Posts Tagged ‘Meditações de Oswald Chambers’

10 De Abril
Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído e não sirvamos o pecado como escravos“, Rom.6.6

Co-crucificação. Já chegou a tomar este tipo de decisão acerca do pecado – que ele deve ser totalmente exterminado em si? Leva muito tempo a chegarmos a tomar esta decisão moral em relação ao nosso pecado, mas, o grande momento de nossa vida é quando decidimos que, assim como Jesus Cristo morreu pêlos pecados do mundo, assim também o pecado deve morrer para mim; não apenas que o pecado seja contido, suprimido ou contrariado, mas antes totalmente crucificado. Ninguém pode levar outro a tomar essa decisão por ele. Podemos estar seriamente convencidos e religiosamente convencidos, mas, o que precisamos fazer é chegar à realidade que Paulo se impôs poder esclarecer aqui.

Aprume-se, passe uma hora a sós com Deus, tome essa decisão e ore: “Senhor, identifica-me com a tua morte até que eu saiba que o pecado que há em mim está morto”. Tome a decisão moral de que o pecado que há em si esteja morto.

Não se tratava de uma expectativa espiritual da parte de Paulo, mas, de realidade factual, duma experiência muito radical e identificada. Estarei disposto a deixar que o Espírito de Deus me sonde até que eu entenda o que é essa disposição sobre todo o pecado – aquilo que milita contra o Espírito de Deus em mim? Depois disso, estarei de acordo com o veredicto de Deus sobre essa disposição do pecado em mim – que deve estar identificado com a morte de Jesus? Não posso considerar-me “morto para o pecado”, Rom.6:11, a menos que tenha passado por essa radical decisão da vontade, diante de Deus. Já desfruto do glorioso privilégio de estar realmente e factualmente crucificado com Cristo, até que nada mais resista em mim, a não ser a vida do próprio Cristo?

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”, Gal.2:20.

Oswald Chambers

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

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31 De Dezembro
“Pois não saíreis apressadamente, nem ireis em fuga; porque o Senhor irá diante de vós, e o Deus de Israel será a vossa retaguarda”, Is.52:12

Seguros contra nosso passado. “Deus pede as contas de tudo quanto passou…”, Ecl.3:15. No fim do ano, olhamos com grande expectativa tudo quanto Deus tem para o nosso futuro, mas, mesmo assim, podemos ficar aprisionados nos dias de ontem. O presente gozo da graça de Deus pode ser reprimido pela recordação dos pecados e falhas e pudores de ontem. Mas, Deus é o Deus do nosso passado e permite que nos lembremos dele a fim de transformá-lo numa lição espiritual para o futuro também. Deus faz-nos lembrar do passado para que não nos resguardemos na segurança superficial do presente momento.

Seguros no amanhã. “Porque o Senhor irá diante de vós”. Esta revelação nasce da misericórdia de Deus, a de que ele nos protegerá, quando não nos protegemos a nós mesmos. Ele vigiará para que certos obstáculos não nos façam recair nas mesmas falhas de sempre, como certamente o fariam se ele não fosse a nossa retaguarda também. A mão de Deus pode estender-se ao passado possibilitando-nos de manter a consciência limpa.

Segurança para hoje. “Porquanto não saíreis apressadamente”. À medida que nos aproximamos do novo ano, não o façamos com a pressa da alegria impetuosa ou da irreflexão impulsiva e contraditória, mas com aquela força paciente da certeza de que o Deus de Israel marchará adiante de nós também. Nosso passado apresenta-nos falhas irreparáveis; é verdade que deixamos passar oportunidades que agora se acham perdidas para sempre, mas, Deus pode transformar essa ansiedade destrutiva numa força construtiva de reflexão para o futuro. Deixe o passado no esquecimento, mas, deixe-o nas mãos de Cristo também.

