

On this basis we are now prepared to offer possible answers to the three difficult questions which prompted this inquiry. To take them in reverse order:

(i) Why did God not create a world in which everyone freely believes the Gospel and is saved?

Answer: It may not be feasible for God to create such a world. If such a world were feasible, God would have created it. But given His will to create free creatures, God had to accept that some would freely reject Him and His every effort to save them and be lost.

(ii) Why did God even create the world, when He knew that so many people would not believe the Gospel and be lost?

Answer: God wanted to share His love and fellowship with created persons. He knew this meant that many would freely reject Him and be lost. But He also knew that many others would freely receive His grace and be saved. The happiness and blessedness of those who would freely embrace His love should not be precluded by those who would freely spurn Him. Persons who would freely reject God and His love should not be allowed, in effect, to hold a sort of veto power over which worlds God is free to create. In His mercy God has providentially ordered the world to achieve an optimal balance between saved and lost by maximizing the number of those who freely accept Him and minimizing the number of those who would not.

(iii) Why did God not bring the Gospel to people who He knew would accept it if they heard it, even though they reject the light of general revelation that they do have?

Answer: There are no such people. God in His providence has so arranged the world that those who would respond to the Gospel if they heard it, do hear it. The sovereign God has so ordered human history that as the Gospel spreads out from first century Palestine, He places people in its path who would believe it if they heard it. Once the Gospel reaches a people, God providentially places there persons who He knew would respond to it if they heard it. In His love and mercy, God ensures that no one who would believe the Gospel if he heard it is born at a time and place in history where he fails to hear it. Those who do not respond to God’s general revelation in nature and conscience and never hear the Gospel would not respond to it if they did hear it. Hence, no one is lost because of historical or geographical accident. Anyone who wants or even would want to be saved will be saved.

These are just possible answers to the questions we posed. But so long as they are even possible, they show that there is no incompatibility between God’s being all-powerful and all-loving and some people’s never hearing the Gospel and being lost. Furthermore, these answers are attractive because they also seem to be quite biblical as well. In his open-air address to the Athenian philosophers gathered on the Areopagus Paul declared:

The God who made the world and everything in it is the Lord of heaven and earth and . . . gives all men life and breath and everything else. From one man He made every nation of men , that they should inhabit the whole earth; and He determined the times set for them and the exact places where they should live. God did this so that men would seek Him and perhaps reach out for Him and find Him, though He is not far from each one of us. For in Him we live and move and have our being (Acts 17.24-27).
This sounds exactly like the conclusions to which I had come through purely philosophical reflection on the question!

Now the pluralist might concede the logical compatibility of God’s being all-powerful and all-loving and some people’s never hearing the Gospel and being lost but insist that these two facts are nonetheless improbable with respect to each other. People by and large seem to believe in the religion of the culture in which they were raised. But in that case, the pluralist might argue, it is highly probable that if many of those who never hear the Gospel had been raised in a Christian culture, they would have believed the Gospel and been saved. Thus, the hypothesis we have offered is highly implausible.

Now it would, indeed, be fantastically improbable that by happenstance alone it just turns out that all those who never hear the Gospel and are lost are persons who would not have believed the Gospel even if they had heard it. But that is not the hypothesis. The hypothesis is that a provident God has so arranged the world. Given a God endowed with knowledge of how every person would freely respond to His grace in whatever circumstances God might place him, it is not at all implausible that God has ordered the world in the way described. Such a world would not look outwardly any different from a world in which the circumstances of a person’s birth are a matter of happenstance. The particularist can agree that people generally adopt the religion of their culture and that if many of those born into non-Christian cultures had been born in a Christian society instead, they would have become nominally or culturally Christian. But that is not to say that they would have been saved. It’s a simple empirical fact that there are no distinguishing psychological or sociological traits between persons who become Christians and persons who do not. There is no way to predict accurately by examining a person whether and under what circumstances that person would believe in Christ for salvation. Since a world providentially ordered by God would appear outwardly identical to a world in which one’s birth is a matter of historical and geographical accident, it is hard to see how the hypothesis I have defended can be deemed to be improbable apart from a demonstration that the existence of a God endowed with such knowledge is implausible. And I know of no such compelling objections.

