Posts Tagged ‘Mateus 18:3’

28 de Dezembro

…se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças“,Mat.18:3

Essas palavras do Senhor aplicam-se devidamente à nossa conversão inicial, mas, temos que nos converter continuamente, todos os dias de nossa vida, buscando sempre a Deus até atingirmos a perfeição das crianças. Se confiarmos em nosso entendimento em vez de confiarmos em Deus plenamente, acarretaremos com aquelas gravíssimas consequências pelas quais Deus nos responsabilizará sempre. Sempre que somos colocados em novas condições de provação contínua por coisas trazidas pela providência de Deus, temos que cuidar para que a vida natural se submeta à vida do espírito e obedeça ao Espírito de Deus vivente lá. O facto de já termos feito isso uma vez ou outra, não é prova de que tornaremos a fazê-lo caso suceda a oportunidade de novo. A relação do natural com o espiritual será o de uma conversão para continuar e persistir e é justamente a isso que mais resistimos; há quem queira vencer e submeter-se agora para nunca mais ter de se submeter. Em todas as situações nas quais possamos ainda ser colocados, o Espírito de Deus e a sua salvação permanecem imutáveis dentro de nós, mas, temos que nos revestir “do novo homem”, Ef.4:24. Deus sempre nos responsabilizará tantas quantas vezes nos recusarmos a converter-nos de algo específico. A razão dessa recusa será sempre nossa obstinação e falta de vontade em nos submetermos. Não nos deixemos governar através da vida natural; é Deus quem nos governará continuadamente e sempre – até nas coisas virtuosas.

O grande impedimento existente em nossas vidas espirituais será o facto de não nos dispormos a converter-nos continuadamente; há áreas de obstinação em que o nosso orgulho cerra os punhos diante do trono de Deus e diz: “Não me renderei porque considero que isto não está errado”. Endeusamos a independência e a teimosia obstinada e até lhe damos outros nomes virtuosos. Aquilo que Deus vê como uma persistente fraqueza, nós chamamos de força prudente. Existem áreas inteiras de toda a nossa vida que ainda não foram submetidas a Deus e isso só pode ser feito pela continuidade da conversão. Lenta, mas, seguramente, podemos conquistar todo o território do pecado para o Espírito Santo de Deus viver em nós.

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

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28 De Agosto
Senhor, ensina-nos a orar“, Luc.11.1

Oração não faz parte da vida do homem natural. Ouvimos dizer que, se uma pessoa não orar, a vida dela será prejudicada; eu duvido. O que será prejudicada é a vida do Filho de Deus nela, a qual não é alimentada por comida, mas, antes através da oração. Quando alguém nasce do alto, a vida do Filho de Deus nasce nele também e ele pode ou matar essa vida de fome ou alimentá-la devidamente. A oração é a maneira pela qual alimentamos a vida de Deus nascida em nós. As ideias que geralmente temos sobre oração não foram retiradas do Novo Testamento. Encaramos a oração como um meio de obter benefícios para nós e nada mais; o conceito bíblico sobre a oração é que possamos conhecer a pessoa de Deus como Ele é.

“Pedi e dar-se-vos-á” João 16:24. Resmungamos diante de Deus, apresentamos desculpas, ficamos apáticos, mas, pedimos muito pouco. Uma criança, porém, tem uma audácia admirável! O Senhor diz: “Se não vos tornardes como crianças…” Mateus 18:3Peça e só assim Deus fará. Dê a Jesus Cristo uma oportunidade, dê-lhe um pequeno espaço em si. Mas, nenhum de nós faz isso a menos que já não saiba mais o que fazer de si próprio. Quando, porém, alguém chega a um ponto desses, não é nenhuma covardia orar; é o único meio que tem de entrar em contacto directo com a realidade das coisas. Ao chegar-se diante de Deus, seja você mesmo – conforme é; exponha seus problemas, tudo o que o tem deixado desolado e perplexo. Enquanto você for auto-suficiente, não haverá necessidade de pedir coisa alguma ao seu Deus.

A ideia de que “a oração muda as coisas” não é tão verdadeira quanto a de que a oração me muda a mim e eu mudo as coisas. Deus elaborou tudo de tal forma que a oração com base na redenção altera a maneira através da qual encaramos as coisas. A oração não visa a alteração das circunstâncias externas, mas, a operação de verdadeiros e genuínos milagres em nossa própria disposição interior.

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29 De Abril
Ainda não se manifestou o que havemos de ser“, 1 João 3.2

Temos naturalmente uma tendência para sermos tão lógicos e previdentes que encaramos a incerteza como algo negativo. Achamos que temos sempre que atingir um fim determinado; mas, não é assim na vida espiritual. Na vida espiritual vivemos seguros em nossa incerteza e, por essa razão, nunca nos fixamos em nada. O bom-senso diz: “Bem, suponhamos que eu estivesse em tal situação…” Mas é impossível imaginarmo-nos numa situação na qual nunca tenhamos estado.