Entregue a ele o irreparável passado e entre com ele no irresistível futuro adiante.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

30 De Dezembro
Todas as minhas fontes são em ti“, Sal.87.7.

O Senhor nunca remenda nossas virtudes naturais, isto é, as nossas características naturais, anseios ou mesmo qualidades. Ele refaz todo o homem por dentro completamente. “Vos revistais do novo homem”, Ef.4:24; ou seja, faça com que sua vida natural se revista com todos os trajes correspondentes à nova vida. A vida que Deus implanta em nós desenvolve as suas próprias características e virtudes; não as virtudes de Adão, mas, as de Jesus Cristo em nós. Observe que, depois da nossa santificação, Deus faz perecer aquela confiança nas virtudes naturais e em qualquer poder que tenhamos obtido, até que aprendamos apenas e exclusivamente a buscar vida nos reservatórios da vida ressurrecta de Jesus Cristo. Se estiver num processo de passar por uma experiência que produz secura em sua alma, agradeça a Deus por isso.

Um sinal de que Deus está operante dentro de nós é que ele abala nossa confiança em qualquer de todas as nossas virtudes naturais, porque elas não são promessas do que vamos ser, mas, sim, os resquícios da personalidade com que Deus criou cada homem. Agarramo-nos às virtudes naturais, enquanto Deus está tentando colocar-nos apenas em contacto estreito e real com a vida de Jesus Cristo dentro de nós mesmos, que nunca pode ser descrita em termos de virtudes naturais, mas, em termos de vento que não se sabe apreender e agarrar. Não existe nada mais triste do que ver pessoas ao serviço de Deus apoiarem-se em algo que a graça de Deus nunca lhes concedeu a experimentar, ou em algo que elas próprias possam ainda possuir por um acaso da hereditariedade e por mera criação. Deus não aperfeiçoa nem transfigura nossas virtudes naturais, porque elas nunca poderão sequer aproximar-se do que Jesus Cristo deseja de nós. Nem o amor natural, nem a paciência natural, nem uma pureza natural poderão atender a nenhuma das suas exigências. Mas, naquela mesma medida que colocamos cada parcela de nossa vida em harmonia com a nova vida que há Deus dentro de nós, ele manifesta em nós essas mesmas virtudes que foram características principais do Senhor Jesus.

E cada virtude que possuímos, terá de ser exclusivamente dele…

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

 

29 De Dezembro
À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele“, João 6.66.

Quando Deus, através do seu Espírito, aplicando a Palavra, nos dá e fornece uma certa revelação ou manifestação do que ele quer, temos de poder andar à luz dessa visão ainda, 1 João 1:7; nossa mente e alma vibrarão em excesso com isso; mas, se não obedecermos a essa instrução, tornar-nos-emos escravos dum ponto de vista que o Senhor nunca teve e cuja manifestação era apenas o início de algo. Não olhe, depois, para outrem para lhe confirmar: “Se ele pode adoptar essas opiniões e prosperar, por que isso não acontece comigo também?”Você tem que andar à luz da revelação que lhe foi dada, sem se comparar aos outros ou julgá-los porque não o seguem mais; isso fica entre eles e Deus. Sempre que descobrir que há uma colisão entre o que Deus lhe manifestou e um ponto de vista no qual se desvirtua moralmente e lhe traz a dúvida, começarão a surgir em si certas atitudes – um sentido de posse de bens materiais e de direitos pessoais que acha que conseguiu adquirir de Deus, coisas essas a que Jesus Cristo não dava valor. Ele era sempre contra tais coisas pessoalmente e as afrontava como a raiz de tudo o que lhe era oposto. “A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui”, Luc.12:15. Se não estamos convencidos disso, é porque ignoramos as profundezas do ensinamento do Senhor.

Nossa tendência natural será sempre acomodarmo-nos e deleitarmo-nos à sombra das recordações das maravilhosas experiências que tivemos no passado e que já não contam em absoluto por agora – apenas a obediência a elas contará e indicará virtude. Caso exista um único preceito revelado por Deus no Novo Testamento com o qual você não se conforma e não se sente inclinado a cumprir nos seus mais elevados pormenores, isso é o início de apostasia; significa que sua consciência não atende e nunca se submete integralmente à verdade. Você nunca poderá ser o mesmo depois da revelação duma verdade. Aquele momento marcá-lo-á para sempre, para ter como prosseguir como um bom discípulo de Jesus Cristo ou retroceder como desertor infame e obstinado.

