Posts Tagged ‘Cristianismo’

O Cristianismo começou na Palestina como uma comunhão (relacionamento); foi levada para a Grécia e tornou-se numa Filosofia (maneira de pensar); foi levada à Roma e transformou-se numa instituição (lugar para visitar); posteriormente, foi levado para a Europa e transformou-se em cultura (costumes) e, então, chegou a America e tornou-se em empreendedorismo (negócios, o que tem sido atualmente). Que tal voltarmos para o que era suposto ser: relacionamento? – Priscilla Shirer (parafraseando, Sam Pascoe)

Mito: dizer a verdade implica perder amigos. – Joseph Grenny

As pessoas nao sao defensivas pelo que voce diz, elas são defensivas pelo porquê diz. – idem

Tão logo que nos tenha sido revelado o problema devemos partir logo para a acção.- Wilfredo de Jésus

Não podemos permitir que as nossas orações se transformem em obstáculos para fazermos algo.- ibid. 

A liderança parte do que somos e não do que fazemos.- Don Flow

Autoconhecimento é bastante indefinido, tire tempo para descobrir o que está oculto na sua liderança perguntando aos outros.- Bill Hybels

A redenção sempre antecede a justificação e, posteriormente, a adoração.- Ravi Zacharias

A transformação do coração é o que o leva a amar a lei.-ibid.

O pecado é uma condição antes de transformar-se em acção.- idem

Lavando a bomba não torna a água limpa. É necessário um coração correcto com Deus.- D. L. Moody

Ore com a confiança absoluta de que Deus está do seu lado.- K. P. Yohannan

 As nossas orações não são respondidas com base ao nível da nossa santidade ou pelo quanto somos fortes. Não. É a sua graça. Precisamos lembrar-nos disto se quisermos uma vida de oração segura e efectiva.- K. P. Yohannan

 

Hoje, celebra-se o Dia da Reforma. Que tal uma leitura das 95 Teses do Rev. Frei Martinho Lutero? A primeira evidência pública para o nascimento da Reforma Protestante. Desejo-lhe uma boa leitura.    El Predicador

Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, façam-no por escrito.

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amém.

  1. Ao dizer: “Fazei penitência”, etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
  2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
  3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
  4. Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
  5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
  6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.
  7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
  8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
  9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
  10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
  11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
  12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
  13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
  14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.
  15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
  16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semi-desespero e a segurança.
  17. Parece necessário, para as almas no purgatório, que o horror devesse diminuir à medida que o amor crescesse.
  18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
  19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.
  20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
  21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
  22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
  23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
  24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
  25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.  Continua aqui.                                                                           Fonte:

[1] Wikipedia

[2] Antonio Gasparetto Junior

[3] History

[4] Christianity.com

É desejo de Deus falar com os seus filhos até mesmo quando oramos. Muitas vezes definimos oração como “conversar com Deus”; ora bem, uma conversa é um processo comunicativo e numa comunicação há (ou pelo menos deve haver) receptor e emissor e, portanto, se oração é comunicação com Deus então, poucas vezes nós cristãos praticamos “comunicação” pois nas nossas orações tem havido apenas o emissor ou, muitas vezes, aquele que ora exerce os dois papeis ao mesmo tempo mas, cegamente.

E, consequentemente nem nos apercebemos das respostas do Pai, ou fazemos orações distorcidas, ou ainda, fazemos orações anti-Bíblicas, i.e., motivadas pela carne. O Pai quer falar connosco pois oração é realmente falar com Deus. Tal como li ultimamente em um livro ou artigoª, “enquanto oramos, Deus escuta-nos atentamente esperando a sua vez mas, somos tão apressados que corremos para o “ámem” sem ao menos paramos para ouvir a sua voz e Ele (Deus) fica num estado como quem quissesse dizer “espera, também tenho algo a dizer“. Deviamos todos aprender e praticar a “oraçao da via dupla”; eu falo, Deus fala e vice-versa.

Deus deseja e muito comunicar-se com os seus:

E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas,

e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. João 10:4 (ACF)

Deus fala de várias maneiras e todas elas condizem com a sua Palavra. O problema não está em Deus mas, no homem pois este tem dificuldades em discernir a voz do Senhor, muitas vezes confunde-a com a sua própria voz ( a interior), quantas vezes ouvimos o “assim diz o Senhor” quando na verdade foi a carne (frango, galinha, etc) que falou?  e, inclusive, há aquelas vezes que a voz do Eterno é confundida com a de Satanás (bum!!!). Mas, a afirmação de Cristo no texto acima deixa claro que Ele quer falar com os seus, Ele fala com os seus e, também, os seus conhecem a sua voz, ou seja, eles estão em condições de ouvi-LO; sim, muitas vezes é confuso discerni-LO temos relatos (na Bíblia) de homens tementes que também tiveram as mesmas dificuldades mas, já pensou como seria catastrófico esquecer a voz do seu amigo? Deus é meu amigo?! Eu, também, tenho tido dificuldades e muitas vezes; já tomei decisões que afectaram negativamente tanto a mim como a terceiros simplesmente por falta de discernimento. Aham! Essa é engraçada!!rsrs Lembro-me de uma vez, na Jocumº, ter acordado com uma grande sede de passar o dia em oração mas, tinha um outro grande desejo nesse dia pois não queria apenas orar, queria ouvir a voz de Deus mas, queria a voz audível de Deus rsrs. Lembro-me ter ido ao monte e enquanto orava disse: “Deus, eu não quero voz interior mas, uma voz audível” e, naquela intesidade de oração a minha sáliva foi secando e vindo a tornar-se muito branca. De repente começou a chuviscar e lá estava eu a orar sem parar fale comigo, hoje quero ouvir a sua voz audível, e quando parei, dei um suspiro um pouco prolongado que emitiu um som pois estava sozinho no lugar mas, fiquei com medo e comecei a tremer pois pensei que era o suspiro de uma outra pessoa…só sei que estava a tremer de tanto medo que quando abri os olhos e descobri que o suspiro era o meu, disse para comigo mesmo “quero ouvir a voz audível de Deus mas, do som do meu próprio suspiro tenho medo?!”  Prontos, esqueci infelizmente a ideia do “quero ouvir a voz audível” e desci do monte meio triste comigo mesmo.

