Posts Tagged ‘João 1:7’

22 De Maio
A fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós“, João 17.21

Se você estiver passando uma experiência na solidão, leia João 17; ali se explica exactamente por que razão está assim – Jesus orou para que você seja um com o Pai como ele o era. Você está cooperando com Deus para que essa oração seja atendida, ou tem algum outro objectivo em mente para sua vida? Já que se dignou tornar-se um discípulo, não pode ser mais tão independente quanto gostaria de ser.

O objectivo de Deus não é atender nossas orações, mas, pelas nossas orações, levar-nos a discernir o propósito dele para nós e isso está-nos revelado em João 17. Há uma oração que Deus tem que responder – a oração de Jesus: “Para que sejam um, como nós o somos”  João 17:22. Será que estamos unidos a Jesus Cristo desse jeito? Deus não se preocupa em saber quais são os nossos planos; ele não diz: “Você quer passar por essa aflição, por esse transtorno?” Ele permite tais coisas com o olho fixado no objectivo dele. As coisas por que estamos passando, ou estão tornando-nos pessoas mais dóceis, melhores, mais nobres, ou estão-nos tornando mais teimosos e críticos e mais insistentes em satisfazer apenas a nossa própria vontade. As coisas que nos acontecem fazem de nós ou demónios, ou santos; isso vai depender inteiramente do relacionamento que temos com Deus. Se dissermos: “Faça-se a tua vontade” Mateus 26:42, receberemos a consolação de João 17, a consolação de sabermos que nosso Pai está agindo de acordo com a sua própria sabedoria em nós. Quando compreendermos o que Deus está pretendendo, não nos tornaremos mesquinhos e cínicos. Em sua oração, Jesus pediu que tivéssemos com ele nada menos do que uma perfeita união tal qual ele próprio tem com o Pai. Alguns de nós estão muito longe de conseguir isso, mas, Deus não desistirá enquanto não formos um com ele, porque Jesus orou para que assim pudéssemos ser.

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(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

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29 De Dezembro
À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele“, João 6.66.

Quando Deus, através do seu Espírito, aplicando a Palavra, nos dá e fornece uma certa revelação ou manifestação do que ele quer, temos de poder andar à luz dessa visão ainda, 1 João 1:7; nossa mente e alma vibrarão em excesso com isso; mas, se não obedecermos a essa instrução, tornar-nos-emos escravos dum ponto de vista que o Senhor nunca teve e cuja manifestação era apenas o início de algo. Não olhe, depois, para outrem para lhe confirmar: “Se ele pode adoptar essas opiniões e prosperar, por que isso não acontece comigo também?”Você tem que andar à luz da revelação que lhe foi dada, sem se comparar aos outros ou julgá-los porque não o seguem mais; isso fica entre eles e Deus. Sempre que descobrir que há uma colisão entre o que Deus lhe manifestou e um ponto de vista no qual se desvirtua moralmente e lhe traz a dúvida, começarão a surgir em si certas atitudes – um sentido de posse de bens materiais e de direitos pessoais que acha que conseguiu adquirir de Deus, coisas essas a que Jesus Cristo não dava valor. Ele era sempre contra tais coisas pessoalmente e as afrontava como a raiz de tudo o que lhe era oposto. “A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui”, Luc.12:15. Se não estamos convencidos disso, é porque ignoramos as profundezas do ensinamento do Senhor.

Nossa tendência natural será sempre acomodarmo-nos e deleitarmo-nos à sombra das recordações das maravilhosas experiências que tivemos no passado e que já não contam em absoluto por agora – apenas a obediência a elas contará e indicará virtude. Caso exista um único preceito revelado por Deus no Novo Testamento com o qual você não se conforma e não se sente inclinado a cumprir nos seus mais elevados pormenores, isso é o início de apostasia; significa que sua consciência não atende e nunca se submete integralmente à verdade. Você nunca poderá ser o mesmo depois da revelação duma verdade. Aquele momento marcá-lo-á para sempre, para ter como prosseguir como um bom discípulo de Jesus Cristo ou retroceder como desertor infame e obstinado.

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