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28 de Dezembro

…se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças“,Mat.18:3

Essas palavras do Senhor aplicam-se devidamente à nossa conversão inicial, mas, temos que nos converter continuamente, todos os dias de nossa vida, buscando sempre a Deus até atingirmos a perfeição das crianças. Se confiarmos em nosso entendimento em vez de confiarmos em Deus plenamente, acarretaremos com aquelas gravíssimas consequências pelas quais Deus nos responsabilizará sempre. Sempre que somos colocados em novas condições de provação contínua por coisas trazidas pela providência de Deus, temos que cuidar para que a vida natural se submeta à vida do espírito e obedeça ao Espírito de Deus vivente lá. O facto de já termos feito isso uma vez ou outra, não é prova de que tornaremos a fazê-lo caso suceda a oportunidade de novo. A relação do natural com o espiritual será o de uma conversão para continuar e persistir e é justamente a isso que mais resistimos; há quem queira vencer e submeter-se agora para nunca mais ter de se submeter. Em todas as situações nas quais possamos ainda ser colocados, o Espírito de Deus e a sua salvação permanecem imutáveis dentro de nós, mas, temos que nos revestir “do novo homem”, Ef.4:24. Deus sempre nos responsabilizará tantas quantas vezes nos recusarmos a converter-nos de algo específico. A razão dessa recusa será sempre nossa obstinação e falta de vontade em nos submetermos. Não nos deixemos governar através da vida natural; é Deus quem nos governará continuadamente e sempre – até nas coisas virtuosas.

O grande impedimento existente em nossas vidas espirituais será o facto de não nos dispormos a converter-nos continuadamente; há áreas de obstinação em que o nosso orgulho cerra os punhos diante do trono de Deus e diz: “Não me renderei porque considero que isto não está errado”. Endeusamos a independência e a teimosia obstinada e até lhe damos outros nomes virtuosos. Aquilo que Deus vê como uma persistente fraqueza, nós chamamos de força prudente. Existem áreas inteiras de toda a nossa vida que ainda não foram submetidas a Deus e isso só pode ser feito pela continuidade da conversão. Lenta, mas, seguramente, podemos conquistar todo o território do pecado para o Espírito Santo de Deus viver em nós.

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27 De Dezembro
Se voltares, ó Israel, diz o Senhor…Jer.4.1.

As batalhas são ganhas ou perdidas nos lugares secretos da nossa vontade em primeiro lugar, perante Deus e não no nosso mundo exterior. É o Espírito de Deus que me constrange e sou obrigado a ficar a sós com Deus e travar as batalhas diante dele antes de se darem em minha esfera exterior. Enquanto isso não acontecer, sairei sempre derrotado de qualquer batalha, por pequena que esta seja. A batalha pode levar um minuto ou um ano, isso dependerá apenas de mim, não de Deus; mas, deve ser travada a sós diante de Deus e em mim e eu devo atravessar resolutamente o inferno duma renúncia diante de Deus para entrar nos pastos verdejantes de qualquer vitória. Nada tem qualquer poder sobre quem já batalhou diante de Deus e saiu vencedor.

Se vier a dizer assim: “Vou esperar pela provação e então porei Deus à prova sobre isso”, descobrirei que isso é impossível de ser feito. Tenho que acertar as coisas entre mim e Deus nos lugares celestiais e secretos de minha alma, onde nenhum estranho tem como interferir e apenas então poderei prosseguir com a certeza de que a batalha estará ganha. Se a perder ali, me sobrevirão calamidades e transtornos, tão certos quanto os decretos de Deus o dizem. Uma das razões porque eu não ganho nenhuma batalha é que tento vencê-la primeiro na esfera exterior. Fique a sós com Deus, lute diante dele, resolva a questão ali de uma vez por todas e só depois trate de sair para fora.

