Posts Tagged ‘Meditações de El Predicador’

2 de Janeiro

…e que fazia prosperar o seu reinado em atenção ao seu povo.2 Samuel 5:12; 1 Crónicas 14:2

“Quem não vive para servir, não serve para viver”. Este é um princípio, cujo autor desconheço, que aprendi nos meus primeiros anos na caminhada com o Mestre. Mais do que rima entre as palavras, é o seu significado e a diferença que faz quando compreendido e praticado; pelo menos a mim tem marcado muito a minha vida.

No texto de hoje vemos a razão da prosperidade do reinado de David, que sabemos foi o maior rei que Israel jamais teve e até continua famoso entre nós. “Em atenção ao seu povo”; apesar de sermos criados de forma única, o propósito individual de Deus em cada um de nós une-nos a um propósito comum: servir. O faremos de diferentes formas por sermos diferentes, mas terá de encaixar-se no princípio da servidão: fomos criados para servir. Todo aquele que conhece Jesus Cristo e O segue sabe que não tem como não praticar tal princípio pois Ele é o modelo a seguir (Mc 10:45).

Nenhum de nós foi criado apenas para consumir recursos. Deus na sua infinita sabedoria planejou-me de modos a marcar diferença com a minha vida. Fui chamado para adicionar algo a vida na Terra e não apenas subtraí-la.  É vontade de Deus que eu contribua com algo.

David havia sido constituído rei para uma missão especial. Deus queria atingir o povo, e consequentemente usou a David como o seu canal. Actualmente, a maioria de nós quando ouve falar em “missão ou chamado especial”, pensa que se trata de pastores, missionários, cantores, profetas, etc., Deus deixa claro que todo aquele que pertence ao seu pasto foi chamado para ministrar.

Biblicamente falando, não devemos distinguir as palavras “servo” e “ministro” pois são sinónimas, tal como o são “serviço” e “ministério”. Se sou cristão, sou ministro, e analogamente ao servir, estou a ministrar. Uma vez salvo, é intenção de Deus para os seus alvos. Deus tem um ministério para cada um de nós na sua Igreja e uma missão para cada um no mundo.

O que importa não é a duração da minha vida, mas o quanto doo dela. A diferença não está no quanto terei vivido, mas como vivi. A vida só é completa quando me ofereço para ajudar os outros. O Mestre disse, “Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas quem perder a vida, por causa de mim e do evangelho, a salvará” (Mc 8:35). Se não sirvo, então não existo pois a vida foi feita para servir/ministrar. Devo estar ciente de que não sou salvo por servir, mas salvo para servir. Deus quer que eu aprenda a amar e servir os outros enerosamente.

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1 de Janeiro

‘Aquele que é sábio, pense nestas coisas e medite no amor do Senhor.Salmos 107:43  (BPT)

Esta é uma daquelas advertências que indirectamente assume que aquele que nao a aceita é burro. Esta premissa torna-se evidente ao identificar Aquele a quem pertecem as coisas nas quais se deve pensar, o SENHOR.

Ao entendermos quem Deus é, e o que Ele fez e tem feito nas nossas vidas seria insensatez ignorá-Lo. Apenas aquele que procura pela verdade pode achá-la. Apenas aqueles, como David, que podem achar os juízes de Deus mais desejáveis do que o ouro, até mesmo, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos, (Salmos 19:10), sabem quão agradável é comunhão com Deus. Estes são considerados sábios por tomarem decisões arriscadas na vida apesar da oposição por aqueles a sua volta; são aqueles que renunciam tudo para viver em dependência dos princípios do Reino de Deus, vão e vendem tudo quanto têm para comprar o terreno onde está o tesouro (ver Mateus 13:44).

A que coisas se refere o Salmista?

Por todo o Salmo, ele descreve o relacionamento entre Deus e Israel; como este traíu o seu Deus seguindo outros caminhos, e as consequências de tal decisão. Em determinado momento o povo clamou ao SENHOR e Ele os socorreu (Salmos 107:28).  O povo é advertido a lembrar-se sempre do Eterno pela sua bondade e maravilhas (Salmos 107:31) pois isto os manterá em comunhão com o seu Criador e os ajudará a obedecerem os Seus desígnios que são justos.

Apenas um insensato se afastaria da fonte do seu bem-estar. Viver em dependência a Deus torná-nos sábios, uma vez que sendo Ele o Criador conhece-nos melhor, logo a única forma que tenho para realmente conhecer-me a mim mesmo é manter um relacionamento com o meu Inventor.

