Posts Tagged ‘Meditações de Oswald Chambers’

19 De Outubro
O meu reino não é desse mundo“, João 18.36

O grande inimigo do Senhor Jesus Cristo nos dias actuais é o conceito vigente de serviço cristão, como ele é tido, conhecido e praticado, o qual não se baseia no Novo Testamento, mas, antes no sistema deste mundo que consiste sempre no emprego de energias para o desenvolvimento de certas actividades intermináveis que beneficiam gente, sem contudo os poder manter com e através duma comunhão íntima com Deus. Estamos enfatizando o erro e o que desvia por excelência. Jesus disse: “Não vem o reino de Deus com visível aparência (…) porque o reino de Deus está dentro de vós”, Luc.17:20-21: é algo oculto e obscuro em nosso íntimo. O obreiro evangélico activo, vive, muitas vezes, como que através duma vitrina. O que revela o poder espiritual é o que se passa no mais profundo do nosso ser interior.

Necessitamos de nos desenvencilhar do espírito da era religiosa na qual nos achamos inseridos. Na vida do Senhor não havia nada das tensões e pressões próprias duma excessiva actividade, a qual nós tanto valorizamos. E o discípulo tem que ser como seu Mestre. O que há de mais importante no reino de Jesus Cristo é o meu relacionamento pessoal com ele, não minha utilidade num serviço comum.

Não são essas actividades práticas que formam a força deste Instituto Bíblico; toda a nossa força reside no facto de que aqui você é submerso nas realidades de Deus e é preenchido com verdades diante de Deus. Você não tem como prever quais serão as circunstâncias nas quais Deus o irá envolver futuramente, nem que tensões lhe serão impostas aqui ou no estrangeiro. E se você desperdiçar seu tempo em actividades frenéticas em vez de procurar embeber-se das grandes verdades fundamentais desta redenção que há em nome de Deus, quando vierem os problemas sobre si, logo o abaterão fortuitamente. Mas, caso saiba aproveitar todo o seu tempo, sendo embebido através de verdades diante de Deus para se tornar arraigado e alicerçado em Deus em toda a sua vida interior, você permanecerá fiel a ele, não obstante o que lhe vier a ocorrer ainda.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

 

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17 De Outubro
E outras (obras) maiores fará, porque eu vou para junto do Pai“, João 14.12

A oração não nos prepara para obras ainda maiores; a oração é a obra maior. Encaramos a oração como um exercício vulgarizado de nossas habilidades quando se necessitam milagres e que tem por objectivo prepararmo-nos para um serviço a Deus. Segundo o ensino de Jesus Cristo, a oração é a operação do milagre da redenção em mim, a qual produz em todos os outros o milagre da redenção também, através do poder de Deus. Será através da oração que o fruto permanece em nós e por nós; mas, lembremo-nos que essa oração tem que ser baseada na agonia da redenção e não na minha agonia. Só uma “criança” obtém respostas concretas em toda a oração; o homem “sábio”, nunca o conseguirá, Mat.11:25.

Será na oração que se trava a maior de todas as batalhas; nunca será o lugar onde estamos que fará a diferença. Seja qual for a situação na qual Deus nos coloca, nosso dever é orar sempre. Não aceite esta ideia: “Não sirvo para nada aqui onde estou”; você, certamente, também não servirá para nada onde não está. Sejam quais forem as circunstâncias nas quais Deus o lança, ore espontaneamente a ele sem parar. “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei” João 14:13. Mas, nós só queremos orar se pudermos ter sensações emocionantes; essa é a mais expressiva forma de egoísmo espiritual que existe em nós. Nosso trabalho tem que ser orientado por Deus e ele nos comanda a orar. “Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara” Mateus 9:38.

Não há nada de excepcional no que um operário faz, mas, é o operário quem executa as concepções do génio; e é o obreiro cristão quem executa as concepções do seu Mestre. Você trabalha em oração e, do ponto de vista dele, os resultados serão um factor constante sempre que assim é. Que surpresa terá quando o véu for retirado dos seus olhos e ser descoberto qual o grande número de almas que colheu simplesmente porque tinha o hábito de cumprir ordens destas vindas de Jesus Cristo!