In conclusion, then, pluralists have not been able to show any logical inconsistency in Christian particularism. On the contrary, we’ve been able to prove that such a position is logically coherent. More than that, I think that such a view is not only possible, but plausible as well. Therefore the fact of mankind’s religious diversity does not undermine the Christian Gospel of salvation through Christ alone.

In fact, for those of us who are Christians, I think that what I’ve said helps to put the proper perspective on Christian missions: it is our duty as Christians to proclaim the Gospel to the whole world, trusting that God has so providentially ordered things that through us the Good News will come to persons who God knew would accept it if they heard it. Our compassion toward those in other world religions is expressed, not in pretending they are not lost without Christ, but by supporting and making every effort ourselves to communicate to them the life-giving message of Christ.

And for those of us who are not yet Christians, you need to ask yourself, am I here today merely by accident? Is it just by chance alone that I have heard this message? Is there no purpose or reason for which I’m here? Or could it be that God in His providence has drawn me here of my own free will to hear the Good News of His love and forgiveness which He extends to me through Christ? If so, then how will I respond? He’s given me an opportunity; will I avail myself of it or will I turn my back on Him once more and shut Him out? The decision is up to you.

by William Lane Craig

Taken from Reasonable Faith website.
Read more on apologetics at: http://www.reasonablefaith.org

Está claro desde o início da parábola o propósito de Jesus em contá-la:
Verso 1: “…para lhes mostrar que deviam orar sempre, sem nunca desanimar.

Não te canses de orar!
Também está claro que Jesus faz uma comparação entre Deus e o injusto juíz no sentido de que Deus é melhor que este último, que apenas atendeu a viúva depois de ver-se incomodado por ela durante muito tempo.
Verso 7: “ Nao fará Deus justiça aos seus escolhidos que chamam por ele dia e noite? Acham que os vai fazer esperar muito?

Algumas diferenças entre Deus e o injusto juíz

 Verso 2: o juíz nao temia a Deus e muito menos tinha respeito por outrem.
 Deus merece ser respeitado pelo homem, no entanto independentemente da sua natureza, Ele respeita a vontade do homem mesmo quando este decide erradamente e escolhe desobedecer ao seu Criador.
 Verso 5: a motivação do juíz em atender a viúva: vou fazer-lhe justiça para que ela não me faça esgotar a paciência.
 Versos 7,8: Deus age no seu tempo e tem prazer em estar ligado ao seu rebanho a quem chama de seus escolhidos.

1. O que é oração?

Uma simples definição: orar é transmitir intencionalmente uma mensagem para Deus.
Nesta mensagem:
a) Podes pedir por algo (suplica) Mateus 7:7
b) Podes louvar ou adorá-LO. Salmo 145:2,3
c) Podes agradecer pelos seus dons e todos os seus actos. Apocalipse 11:17
d) Podes confessar os seus pecados e dizer a Deus que estás arrependido. Salmos 32:5
e) Podes reclamar/lamentar ou queixar-se para com Ele. Salmos 142:1,2
Algumas vezes o nosso coração reclama sobre circunstâncias que Deus nos dá, não obstante não ser a melhor opção, é sempre melhor direcionar conscientemente tais reclamações a Deus do que pensar que Ele não os vê. Agir como se não estivesse a reclamar é hipocrisia, torna-te num falso e uma pessoa superficial no final de tudo.
f) Podes orar a favor de alguém (intercessão). 1 Samuel 12:23; Efésios 1:16