Deus tem sido tão bom para comigo, e viver debaixo do Seu senhorio é sinal de sabedoria; só um insensato optaria o contrário.

Seja sábio.

O outro perguntou-lhe: «Senhor, quem é ele, para que eu acredite?» João 9:36 (BSP)

Este homem, ex-cego, foi curado por Jesus mas, não tinha algum relacionamento íntimo com Ele, ou seja, simplesmente nao sabia quem era Jesus. No entanto, contrariamente a minha geracao, ele tinha um terrivel desejo de conhece-lo e torna-lo seu Senhor, “…para que eu acredite”.

Não devo limitar-me a um Cristianismo superficial, mas ir mais a fundo com Jesus; uma entrega total que se resume em conhecê-Lo tal como Ele quer, não limitar-me simplesmente no milagre mas, sim no maior milagre: o próprio Senhor.

Render-me a Ele e amá-Lo mais do que faz para mim, é o que Deus deseja. Este é o estágio da morte e os deuses em mim lutando para controlar a minha vida. Conhecer Aquele que opera o milagre é maior que o milagre em si. É neste estágio que escolho apenas Ele ainda que não ocorra o que desejo,  “mesmo que ele não nos livrasse,… não adoraremos os vossos deuses nem nos inclinaremos diante da estátua de ouro…” (ver Daniel 3:18, BSP).

Morrer de mim mesmo para que o senhorio de Cristo seja uma realidade em mim, permitirá que entenda e aceita quem Jesus é e passar a viver em dependência dos seus princípios, adorando-O em Espírio em verdade (João 4:23), tal como este homem: “Então ele prostrou-se diante de Jesus e exclamou: «Eu creio, Senhor!»”, João 9:38, BSP.

 

Durante a minha visita a um belo parque de flores hoje, fiquei a raciocinar na semelhança entre a nossa vida e as flores. Job deixa bem claro o meu raciocínio:
O ser humano, nascido da mulher, tem a vida curta e cheia de tormentos. Como uma planta desenvolve-se e murcha, até desaparecer como sombra passageira.Job 14:1,2 BPT
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Nos distraímos com tanta coisa na vida e nos esquecemos do quanto é curta; nos esquecemos que a morte é questão de fila na qual estamos todos e desconhecemos em que posição e convencemo-nos que a fila anda lentamente quando não é bem assim.
Há dias falaram-me de um jovem que teve um acidente vascular cerebral (AVC) e partiu. Conheci-o na universidade e tive o privilégio de estar com ele em algumas aventuras com o colectivo de estudantes internacionais. Há alguns anos, o vi terminar o seu doutoramento e partir de volta ao seu país onde, de tão corajoso e intelectual que era, trabalhava para o desenvolvimento do mesmo…tinha um futuro promissor e soube, através da sua página no Facebook e por meio de comentários de outros tantos conhecidos que havia casado não faz três semanas…de repente um AVC e já era.
Estou, mais uma vez, sem palavras diante das surpresas na vida, não porque partiu mas, sobretudo, por ter partido sem estar preparado com a eternidade; estou triste pois apesar de saber que via as minhas publicações nas redes sociais falando sobre Deus,  nunca parei para confrontá-lo e falar-lhe abertamente de Cristo. Hoje tive de deixar os meus pêsames a viúva que pede rezas pelo seu ente querido de modos que consiga atingir o nirvana (crença Hindu e/ou Budista, clique aqui para ler mais sobre o mesmo).
Infelizmente, tenho de admitir, este é mais um daqueles nāo pode ajudar durante a peregrinação.
Nesta senda de pensamentos, recordei-me do meu irmão que foi encontrado morto pela manhã seguinte no seu quarto, tendo deixado vários projectos por implementar na vida. Fazemos tantos planos nessa vida que é bela como uma flor e nos esquecemos que existem ventos, que todos temos os dias contados, que a fila para a morte move-se todos os dias.
Nada errado em sonhar ou ter bons planos para a vida. Mas, o que são realmente “bons planos”?
O homem elabora muitos planos, mas é a decisão do SENHOR que prevalecerá. Provérbios 19:21, BPT
Serão mesmo “bons planos” quando Aquele que conhece todas as coisas (passado, presente e futuro) não é levado em consideração? Que sabedoria estranha nós humanos temos em ousarmos planejar sem incluir e depender do Criador.
Pois que proveito tem alguém em ganhar o mundo inteiro e perder a vida? Marcos 8:36, BPT
Tenha em mente que essa vida depende dAquele que a fez; um dia murchará…a eternidade é real e pode começar num abrir e fechar de olhos. Arrependa-se dos seus pecados, dê uma eterna oportunidade a si mesmo; busque a Jesus, não me refiro em ser evangélico ou pertencer a alguma denominação religiosa pois eu mesmo andei vários anos perdido dentro da igreja, mas falo em ser seguidor de Cristo; renda-se a Ele e entregua-LHE todos os seus fardos, permita que Ele seja o seu Salvador e Senhor.
Se precisar de ajuda, deixe o seu comentário pois será um grande prazer servi-lo.
Aquele abraço,
El Predicador