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

16 De Outubro
Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara“, Mat.9.38

O segredo da questão missionária está nas mãos de Deus – é a oração e não apenas o trabalho; não o trabalho, no sentido real da palavra, tal como é popularmente tido hoje, porque nos pode induzir a deixarmos de nos focalizar em Deus. O segredo da obra missionária não está em sabermos usar bom-senso, nem os melhores recursos médicos, não está em implantarmos a civilização, nem a educação, nem mesmo a evangelização global. O segredo dessa obra é a oração. “Rogai, pois, ao Senhor da seara”. Temos que nos capacitar de que, do ponto de vista do bom-senso, do natural, orar não é algo prático; pelo contrário, é ridículo, absurdo quando o mundo perece a olhos vistos.

Vendo através da perspectiva de Cristo não existem várias nações, mas, um único mundo. Quantos de nós oramos sem fazer acepção de pessoas, considerando apenas uma Pessoa, Jesus Cristo? Ele é o dono da seara – aquele produto de angústia e convicção de pecado – e temos de orar para que Deus envie ceifeiros para essa seara. Deixamo-nos envolver pelo activismo, enquanto há pessoas à nossa volta que estão maduras, prontas para uma colheita real; e não colhemos nenhuma delas; antes pelo contrário, desperdiçamos o tempo do Senhor em actividades super-organizadas. Suponhamos que surge uma crise na vida de seu pai ou na de seu irmão; você estará lá como um trabalhador pronto para fazer a colheita para Jesus Cristo ainda? “Oh, mas, eu tenho um trabalho especial para fazer com meu pai!” Nenhum cristão tem um trabalho especial a fazer. O cristão é chamado para pertencer a Jesus Cristo, não a seu pai; não para estar acima de seu Mestre, nem para decidir por si mesmo o que quer fazer para de seguida impor a Jesus Cristo. O Senhor não nos chama para nenhum trabalho especial; ele chama-nos para si. “Rogai, pois, ao Senhor da seara” e ele preparará as circunstâncias para o poder enviar de seguida.

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14 De Outubro
Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações“, Mat.28.18-20

A base dos apelos para missões está na autoridade que Jesus Cristo tem e nunca na necessidade que os pagãos têm pelo evangelho de Cristo. Temos a tendência de olhar para o Senhor como alguém que nos assiste em nossos empreendimentos para Deus. Mas, o Senhor transpõe essa barreira colocando-se como Senhor soberano e absoluto entre os seus discípulos reais. Ele não diz que os pagãos se perderão se não formos a eles; ele simplesmente diz: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações”. “Ide, firmados na manifestação da minha soberania; ensinai e fazei discípulos com base na experiência viva que têm comigo”.

“Seguiram os onze discípulos para a Galileia, para o monte que Jesus lhes designara”, Mat.28:16. Se desejo conhecer a soberania universal de Cristo, tenho que conhecer o Senhor por mim mesmo, aprendendo a ficar a sós com ele a tempo inteiro; tenho que destinar tempo para adorar este Ser cujo nome levo em mim mesmo e sobre mim. “Vinde a mim” – esse é o ponto onde nos encontramos com Jesus. Você está cansado e sobrecarregado? Quantos missionários não estarão? Limitamo-nos a utilizar essas maravilhosas palavras do Soberano universal na hora que apelamos aos não convertidos; no entanto, elas são dirigidas a seus próprios discípulos também.

“Ide, portanto…” Ir significa apenas viver experimentando de forma real. E Actos 1.8 contém a descrição do modo como se vai. Jesus não disse: “Ide a Jerusalém e à Judeia e à Samaria”, mas, sim, “Sereis minhas testemunhas” em todos esses lugares. Ele leva sobre si aquela incumbência de determinar todas as nossa saídas.

“Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós…” João 15:7 – é assim que nos mantemos sempre “indo”. É indiferente o lugar para onde seremos mandatados. É Deus quem detém os planos arquitectados em suas próprias mãos.

“Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus”, Act.20:24. É assim que temos de continuar indo até completarmos toda a carreira que nos foi incumbida por Deus.