2. Onde ou com quem posso orar?

i) Sozinho. Mateus 6:5,6
ii) Com a sua família (todos os dias). 1 Pedro 3:7
iii) Em pequenos encontros com outros cristãos. Mateus 18:19,20; Actos 4:29-31
iv) Durante os cultos.
v) Em todo o lugar, em qualquer lugar, em qualquer momento clame ao Senhor. 1 Timóteo 2:8

3. Se Deus é omnisciente por que devo orar?

 Porque Deus ordena:
Orai uns pelos outros para que sejam curados. Tiago 5:16
Orai sem cessar. 1 Tessalonicenses 5:17
Orem para que não entreis em tentação. Lucas 22:40
Abençoem quem vos amaldiçoa e orem por aqueles que vos tratam mal. Lucas 6:28
Portanto, devem orar assim: “ Pai nosso que estás nos Céus…” Mateus 6:9

 Porque aumenta a minha alegria. João 16:24
Se a sua alegria em Deus é pouca, pode ser devido a falta de oração. Ore para que a sua alegria seja completa.

 Porque é um privilégio incrível e maravilhoso. Romanos 11:34-36; Tiago 4:2
Nunca passarei uma informação a Deus que Ele ainda não saiba. Ele é Deus.
Deus ordena-nos a transformar as nossas orações em causas reais de eventos reais. O verso de Tiago 4:2 não quer dizer. ‘Obterás de qualquer forma mesmo se não orares uma vez que Deus já tinha um plano e as suas orações não importam.’ ‘Não têm porque não pedem’ significa, a oração produz coisas que não aconteceriam se não houvesse orações. Negligenciar este privilégio-participar no mover de Deus na terra- é uma tolice.

Referências:
– El Predicador, Sermões de um fazedor de tendas, 2013.
– John Piper, Pray Like This: Hallowed Be Your Name. Desiring God Foundation.
30 dez 2007. Disponível em:. Consultado em: jun 2013.

“Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”, João 20.21

Missionário será todo aquele que for enviado por Jesus Cristo, assim como Jesus foi enviado do Pai. A nota dominante de todas as missões não será os problemas dos homens, mas, tudo quanto Jesus Cristo ordenou. A fonte de toda a nossa inspiração no trabalho de Deus está atrás de nós e não à frente. A tendência hoje será colocar a inspiração adiante, juntar todas as coisas diante de nós e fazer com que tudo aconteça de acordo com aquela concepção de sucesso que obcecamos retirar das coisas. No Novo Testamento, a inspiração – o Senhor Jesus – está colocada atrás de nós. O ideal é ser fiel a ele, é desenvolver seus empreendimentos por ele.

A coisa que não pode ser menosprezada nem desprezada, é a dedicação pessoal ao Senhor Jesus e o mesmo se deve poder dizer dos pontos de vista dele sobre todas as coisas. O grande perigo do trabalho missionário é que o chamado de Deus seja ofuscado nos problemas pessoais das pessoas ao ponto de ser a compaixão humana a sobrepor-se totalmente ao facto de termos sido enviados por Jesus Cristo. Os problemas são tão tremendos, as condições deixam-nos por vezes de tal forma perplexos que todas as nossas ideias vacilam e falham por excelência. Esquecemos que o motivo básico de todo empreendimento missionário não é, primeiramente, a elevação social das pessoas, nem a sua educação rígida, nem as suas necessidades básicas, mas, antes e acima de tudo, aquela ordem de Jesus Cristo: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações”, Mat.28:19.

Quando estudamos a vida dos grandes homens e mulheres de Deus, a tendência será para ser dito deles: “Que sabedoria e que discernimento obtiveram! Como compreenderam perfeitamente tudo o que Deus queria deles!” Na verdade, a mente sábia que está por trás de tudo, será a de Deus e nunca a sabedoria de qualquer humano. Creditamos tudo na sabedoria humana quando deveríamos atribuir tudo à orientação divina, a que vem de cima, usando-se de pessoas humildes que foram suficientemente “crianças” para confiar em toda a sabedoria de Deus e na capacitação que vem do alto exclusivamente.

Jose Mateus

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16