Posts Tagged ‘João 13:37’

16 De Junho
Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.. mas tenho-vos chamado amigos“, João 15.13,15

Jesus não nos pede que morramos por ele, mas, que demos a vida para ele. Pedro disse: “Por ti darei a própria vida”(João 13:37) e disse para valer; seu sentido de heroísmo era magnífico. Ai de nós se formos incapazes de fazer uma declaração como a que Pedro fez aqui ao Senhor. Só se percebe o sentido do dever através deste tipo de heroísmo. Alguma vez o Senhor lhe perguntou: “Darás a tua vida por mim?” (João 13:38) É muito mais fácil morrer do que dar a vida, diariamente, com a convicção de um chamado divino. Não fomos feitos para os momentos de glória, mas, temos que caminhar à luz deles em toda a nossa vida diária. Houve um único momento de glória na vida de Jesus no Monte da Transfiguração; depois, ele esvaziou-se pela segunda vez da sua glória e desceu para se encontrar com o demónio no vale, Marcos 9:1-29. Durante trinta e três anos Jesus deu sua vida para fazer a vontade do Pai; e João diz: “Devemos dar nossa vida pêlos irmãos”, 1 João 3:16, embora fazer isso seja contrário à própria natureza humana.

Se sou amigo de Jesus, tenho que dar minha vida por ele, com responsabilidade e deliberação. Isso é difícil, mas, graças a Deus que é difícil. A salvação é fácil porque custou muito para Deus, mas, a manifestação dela em minha vida torna-se difícil. Deus salva uma pessoa, unge-a com o Espírito Santo e depois diz-lhe: “Agora desenvolva a sua salvação; seja leal a mim, mesmo embora a influência de tudo que o cerca o induza a ser desleal”. “Tenho vos chamado amigos”. Permaneça leal ao seu amigo, para se lembrar de que a honra dele está empenhada e penhorada em sua vida terrena.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

4 De Janeiro

Pedro lhe disse: Senhor, por que não posso seguir-te agora?João 13.37

Há ocasiões em que você não consegue entender por que não pode fazer aquilo que quer. Quando Deus lhe apresentar um espaço em branco, tome o cuidado de não o preencher logo ali à pressa; espere. O espaço em branco pode ser para lhe ensinar o que significa santificação, ou poderá vir após a santificação para ensinar-lhe o que significa labor. Nunca se antecipe à orientação de Deus. Se houver a mais leve dúvida, será porque ele não o está guiando. Sempre que houver dúvida — não faça nada.

No começo, pode ser que veja claramente que é a vontade de Deus que faça algo – romper uma amizade, ou uma relação comercial – algo que você sente nitidamente, diante de Deus, ser orientação Sua directamente para si naquele momento; mas, não faça nada sob o impulso desse sentimento. Se o fizer, acabará criando dificuldades que levarão anos a serem corrigidas. Espere até chegar a hora de Deus e ele o fará sem causar qualquer mágoa ou desapontamento. Quando se tratar da vontade providencial de Deus, deixe Deus agir por Ele.

Pedro não esperou em Deus; ele tentou imaginar como a sua fé teria de ser provada, mas essa prova veio num módulo que ele não esperava. “Senhor, estou pronto a ir contigo… para a morte.” A declaração de Pedro foi sincera, mas ingénua. “Jesus lhe disse: antes que o galo cante (…) três vezes negarás que Me conheces”. Com essas palavras Jesus revelou um conhecimento mais profundo de Pedro do que o próprio Pedro possuía. Não podia seguir Jesus porque não se conhecia a si mesmo, nem sabia do que era (in)capaz. Uma devoção natural pode impelir-nos para Jesus, ou fazer-nos sentir o seu fascínio, mas, nunca nos tornará discípulos no verdadeiro sentido da palavra. A devoção natural, de uma forma ou outra, terminará sempre negando a Jesus.

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