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13 De Outubro
Naqueles dias, sendo Moisés já homem, saiu a seus irmãos e viu os seus labores penosos“, Ex.2.11

Moisés viu a opressão sobre seu próprio povo e teve certeza de que seria ele quem teria de providenciar libertá-lo; e, sob a justa indignação de seu próprio espírito, começou a corrigir as injustiças praticadas por eles e contra eles. Mas, logo depois que ele deu o primeiro golpe em favor de Deus e da justiça, o Senhor permitiu que fosse levado para o desânimo total e enviou-o para o deserto onde ficaria a apascentar ovelhas durante quarenta anos. No fim desse tempo, Deus apareceu a Moisés e disse-lhe que voltasse e libertasse o seu povo por ele, ao que ele replicou: “Quem sou eu para ir?” (Êxodo 3:10-11) Já no começo, Moisés compreendera que era ele o homem destinado a libertar aquele povo, mas, primeiro teria que ser treinado e disciplinado por Deus. Era a pessoa certa, sob o aspecto individual, mas, não seria o homem certo para a tarefa enquanto não aprendesse a ter um certo tipo de comunhão com Deus.

É possível que tenhamos uma visão de Deus e uma compreensão clara da vontade dele para nós mesmos e comecemos logo a querer realizá-la; mas, logo surge algo equivalente aos quarenta anos de deserto em nossas vidas, como se Deus não estivesse mais a fim de tudo quanto nos parecia estar. E quando nos sentimos profundamente desanimados e por vezes revoltados, Deus volta e renova o seu chamado e propósito connosco; então, estremecemos e começamos por dizer: “Oh, quem sou eu?” Será logo ali que temos necessariamente de aprender a primeira grande lição sobre Deus: “EU SOU O QUE SOU te enviou”, Êxodo 3:14. Temos que aprender que nosso esforço pessoal por Deus será tido como uma mera impertinência; nossa individualidade tem que se tornar incandescente e brilhante na glória de Deus através de um relacionamento pessoal com Ele primeiro, Mat.3.11. No entanto, sabemos que temos a visão certa: “É isso que Deus quer que eu faça”; porém, subjugamo-nos ao aspecto individual da situação e não acertamos o passo com Deus. Caso esteja passando por um período de desânimo, saiba que um grande crescimento pessoal se reflectirá em si lá pela frente.

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12 De Outubro
Andou Enoque com Deus“, Gen.5.24

O único teste da vida espiritual e do carácter de cada homem de Deus, não é o que faz naqueles momentos excepcionais da sua vida, mas, o que faz nos baixios comuns, quando não há nada de extraordinário ou de emocionante para fazer. O valor duma pessoa manifesta-se pela sua atitude face às coisas consideradas vulgares e desagradavelmente comuns, sempre que não se torna o foco de muitas atenções, João 1:35-37;3:30. É trabalho árduo acertar o nosso passo com Deus para nos mantermos com ele dentro dos passos dele; espiritualmente, isso significaria encontrar um novo fôlego para nós. Para aprender a caminhar com Deus, esbarramos sempre na dificuldade de acertar os nossos passos e temporização com ele através dele; mas, quando o conseguimos, a única característica que se manifesta por nós, é a vida de Deus que está em nós. Em sua união com Deus, a pessoa não é mais vista por sua individualidade; só se percebem os passos e o poder de Deus a partir de então.

É difícil acertar o nosso passo com Deus, porque quando começamos a caminhar com ele verificamos que, antes de havermos dado três passos, ele já nos ultrapassou em muitos. Deus faz as coisas de modo muito distinto e temos que aprender a conhecer os métodos que ele mais usa. O profeta diz o seguinte a respeito de Jesus: “Não desanimará nem se quebrará”, Is.42:4; e isso aconteceu porque ele nunca agiu segundo o seu próprio conselho, mas antes e sempre segundo o do Pai. Temos que aprender a fazer o mesmo com Ele. Não será através do nosso raciocínio intelectual que aprenderemos as verdades espirituais todas, mas, pelo contacto espiritual que obtivemos com ele. O Espírito de Deus modifica nossa maneira de encarar todas as nossas coisas; e o que antes se nos tornara impossível de conseguir, começa a tornar-se possível e normal agora. Acertar os nossos passos com Deus significa nada mais e nada menos do que entrar em uníssono e em comunhão unificadora com ele. Leva-se muito tempo para chegarmos lá, mas, não desista como ele não desistiu. E se a dor agora for muito forte para si, não desista logo – prossiga e em breve verá que tem uma nova visão pela frente e um novo objectivo.