Junio 18

Y descendiendo Pedro de la barca, andaba sobre las aguas para ir a Jesús. Pero al ver el fuerte viento, tuvo miedo“, Mateo 14:29-30

El viento era en verdad borrascoso y las olas muy altas, pero Pedro no los vio al comienzo, ni los tuvo en cuenta en absoluto.

Sencillamente reconoció a su Señor, descendió y andaba sobre las aguas. Un poco después empezó a contemplar la situación real y se hundió de inmediato. ¿Por qué nuestro Señor no le dio la capacidad de caminar en lo más bajo de las olas al igual que por encima de ellas? El habría podido hacerlo. Sin embargo, ni lo uno ni lo otro podía suceder sin que Pedro reconociera continuamente al Señor Jesús.

Nosotros caminamos con determinación y confianza en Dios en algunos asuntos, pero luego le damos cabida a nuestras reflexiones personales y nos hundimos. Si verdaderamente estás reconociendo a tu Señor, no es de tu incumbencia la manera ni el lugar hacia donde Él dirige tus circunstancias. Las situaciones que te rodean son reales, pero tan pronto las miras, te hundes. Entonces, ni siquiera puedes reconocer a Jesús y viene su reprensión: “¿Por qué dudaste?” Mateo 14:31. Sin importar cuáles sean las circunstancias reales, sigue reconociendo a Jesús, es decir, mantén una completa dependencia de Él.

Si comienzas a discutir por un instante cuando Dios ha hablado, estás acabado. Nunca te preguntes: “¿Me habló realmente?” Sé audaz y actúa de inmediato (con plena libertad y dispuesto a arriesgarlo todo) y arrójalo todo sobre Él. Tú no sabes cuándo oirás su voz, pero siempre que la escuches, aunque sea de la manera más débil imaginable, abandone total e incondicionalmente a Él. Es sólo mediante la entrega de ti mismo y de tus circunstancias que lo reconoces a Él. Solamente reconocerás su voz de una manera más clara si eres arriesgado y estás dispuesto a rendirlo todo.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

Junho 9

“Alegremo-nos e regozijemo-nos e demos glória, porque chegou o tempo das bodas do Cordeiro e a sua noiva já se preparou.” Apocalipse 19:7 (BSP)

Hoje, durante a minha leitura cronológica das Escrituras chamou-me atenção os últimos capítulos de Apocalipse. Não deu para evitar algumas lágrimas ao contemplar a tamanha glória do Rei dos reis.

A santidade de Deus é tão evidente durante as bodas que não tem como não comover-se de tamanha glória. Apocalipse 4:8 deixa claro que os quatro seres não páram de louvar e adorar ao Eterno: “…Cantam de dia e de noite sem nunca parar: ”Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há-de vir.”” Gosto muito como Francis e Lisa Chan no seu livro “You and me FOREVER – marriage in light of eternity”  (Tu e eu para Sempre –  o casamento a luz da eternidade) descrevem o cenário: “estes seres não páram de adorar a Deus, enquanto nós dormimos eles adoram a Deus, quando acordámos lá estão eles adorando… quando vamos ao trabalho, universidade, etc. eles não páram de adorar a Deus…é uma adoração continua.” Ao contemplar a santidade do SENHOR não tem como não adorá-LO. Mas, isto não depende de música pois a maior parte das vezes temos confundido adoração com música suave, etc. Adoração é um estilo de vida, é a vida em si pois fui feito para adorar a Deus, eu sou um adorador – tudo quanto faço está ligado a adoração…, ou adoro a Deus, ao diabo, a mim mesmo… ou ao que tenho, as pessoas, etc.