Ao lidar com outras pessoas, a nossa função é levá-las a resolver a questão em termos duma decisão perante e diante de Deus. Esse é o meio através do qual se inicia uma entrega real. De vez em quando, Deus pode-nos levar a empreender uma certa batalha numa certa encruzilhada. Esse será um ponto crucial; daí por diante, ou partimos para um tipo de vida evangélica cada vez mais fraca e inútil, ou nos tornamos mais e mais inflamados para glorificar Deus – o máximo de nós para a glória de Deus em nós e através de nós.

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26 De Dezembro
“Se, porém, andarmos na luz como ele está na luz… o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”, 1 João 1.7

É um erro crasso confundir o estarmos cientes do facto de que estou livre do pecado consciente com a libertação do pecado pela expiação feita por Cristo em nós. Ninguém entende o que é pecado enquanto não nascer de novo. Pecado foi o que Jesus Cristo enfrentou no Calvário, não a morte. A prova de que estou liberto do pecado é que entendo a verdadeira natureza do pecado em mim depois de sair dela. Para que o homem entenda o que o pecado é, será preciso que ele experimente o máximo da expiação de Jesus Cristo, ou seja, a comunicação da sua absoluta perfeição dentro de si.

O Espírito Santo aplica a expiação dentro de todos nós tanto na nossa esfera inconsciente como na que temos consciência; e só quando chegarmos a ter uma ideia do verdadeiro poder do Espírito Santo em nós é que compreenderemos o real sentido de 1João 1.7: “O sangue de Jesus… nos purifica de todo pecado”. Isso não se aplica apenas ao pecado consciente, mas, à compreensão profunda do pecado, que só posso receber do Espírito Santo sempre que habita em mim.

Se eu andar na luz como Deus está na luz – não na luz da minha consciência, mas, na luz de Deus em minha consciência e não só – se andar nela, sem que nada esteja encoberto para ninguém, então receberei esta maravilhosa revelação: o sangue de Jesus Cristo me purifica de todo pecado, a tal ponto que o Deus todo-poderoso nada mais vê de repreensível em mim. E isso é obra! O resultado disso na minha consciência é um doloroso conhecimento do que é o pecado verdadeiramente. O amor de Deus que opera em mim faz-me odiar, com o mesmo ódio do Espírito Santo, tudo o que não esteja de acordo com a santidade absoluta de Deus. Andar na luz significa que tudo o que é das trevas me impele mais para dentro da Sua luz.

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25 De Dezembro
“Eis que a virgem conceberá, dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel”, Is.7.14

Seu nascimento na História. “Por isso também o ente santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus”, Luc.1.35. Jesus Cristo nasceu no mundo, não do mundo. Não surgiu da História; ele entrou na História, vindo de fora. Jesus Cristo não é o melhor dos seres humanos. Ele é um ser que não pode, em absoluto, ser explicado através da raça humana. Ele não é um homem que se tornou Deus, mas, Deus encarnado, Deus vindo do céu e assumindo a carnalidade humana nele para a destruir por completo. Sua vida é a mais elevada e a mais santa que aqui chegou entrando pela porta mais humilde possível. O nascimento do Senhor foi um advento – o aparecimento de Deus em forma humana.

Seu nascimento em mim. “Por quem de novo sofro as dores de parto, até Cristo ser formado em vós”, Gal.4.19. Assim como o Senhor entrou na história humana, também deve entrar em mim. Terei permitido que minha vida se transforme numa “Belém” para o Filho de Deus também? Eu não posso entrar nos domínios do reino de Deus e obter acesso a ele, a menos que nasça do alto através de um nascimento totalmente diferente do que conhecemos como o modo natural. “Importa-vos nascer de novo”, João3:7. Isso não é uma ordem, é um facto fundamental indescritível. A característica do novo nascimento é que eu me renda a Deus de forma tão completa que “Cristo seja formado” em mim. Assim que Cristo é formado em mim, a sua natureza começa a activar e actuar através de mim.

Deus manifesto na carne. Isto é tudo quanto nos é tornado possível, a mim e a si como homens e através da redenção dentro de cada homem através de Jesus Cristo.