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11 De Outubro
“Quando, pois, soube que Lázaro estava morto, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava”, João 11.6

Terá Deus confiado tanto em si que lhe deu por resposta um silêncio específico – um silêncio o qual tem grande significado? Os silêncios de Deus são as respostas. Pense nos dias de absoluto silêncio naquele lar em Betânia! Você já experimentou algo semelhante àqueles dias em sua própria vida? Será que Deus pode confiar em si dessa maneira, ou ainda insiste numa resposta visível da parte dele? Deus lhe dará as bênçãos que você pede, caso se recuse a dar mais um passo sem elas; mas, o silêncio dele é sinal de que ele lhe está a dar uma maravilhosa compreensão dele próprio, entretanto. Você está-se lamuriando diante de Deus porque ainda não recebeu uma resposta verbal da parte dele? Verá que Deus confiou em si de tal forma profunda que mais não será possível, respondendo-lhe com um silêncio absoluto – não de desespero, mas, de prazer – porque viu que você seria capaz de suportar dele, uma revelação maior ainda. Se Deus lhe respondeu com Seu silêncio, louve-o por isso; ele está a colocá-lo na grande corrente de seus próprios propósitos. A manifestação da resposta no tempo será uma questão que tem a ver com a total soberania de Deus. O tempo nada significa para Deus. Durante algum tempo, talvez tenha dito também: “Pedi a Deus pão e ele me deu uma pedra”, Mat.7:9. Não é verdade; hoje você reconhece que ele, na verdade, lhe deu “o pão da vida”, João 6:35.

O que há de maravilhoso no silêncio de Deus é que ficamos contagiados pela quietude dele para nos podermos tornar ainda mais confiantes: “Sei que Deus me ouviu”. Seu silêncio será a única prova disso. Enquanto você insistir na ideia de que Deus responda suas petições dando-lhe a bênção desejada, ele assim o fará; contudo, nunca lhe dará a graça do silêncio. Se Jesus Cristo lhe estiver ensinando que a oração se destina a glorificar o Pai, o primeiro sinal de sua intimidade será o Seu silêncio.

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10 De Outubro
Graças te dou, ó Pai… porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos“, Mat.11.25

Nunca crescemos no plano espiritual passo a passo; ou temos esse relacionamento, ou não temos. Deus nos não vai purificando gradualmente “de todo o pecado”; quando estamos na luz, caminhando na luz, somos purificados “de todo pecado”, 1 João1:7. Será sempre uma questão simples de plena e incondicional obediência e, imediatamente após isso, o relacionamento torna-se sempre incontestável, harmonioso e perfeito. Se nos desviarmos um segundo apenas daquela obediência plena, nesse mesmo instante a escuridão e a morte nos cercarão.

Todas as revelações e manifestações de Deus permanecem lacradas até que possamos obedecer e obedeçamos; logo ali se abrem para qualquer um de nós. Pela filosofia ou pelo raciocínio nunca conseguiremos abri-las e nem contorná-las. Mas, assim que obedecemos, surgirá um facho de luz sobre nós. Deixe a verdade de Deus operar em si através da absorção em seu próprio coração, em vez de tentar penetrar nela por vias da preocupação e ocupação desmesurada. O único meio de que dispomos para conhecer essa revelação será parar de tentar descobri-la e desvendá-la para se nascer de novo. Obedeça a Deus em relação à verdade que ele pessoalmente lhe manifestou e verificará que, logo ali, a verdade seguinte lhe será revelada também. A gente lê volumes e volumes sobre a obra do Espírito Santo e, no entanto, cinco minutos de obediência absoluta tornariam tudo claro como um raio de sol. “Suponho que um dia compreenderei estas coisas!” diremos muitas vezes. Você poderá compreendê-las agora obedecendo. Não é o estudo que nos proporcionará tal compreensão, mas, a obediência pura. O menor gesto de obediência fará os céus abrirem-se e as verdades mais profundas de Deus logo se tornam nossas também. Deus nunca revelará outras verdades sobre si mesmo enquanto não tivermos obedecido às que já conhecemos anteriormente. Acautele-se para não se tornar “sábio e entendido” em si mesmo: “Aquele que quiser fazer a Sua vontade, saberá…” João 7:17.