Minhas lágrimas brotaram, também, pelo facto de nem sempre estar consciente da necessidade de manter constante o espírito adorador em mim…se tudo quanto faço resulta em adoração por ser um adorador por natureza, então quando não adoro a Deus estou em adoração a outro ser, muitas das vezes o deus Eu e os seus prazeres. Deus tenha miséricordia de mim!

“Escreve: Felizes os convidados para a festa de casamento do Cordeiro!” Apocalipse 19:9.  

Ah! Não posso faltar a este casamento não do século, mas da eternidade. Como noiva do Cordeiro, sou chamado a manter a minha preparação firme e constante…e a sua noiva ja se preparou“. Essa preparação representa ou faz parte da vida que vivo, a obra que faço “o linho representa a obra dos santos”. Se sou santo, logo toda a obra que faço (não apenas a que está ligada a algum ministério cristão) deve ser também santa.

E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! pois já o Senhor Deus Todo-Poderoso reina. Apocalipse 19:6

Assista e cante (link abaixo) com os Hoppers –  As Bodas do Casamento do Cordeiro. Não postei o video porque não tenho os Direitos  do autor.
The Hoppers – The Marriage Supper of the Lamb

 

Abril 24

Pero no os regocijéis de que los espíritus se os sujetan“, Lucas 10:20

Como obreros cristianos, la mundanalidad no es la trampa más peligrosa para nosotros, ni tampoco el pecado. Es el deseo inmoderado de obtener éxito espiritual, es decir, el éxito cuyo molde y medida es la época religiosa en que vivimos. Busquemos únicamente la aprobación de Dios y salgamos “fuera del campamento, llevando su oprobio”, Hebreos 13:13. En Lucas 10:20, Jesús les dijo a sus discípulos que no se alegraran por el éxito en su servicio y sin embargo, esto parece lo único en lo cual la mayoría de nosotros nos regocijamos. Tenemos punto de vista comercial: Contamos cuántas almas se han salvado y santificado, damos gracias a Dios y luego pensamos que todo está bien. Pero nuestro trabajo parte del fundamento que la gracia de Dios ya ha colocado. Nuestro deber no es salvar almas, sino discipularlas. La salvación y la santificación son la obra de la gracia soberana de Dios y nuestra labor como sus discípulos es discipular a otros hasta que estén rendidos por completo a Él. Una vida totalmente consagrada a Dios es más valiosa para Él, que cien vidas que simplemente hayan sido despertadas por su Espíritu. Como trabajadores del Señor, debemos reproducir nuestro propio género espiritual y esas vidas serán el testimonio que Dios dará de nosotros como sus obreros. Por su gracia Él nos lleva a cierto nivel de vida y nosotros somos responsables de multiplicarlo en otras personas.

Si el obrero no vive una vida escondida con Cristo en Dios (Colosenses 3:3), tiende a convertirse en un irritante dictador en lugar de un discípulo activo y lleno de vida. Muchos de nosotros somos dictadores que les imponemos nuestros deseos a las personas y las congregaciones. Pero Jesús nunca nos da órdenes de esta manera, Siempre que Él se refirió al discipulado, sus palabras estuvieron antecedidas por un “si” (condicional), nunca con una afirmación categórica: “tú tienes que…” El discipulado implica una opción.

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

24 De Abril
Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem...” Luc.10.20

Como obreiros cristãos, o que nos pode vir a atraiçoar não é o mundanismo, não é o pecado, mas a auto-promoção espiritual – seguir os padrões e aqueles moldes da era religiosa na qual nos encontramos, com os olhos voltados para o sucesso espiritual. Não busque nada que não seja a aprovação de Deus. “Saiamos… a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério”, Heb.13:13. Em Luc.10:20 Jesus disse aos discípulos que não se rejubilassem com o sucesso no serviço; todavia, parece ser esse o principal motivo com que a maioria de nós se rejubila. Nossa perspectiva é um tanto quanto comercial por tantas almas salvas e santificadas e por isso damos graças a Deus dizendo que assim é que está tudo bem. Nosso trabalho só começa depois que a graça de Deus possa estabelecer seus alicerces firmemente; não temos que salvar almas, temos que discipulá-las. Salvação e santificação são obras da graça soberana de Deus; nosso trabalho como discípulos de Cristo é fazer discípulos até que essas pessoas estejam totalmente rendidas a Deus. Uma vida totalmente consagrada a Deus é de mais valia para ele do que cem vidas apenas despertadas pelo Espírito. Como obreiros de Deus, devemos reproduzir espiritualmente a nossa própria espécie; será esse o testemunho de Deus de que somos realmente feitos obreiros. Deus, pela sua graça, eleva-nos a um determinado padrão de vida e será ali que nos tornamos equivalentes a responsáveis pela reprodução desse padrão em todos os demais.