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Diciembre 24

…Vuestra vida está escondida con Cristo en Dios“, Colosenses 3:3

El Espíritu de Dios da testimonio de la sencilla y omnipotente seguridad de la vida escondida con Cristo en Dios. Pablo la recalca continuamente en sus epístolas. Y nosotros hablamos como si vivir la vida santificada fuera lo más incierto e inseguro. Por el contrario, es lo más seguro que pudiéramos hacer, porque tiene al Dios Todopoderoso en ella y tras ella. Lo más peligroso e inseguro es tratar de vivir sin Él. Si hemos nacido de nuevo es más fácil vivir en comunión con Dios, que descarriarse. Sólo es necesario prestarles atención a las advertencias de Dios: “…si andamos en luz”, 1 Juan 1:7.

Cuando pensamos en ser liberados del pecado, en ser llenos del Espíritu y andar en la luz, imaginamos la cumbre de una gran montaña. Pero, como la vemos muy alta y maravillosa, decimos: “¡Oh, yo nunca podría vivir allá arriba!” No obstante, cuando por la gracia de Dios llegamos hasta esa cima, observamos que no es la cumbre de una montaña, sino una altiplanicie donde hay espacio suficiente para vivir y crecer.

“Ensanchaste mis pasos debajo de mí y mis pies no han resbalado”, Salmo 18:36.

Te desafío a dudar de Jesús, cuando realmente lo veas. Te desafío a preocuparte, si ves que Jesús te dice: No se turbe vuestro corazón (ver Juan 14:27). Es virtualmente imposible dudar cuando Él está ahí. Cada vez que entras en contacto personal con Jesús, sus palabras son reales para ti. “Mi paz os doy”. Una paz que produce una confianza espontánea y te cubre completamente desde la coronilla hasta la planta de los pies. Vuestra vida está escondida con Cristo en Dios. La paz imperturbable de Jesucristo te ha sido dada.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

23 De Dezembro
Mas, longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo“, Gal.6.14

O evangelho de Jesus Cristo força sempre a que se tome uma decisão sobre Cristo. Será que aceito o veredicto de Deus sobre o pecado, dado na cruz de Cristo? Terei o mínimo interesse na morte de Jesus Cristo em pessoa? Aceito ser identificado com a sua morte (com o tipo de morte para todo o pecado, Rom.6.10), morrer para todo interesse pelo pecado, pelo mundanismo, por mim mesmo – e identificar-me de tal modo com Jesus que nada mais me interesse senão ele? O privilégio do discípulado será eu poder estar alistado sob a cruz de Cristo em exclusivo e isso significará a morte para o pecado. Fique a sós com Jesus e diga-lhe, ou que você não quer que o pecado morra em si, ou que deseja ser identificado com a morte dele a qualquer preço e custo. Tão logo você o tenha como fazer assim, pela fé no que o Senhor fez na cruz por si e em si, ocorre uma identificação sobrenatural com a morte dele do lado de dentro de si e com uma certeza que ultrapassará todo o entendimento; você se assegura de que o seu “velho homem está crucificado com Cristo”, Rom.6:6, passando pela mesma experiência que ele passou na cruz, crucificando-se com Ele, Gal.2:20. A prova é a facilidade com que a vida de Deus a partir de dentro de si o capacita a obedecer à voz de Jesus Cristo sem relutância e sem pudor.

De vez em quando o Senhor permite-nos ver o que seríamos se não fosse por ele, para provar o que ele disse: “Sem mim nada podeis fazer”, João 15:5. É por isso que a base do cristianismo é um amor ardente pelo Senhor Jesus Cristo em pessoa viva dentro de mim. Confundimos o êxtase de nossa experiência inicial de ingresso no reino com o propósito que Deus tinha ao introduzir-nos bem para dentro de seu reino; seu propósito, ao introduzir-nos nele, é que possamos compreender tudo o que a identificação com Jesus Cristo pode ainda significar para todos nós.

REAVIVAMENTOS

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