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Octubre 10

Respondiendo Jesús, dijo: Te alabo, Padre… porque escondiste estas cosas de los sabios y de los entendidos y las revelaste a los niños“, Mateo 11:25

No crecemos paso a paso en una relación espiritual; la tenemos o no la tenemos. Dios no nos limpia más y más del pecado, sino que, si andamos en la luz, somos limpios de todo pecado, 1 Juan 1:7. Es cuestión de obedecer. Y una vez que lo hacemos, la relación se perfecciona en seguida. Pero si dejamos de obedecer siquiera por un instante, inmediatamente la oscuridad y la muerte empiezan a obrar.

Todas las verdades reveladas de Dios permanecen selladas hasta cuando se abren para nosotros por medio de la obediencia. Nunca podrás descubrirlas con la filosofía o la meditación. Tan pronto obedeces, un rayo de luz aparece. Deja que la verdad de Dios actúe en ti sumergiéndote en ella y no preocupándote por ella. Sólo la puedes conocer si dejas de intentar descubrirla y naces de nuevo. Obedece a Dios en lo que te muestre e inmediatamente te revelará la siguiente verdad. Podrías leer volúmenes enteros acerca de la obra del Espíritu Santo, cuando cinco minutos de obediencia inmediata y diligente harían que todo fuera tan claro como la luz del sol. No digas: “¡Supongo que algún día comprenderé estas cosas!” Puedes entenderlas ahora. Y no es el estudio el que te da entendimiento, sino el obedecer. La más mínima obediencia abre los cielos para que las verdades más profundas de Dios sean tuyas en seguida. Pero Dios solamente te revelará más verdades acerca de Él, cuando hayas obedecido lo que ya conoces. Ten cuidado de creerte uno de los “sabios y entendidos” Juan 7:17.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

 

9 De Outubro
Oferecei… os vossos membros como instrumentos de justiça“, Rom.13-22

Não me posso salvar nem me santificar a mim mesmo; não terei como ou porque expiar o meu pecado; não tenho porque me redimir do mundo; não posso corrigir o que está errado em mim, nem purificar o que é impuro, nem santificar o que se profanou. Tudo isso é obra para o poder soberano de Deus. Tenho fé no que Jesus Cristo fez por mim e em mim? Ele fez uma expiação perfeita; será que tenho o hábito de reconhecer isso de forma constante? Nossa grande necessidade não é fazer e sim crer em Deus que ainda o faz. A redenção de Cristo não é uma experiência, é a grande obra de Deus realizada por intermédio de Cristo dentro de mim mesmo e eu tenho que edificar minha fé sobre essa mesma obra ainda. Se eu edificar a fé sobre minha experiência pessoal, o resultado é o tipo de vida mais anti-bíblico que poderemos achar – uma vida isolada de Deus com forma divina e os olhos fixos na minha própria pureza que não é devidamente pura ainda. Cuidado com uma espiritualidade que não tenha porque se basear na expiação do Senhor em nós – ela não serve para nada mais, a não ser para uma vida enclausurada e para ser pisada pelos homens; será sempre uma vida inútil para Deus e um estorvo para os outros que ainda se querem salvar da maneira certa. Todas as nossas experiências devem ser avaliadas pela vivência do Senhor Jesus em cada um de nós. Não podemos fazer nada que agrade a Deus, a menos que edifiquemos conscientemente sobre o facto assumido daquela expiação que Ele fez.

A expiação que Jesus faz, tem que ser desenvolvida em minha própria vida de forma prática e discreta. Sempre que obedeço, todo o poder de Deus estará do meu lado e, assim, a graça de Deus e a minha obediência acham-se em perfeita harmonia. Obedecendo, manifesto como confio na expiação; e, logo ali, a alegria daquele deleite de toda aquela graça sobrenatural de Deus vem ao encontro da minha própria obediência.

No entanto, tenhamos incondicional cuidado com a espiritualidade que nega a vida natural de cada homem – ela é fraudulenta. Coloque-se continuamente ante o tribunal da expiação que Deus fez e pergunte-se a si mesmo: “O que é que diz Seu discernimento sobre a expiação nisto e naquilo?”

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