A não ser que o obreiro viva uma “vida oculta de Cristo em Deus”, Col.3:3, correrá o risco de tornar-se num ditador irritante e não num discípulo que pode ainda vir a permanecer em Deus. Muitos de nós somos ditadores; impomo-nos a pessoas e em reuniões. Jesus nunca se impõe dessa forma. Sempre que o Senhor falava de discípulado, iniciava com um “SE”, nunca com uma afirmação enfática: “Você tem que…” O discipulado deixa clara uma opção a tomar. 

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

22 De Abril
E todos nós com o rosto desvendado, contemplando… a glória do Senhor“, 2 Cor.3.18

O servo de Deus deve viver tão bem sem a assistência de outros que nunca perceba que está só. Nas primeiras fases da vida cristã as tristezas nos sobrevêm; pessoas que costumavam ser luzes se apagam e as que costumavam ficar ao nosso lado se vão. Temos que nos habituar tanto a isso que nunca saibamos que estamos sós. “Todos me abandonaram… Mas o Senhor me assistiu”, 2 Tim.4.16-17. Temos que construir nossa fé, não sobre luzes mortiças, mas sobre a luz que nunca se apaga. Quando os “grandes” homens se vão, entristecemo-nos, mas, depois compreendemos que eles estavam destinados a partir, que a única coisa que permanece é contemplarmos por nós mesmos a face de Deus.

Não permita que algo o impeça de olhar fixamente a face de Deus com relação a si e as suas convicções; e todas as vezes que você for pregar, busque primeiro a face de Deus a respeito dessas mesmas coisas e então a glória tudo permeará. Obreiro cristão é aquele que sempre busca a face de Deus antes de falar às pessoas. A característica do ministério de Cristo é a da glória inconsciente que o permeia. “Não sabia Moisés que seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele”, Êxodo 34:29.

Não fomos chamados para exibir nossas dúvidas ou para revelar os êxtases de nossa vida com Deus. O segredo da vida do obreiro é manter-se o tempo todo sintonizado com Deus.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Abril 21

Tanto tiempo hace que estoy con vosotros y no me has conocido, Felipe?“, Juan 14:9

El Señor debe asombrarse de nosotros una y otra vez por nuestra falta de sencillez. Nuestras opiniones personales son las que nos vuelven torpes y lentos para entender. Sin embargo, cuando somos sencillos, nunca somos necios y constantemente tenemos discernimiento. Felipe esperaba la revelación de un misterio extraordinario, pero no en Jesús, la persona a quien creía conocer. El misterio de Dios no radica en lo que sucederá en el futuro, sino que es presente, aunque nosotros lo buscamos en un futuro cercano, en un acontecimiento sobrecogedor y trascendental. No somos renuentes a obedecer a Jesús, pero es muy probable que le estemos causando dolor con las preguntas que le hacemos: “Señor, muéstranos el Padre”, Juan 14:8. Su respuesta no se hizo esperar: “¿No, puedes verlo? Él siempre está justo aquí, no hay otro lugar donde puedas encontrarlo”. Esperamos que Dios se manifieste a sus hijos, pero Él lo hace solamente en ellos. Y mientras otras personas pueden ver la evidencia, los hijos de Dios no. Queremos ser totalmente conscientes de lo que Él está haciendo en nosotros, pero no podemos tener esa plena conciencia y al mismo tiempo seguir siendo razonables o equilibrados en nuestras expectativas acerca de Él. Si todo lo que le estamos pidiendo son experiencias, o si el camino se bloquea cuando nos hacemos conscientes de ellas, entonces herimos al Señor. Las preguntas mismas que le formulamos lo hieren porque no son las preguntas de un hijo.

“No se turbe vuestro corazón”, Juan 14:1, 27. ¿Estoy hiriendo a Jesús al permitir que mi corazón se turbe? Si creo en Él y en sus atributos, ¿vivo de acuerdo con mis creencias? ¿Permito que algo perturbe mi corazón, o le doy cabida a preguntas malsanas? Debo llegar a una relación plena, sin restricciones, que reciba todo tal como venga de Él. Dios jamás nos guía para un futuro cercano, sino que siempre nos guía ahora. Comprende que el Señor se encuentra aquí, ahora y recibirás libertad inmediata.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16