A certeza é o distintivo da vida comum e racional; uma incerteza é a característica marcante da vida espiritual. Ter a certeza de Deus significa que estamos incertos em todos os nossos outros caminhos e admitimos mesmo não sabermos o que o dia nos trará. Isso, em geral, é dito com um suspiro de tristeza, contudo deveríamos dizê-lo com uma expressão de maravilhosa expectativa, pois sabemos que Deus está connosco. Estamos incertos quanto ao passo que daremos a seguir, mas, estamos certos de Deus. Tão logo nos entregamos a Deus e cumprimos o dever mais imediato, ele passa a suprir nossa vida de surpresas. Quando nos tornamos defensores de uma crença, alguma coisa morre em nós; não acreditamos em Deus, acreditamos apenas em nossa crença a respeito dele. Jesus disse: “Se não vos… tornardes como crianças” Mateus 18:3. A vida espiritual é como a vida de uma criança. Não estamos incertos quanto a Deus, mas, incertos quanto ao que ele vai fazer em seguida. Se estivermos certos apenas de nossas crenças, nós nos tornaremos arrogantes e rigorosos e seremos inflexíveis em nossas opiniões; mas, quando estamos correctamente relacionados com Deus, a nossa vida logo se enche de expectativa e de uma incerteza espontânea e alegre.

“Crede também em mim” João 14:1, disse Jesus; ele não disse: “Acreditai em certas coisas a meu respeito”. Deixemos tudo com ele; a maneira como ele agirá é gloriosamente incerta, mas ele agirá com toda a certeza. Permaneçamos fiéis a ele.

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28 de Dezembro

…se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças“, Mat.18:3

Essas palavras do Senhor aplicam-se devidamente à nossa conversão inicial, mas, temos que nos converter continuamente, todos os dias de nossa vida, buscando sempre a Deus até atingirmos a perfeição das crianças. Se confiarmos em nosso entendimento em vez de confiarmos em Deus plenamente, acarretaremos com aquelas gravíssimas consequências pelas quais Deus nos responsabilizará sempre. Sempre que somos colocados em novas condições de provação contínua por coisas trazidas pela providência de Deus, temos que cuidar para que a vida natural se submeta à vida do espírito e obedeça ao Espírito de Deus vivente lá. O facto de já termos feito isso uma vez ou outra, não é prova de que tornaremos a fazê-lo caso suceda a oportunidade de novo. A relação do natural com o espiritual será o de uma conversão para continuar e persistir e é justamente a isso que mais resistimos; há quem queira vencer e submeter-se agora para nunca mais ter de se submeter. Em todas as situações nas quais possamos ainda ser colocados, o Espírito de Deus e a sua salvação permanecem imutáveis dentro de nós, mas, temos que nos revestir “do novo homem”, Ef.4:24. Deus sempre nos responsabilizará tantas quantas vezes nos recusarmos a converter-nos de algo específico. A razão dessa recusa será sempre nossa obstinação e falta de vontade em nos submetermos. Não nos deixemos governar através da vida natural; é Deus quem nos governará continuadamente e sempre – até nas coisas virtuosas.

O grande impedimento existente em nossas vidas espirituais será o facto de não nos dispormos a converter-nos continuadamente; há áreas de obstinação em que o nosso orgulho cerra os punhos diante do trono de Deus e diz: “Não me renderei porque considero que isto não está errado”. Endeusamos a independência e a teimosia obstinada e até lhe damos outros nomes virtuosos. Aquilo que Deus vê como uma persistente fraqueza, nós chamamos de força prudente. Existem áreas inteiras de toda a nossa vida que ainda não foram submetidas a Deus e isso só pode ser feito pela continuidade da conversão. Lenta, mas, seguramente, podemos conquistar todo o território do pecado para o Espírito Santo de Deus viver em nós.

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28 De Agosto
Senhor, ensina-nos a orar“, Luc.11.1

Oração não faz parte da vida do homem natural. Ouvimos dizer que, se uma pessoa não orar, a vida dela será prejudicada; eu duvido. O que será prejudicada é a vida do Filho de Deus nela, a qual não é alimentada por comida, mas, antes através da oração. Quando alguém nasce do alto, a vida do Filho de Deus nasce nele também e ele pode ou matar essa vida de fome ou alimentá-la devidamente. A oração é a maneira pela qual alimentamos a vida de Deus nascida em nós. As ideias que geralmente temos sobre oração não foram retiradas do Novo Testamento. Encaramos a oração como um meio de obter benefícios para nós e nada mais; o conceito bíblico sobre a oração é que possamos conhecer a pessoa de Deus como Ele é.

Pedi e dar-se-vos-á“, João 16:24. Resmungamos diante de Deus, apresentamos desculpas, ficamos apáticos, mas, pedimos muito pouco. Uma criança, porém, tem uma audácia admirável! O Senhor diz: “Se não vos tornardes como crianças…“, Mateus 18:3. Peça e só assim Deus fará. Dê a Jesus Cristo uma oportunidade, dê-lhe um pequeno espaço em si. Mas, nenhum de nós faz isso a menos que já não saiba mais o que fazer de si próprio. Quando, porém, alguém chega a um ponto desses, não é nenhuma covardia orar; é o único meio que tem de entrar em contacto directo com a realidade das coisas. Ao chegar-se diante de Deus, seja você mesmo – conforme é; exponha seus problemas, tudo o que o tem deixado desolado e perplexo. Enquanto você for auto-suficiente, não haverá necessidade de pedir coisa alguma ao seu Deus.

A ideia de que “a oração muda as coisas” não é tão verdadeira quanto a de que a oração me muda a mim e eu mudo as coisas. Deus elaborou tudo de tal forma que a oração com base na redenção altera a maneira através da qual encaramos as coisas. A oração não visa a alteração das circunstâncias externas, mas, a operação de verdadeiros e genuínos milagres em nossa própria disposição interior.

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