Posts Tagged ‘João 15:16’

3 De Agosto
Eis que subimos para Jerusalém“, Luc.18.31

Jerusalém, na vida do Senhor, foi o lugar onde ele atingiu o auge de toda a vontade do Pai. “Não procuro a minha própria vontade e, sim, a daquele que me enviou”, João 5:30. Esse foi o interesse dominante durante toda a sua vida e tudo o que com ele se deparou em seu caminho, alegrias ou tristezas, sucessos ou fracassos, nunca o desviaram do seu propósito. “Manifestou o firme propósito de ir para Jerusalém”, Luc.9:51.

A coisa mais importante de nos lembrarmos é que subimos para Jerusalém para cumprir o propósito que Deus nos incumbiu e nunca o nosso próprio. Naturalmente que nossos anseios nos pertencem; mas, na vida cristã não temos objectivos próprios. Fala-se tanto, hoje em dia, de nossas decisões por Cristo, nossa determinação de sermos cristãos, nossas decisões a favor disto e daquilo, mas, o que ressalta do Novo Testamento é o aspecto do impulso da vontade de Deus dentro de nós. “Não fostes vós que me escolhestes a mim; fui eu que vos escolhi…”, João 15:16.

Não somos levados a fazer um acordo consciente com o propósito de Deus; somos impelidos a cumprir os propósitos de Deus sem ter deles a mínima consciência, por vezes. Não temos nenhuma noção do que Deus está pretendendo connosco e, na medida que prosseguimos, o propósito dele torna-se cada vez mais vago para nós. Temos a impressão de que Deus está errando o alvo porque somos por demais míopes e não enxergamos a Jerusalém que ele está visando. No começo da vida cristã, temos nossas próprias ideias sobre o objectivo de Deus connosco: “Eu tenho que ir para aqui ou para ali”; “Deus chamou-me para fazer um trabalho em todo especial” e vamos para o fazermos, mas, o forte impulso de Deus permanece ainda dentro de nós. O trabalho que realizamos não tem nenhuma importância; comparado com o grande impulso de Deus dentro de nós, não passa de meros andaimes para chegarmos a algo. “Tomando consigo os doze” – ele nos chama continuadamente. Há algo mais do que aquilo que havemos recebido até agora.

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

25 De Outubro
Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns“, 1 Cor.9.22

Qualquer obreiro evangélico ou cristão tem de saber aprender a ser uma pessoa nobre e de enorme excelência e de valor no meio de coisas vulgares e sem valor absoluto. Nunca faça esta queixa: “Se ao menos eu estivesse num outro lugar…!” Todos os servos de Deus são pessoas comuns que se tornaram invulgares, mediante a vida que lhes for dada por ele. Se não tivermos os pensamentos e os sentimentos certos, deixaremos de ter utilidade para Deus. Não somos obreiros de Deus por escolha pessoal. Muitas pessoas candidatam-se voluntariamente para o ministério; porém, não levam em si nada da omnipotente graça de Deus e nada da sua poderosa Palavra como testemunho eficaz. Todo o coração, mente e alma de Paulo eram dominados pelo grande propósito que Jesus Cristo veio realizar em todos nós; ele nunca perdeu de vista esse propósito excelente. Temos que encarar sempre este facto único como o principal: “Jesus Cristo e este crucificado”, 1 Cor.2:2.

“Eu vos escolhi”, João 15:16. Mantenha em seu coração esta marca de grandeza exclusiva. Não é que você já tenha conquistado Deus, mas, antes que ele o conquistou a si do Seu jeito peculiar. Deus está operante aqui nesta escola, dobrando, quebrando, moldando, agindo e promovendo a Sua vontade em exclusividade para cada individuo. Por que estará ele a fazer tudo isso, não sabemos; mas, o seu objectivo é apenas um – poder dizer: “Este homem é meu servo, esta mulher é minha serva”. Temos que estar de tal forma nas mãos de Deus, que ele nos tenha porque usar e nos possa firmar junto com outros na mesma rocha.

Nunca se candidate voluntariamente ao ministério; porém, se Deus o chamou para ele, ai de si caso se desvie “para a direita ou para a esquerda” desse chamamento, Deut.28:14! Ele lhe fará o que nunca fez antes de lhe haver chamado; fará consigo o que não faz com outras pessoas. Permita que ele faça a vontade dele na esfera de toda a sua vida.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

3 De Agosto
Eis que subimos para Jerusalém“, Lucas 18.31

Jerusalém, na vida do Senhor, foi o lugar onde ele atingiu o auge de toda a vontade do Pai. “Não procuro a minha própria vontade e, sim, a daquele que me enviou“, João 5:30. Esse foi o interesse dominante durante toda a sua vida e tudo o que com ele se deparou em seu caminho, alegrias ou tristezas, sucessos ou fracassos, nunca o desviaram do seu propósito. “Manifestou o firme propósito de ir para Jerusalém“, Lucas 9:51.

A coisa mais importante de nos lembrarmos é que subimos para Jerusalém para cumprir o propósito que Deus nos incumbiu e nunca o nosso próprio. Naturalmente que nossos anseios nos pertencem; mas, na vida cristã não temos objectivos próprios. Fala-se tanto, hoje em dia, de nossas decisões por Cristo, nossa determinação de sermos cristãos, nossas decisões a favor disto e daquilo, mas, o que ressalta do Novo Testamento é o aspecto do impulso da vontade de Deus dentro de nós. “Não fostes vós que me escolhestes a mim; fui eu que vos escolhi…“, João 15:16.

Não somos levados a fazer um acordo consciente com o propósito de Deus; somos impelidos a cumprir os propósitos de Deus sem ter deles a mínima consciência, por vezes. Não temos nenhuma noção do que Deus está pretendendo connosco e, na medida que prosseguimos, o propósito dele torna-se cada vez mais vago para nós. Temos a impressão de que Deus está errando o alvo porque somos por demais míopes e não enxergamos a Jerusalém que ele está visando. No começo da vida cristã, temos nossas próprias ideias sobre o objectivo de Deus connosco: “Eu tenho que ir para aqui ou para ali”; “Deus chamou-me para fazer um trabalho em todo especial” e vamos para o fazermos, mas, o forte impulso de Deus permanece ainda dentro de nós. O trabalho que realizamos não tem nenhuma importância; comparado com o grande impulso de Deus dentro de nós, não passa de meros andaimes para chegarmos a algo. “Tomando consigo os doze” – ele nos chama continuadamente. Há algo mais do que aquilo que havemos recebido até agora.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16