Quanto mais nos relacionarmos com Deus, mais aprenderemos sobre Ele. Mas, relacionar-se com Deus começa com “morte”; sim, tivemos acesso a cidadania do Seu reino através da Sua morte na cruz e, para aprendermos com Ele e sobre Ele é necessário que morramos de nós mesmos todos os dias e Ele viva em nós e através de nós todos os dias e é a isto que devemos pensar ao referirmo-nos ao relacionamento com Deus ou a viver em dependência de Deus, morte.  A minha caminhada com Ele, requer tempos de conversa, tempos de estudo individual e colectivo da Sua Palavra  pois não tem como ouvir a voz de Deus quando não dispenso tempo para Deus.

Ele está tão disposto em fazer parte de tudo quanto envolve a nossa vida. Ele quer participar das nossas conversas com Ele; Ele fala de várias formas até mesmo através daquelas coisas “insignificantes” mas, a pergunta é: estou disposto a ouvir?

Hoje aprendi mais uma lição nessa discíplina (ouvir a voz de Deus): tenho passado por algumas dificuldades financeiras ultimamente mas, estou feliz por não ser devedor de alguém e, consequentemente, ser servo de algum homem (“…e o que toma emprestado é servo do que empresta.” Provérbios 22:7 – ACF). Pelo contrário tenho estado a aguardar por um depósito por parte da universidade mas, que tem demorado pois com a conta rota e o cartão de crédito a ser cobrado no dia 10 do corrente corria o risco de ser penalizado pelo banco; no entanto pela manha ao chegar o homem do correio ouvi aquela suave voz acompanhada daquela linda paz inexpremível a orientar-me que fosse verificar a minha caixa de correio.  Eu mesmo sentindo a paz do Senhor que ultrapassa todo o entendimento fiquei a pensar em como poderia resolver o problema e pus-me a procurar por algumas divisas em casa para fazer um depósito urgente mas, o que é lindo é que aquela paz interior e aquela voz “veja o seu correio” não desapareceram e lá fui eu verificar o que chegou e… o que encontrei?! uma nota do banco a confirmar o depósito efetuado no dia anterior ao cancelamento temporário do cartão.

Ande nos caminhos de Deus e peça-Lhe que te ensine a ouvir a sua voz. Exercita os seus ouvidos nessa caminhada e aprenda a discernir a voz do Pai. Esteja atento(a) pois mesmo na escola do silêncio (de Deus) as aulas são poderosas.

El Predicador

ª Não me recordo quem escreveu e muito menos como estava descrito mas, fiz um esforço para apresentar a ideia e ao mesmo tempo evitar acréscimos.

º Isto aconteceu há 14 anos. Sim, sei que é muito tempo mas, mesmo assim, ainda acho que pode servir de edificação para alguém; prontos, já contei.

Imagine-se fazendo um requerimento para ir ao céu. O que registraria como aptidões suas?

  • Eu sempre confiei em Deus.
  • Eu fui uma pessoa religiosa.
  • Eu tentei viver uma vida boa.
  • Eu fui baptizado.
  • Eu ia a igreja.
  • Eu nunca fiz algo realmente mau.
  • Eu fui filho de pastor ou melhor, eu mesmo fui um pastor.

Se tivesse que citar qualquer destas qualidades num requerimento para ir ao céu, isto indicaria de que não entende a inutilidade da religião. O único requerimento que haveria de ser aceite no céu seria aquele no qual enumerasse as seguintes aptidões:

  • Eu não posso citar nenhum mérito próprio.
  • Eu tenho sido um pecador desde o meu nascimento.
  • Eu não venho em meu nome, mas em nome de Jesus.
  • Eu creio que Jesus é o Filho de Deus e meu Salvador.
  • Eu aceitei o Seu sacrifício pelos meus pecados.
  • Eu creio que Ele ressuscitou dos mortos.
  • Eu coloquei a minha fé em Jesus Cristo para ser salvo.

Esta é a confiança do apóstolo Paulo que, para distinguir entre religião e Cristo, escreveu:” Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos criação d´Ele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Efésios 2:8-10)

Prezado amigo, se as suas aptidões seriam as qualidades da primeira lista, então ainda não é cristão mas, um autêntico religioso e se as suas qualidades não se encaixam em nenhuma das listas então seu destino é o mesmo com o de um religioso: perdição eterna.

No entanto este, não é o desejo de Deus antes pelo contrário, Ele deseja o melhor para si mas, tudo depende de si!!! Por favor, queira considerar agora mesmo alguns minutos para Deus, abra o seu coração para Ele e fale com Ele.