Archive for the ‘Meditações de Oswald Chambers…’ Category

23 De Junho
Homem de dores e que sabe o que é padecer“, Is.53.3

Não conhecemos o sofrimento do mesmo jeito que nosso Senhor o conheceu; suportamo-lo, passamos por ele, mas, não o conhecemos profundamente. No começo não levamos em conta a realidade do nosso pecado. Adoptamos uma visão racional da vida e dizemos que, se um homem controlar seus instintos e se disciplinar, pode levar uma vida correcta e acabará tornando sua vida igual à de Deus. Mas, à medida em que prosseguimos, descobrimos a presença de algo que não havíamos levado em conta, isto é, o pecado e isso transtorna todos os cálculos e planos futuros. O pecado tornou a origem de nosso pensar muito instável e imprevisível, incontrolável e por vezes irracional.

Temos que reconhecer que o pecado é um facto, não um defeito; o pecado é um motim contra Deus. Deus ou o pecado – um dos dois tem que morrer em minha vida; o Novo Testamento leva-nos a concluir isso mesmo. Se o pecado me governar, a vida de Deus em mim será chacinada; se Deus me governar, o pecado em mim será mortificado e morrerá. Não há outra conclusão a tirar para além dessa. O apogeu do pecado foi a crucificação de Jesus Cristo e o que foi realidade quando da vinda de Deus à terra, será também realidade na nossa vida. Temos que reconhecer o facto de que o pecado é a única explicação da vinda de Jesus Cristo ao mundo e a explicação para todas as dores e sofrimentos que possamos experimentar.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

22 De Junho
Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também“, Mat.7.2

Essa afirmação não é uma suposição casual, é uma lei eterna de Deus. Qualquer julgamento do qual você fizer uso, servirá de medida exacta contra si próprio. Existe uma diferença entre retaliação e retribuição. Jesus diz que a base da vida é a retribuição: “Com a medida com que tiverdes medido, vos medirão a vós também”. Se tem sentido muita facilidade em descobrir os defeitos dos outros, lembre-se de que essa será exactamente a medida que se aplicará a si também. O salário que a vida lhe paga, será sempre o mesmo com o qual você pagou (só recebe da vida o que deu a ela). E essa lei se aplica desde o trono de Deus descendo até entre nós nos dias de hoje, Sal.18.25-26.

Rom.2 aplica esse princípio de uma forma ainda mais explícita, pois diz que aquele que critica o outro em qualquer coisa tem esse mesmo pecado ou defeito. Deus não olha apenas para o acto, ele olha para a possibilidade de este vir a ser cometido, olhando para a fonte que existe em nossos corações. Para começar, não acreditamos muito nas afirmações que a Bíblia contém. Por exemplo, acaso acreditamos nessa afirmação, de que somos culpados das coisas que possamos criticar nos outros? A razão por que vemos hipocrisia, mentira e falsidade nos outros é que tudo isso está de facto em nosso próprio coração também. A grande característica do servo de Deus é a humildade: “Sim, todas essas coisas e outros males ainda, ter-se-iam manifestado em mim não fosse a graça de Deus; por isso, não tenho esse direito de julgar ninguém”.

Jesus diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados”, Mateus 7:1. Se julgar, será julgado através da mesma medida que aplicou. Quem dentre nós ousaria apresentar-se diante de Deus e dizer: “Ó Deus, julga-me como tenho julgado meus semelhantes”? Temos considerado nossos semelhantes pecadores; se Deus fosse julgar-nos desse modo, estaríamos no inferno há muito tempo. Mas é com base na maravilhosa expiação de Jesus Cristo que Deus nos julga ainda.

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21 De Junho
Vós, porém, sois… sacerdócio real“, 1 Ped.2.9

Através de que direito nos tornamos em “sacerdócio real”? Pelos direitos da expiação. Estaremos preparados para nos desconsideramos a nós próprios para nos lançarmos ao trabalho sacerdotal de intercessão? Aquele incessante auto-exame de nosso íntimo para ver se somos como deveríamos ser, gera um tipo de cristianismo mórbido e egocêntrico e nunca uma vida robusta e simples de um filho de Deus. Enquanto não entrarmos num relacionamento certo com Deus, viveremos como que pendurados por um fio e diremos: “Que maravilhosa vitória alcancei!” Não há, nisso, nada que demonstre que o milagre da redenção se realizou. Creia de todo o coração que a redenção está completa e não se preocupe mais consigo próprio, mas, antes comece a fazer o que Jesus Cristo mandou – ore pelo amigo que vem procurá-lo à meia-noite, ore pelos irmãos em Cristo, ore por todos os homens. Ore sabendo que você só é perfeito em Cristo Jesus e não quando se baseia nesse tipo de súplica: “Oh, Senhor, eu fiz o melhor que podia, por favor, ouve-me!”

Quanto tempo Deus irá levar para nos poder libertar do mórbido hábito de pensarmos em nós próprios ainda? Precisamos de nos enjoar de nós mesmos, até que não haja mais nenhuma surpresa diante de qualquer coisa que Deus possa dizer a nosso respeito. Nossa impiedade é tão profunda que nunca chegaremos ao fundo do conhecimento dela. Existe apenas uma posição na qual somos rectos – em Cristo Jesus. Sempre que estivermos ali, temos que nos “derramar” em intercessão, com o máximo de esforço, nesse “ministério da Vida interior”.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

20 De Junho
Mudou o Senhor a sorte de Jó, quando este orava pêlos seus amigos“, Jó 42.10

A oração mórbida, egocêntrica, lamuriosa, prova que quero mostrar-me como certo e não se encontra no Novo Testamento. O facto de permanecer tentando ser recto perante Deus é sinal de que estou em fase de rebeldia contra a expiação. “Senhor, eu purificarei meu coração se responderes à minha oração; se me ajudares, terei uma vida certa”. Não sou capaz de tornar-me correcto perante Deus; não conseguirei tornar minha vida perfeita. Só consigo acertar a minha vida com Deus se aceitar a expiação do Senhor Jesus Cristo como uma dádiva real. Serei suficientemente humilde para aceitá-la assim? Tenho que renunciar a todo tipo de reivindicação, parar com todo esforço pessoal e entregar-me de maneira definitiva nas mãos dele, para depois poder lançar-me ao trabalho e ao sacerdócio da intercessão. Muitas orações, na verdade, brotam de uma descrença na expiação. Jesus não está começando a salvar-nos; ele já nos salvou, a obra já está realizada e é um insulto pedir que ele a torne a realizar.

Se você não tem conseguido o resultado de cem por um (ver Mateus 19:29), se não tem conseguido uma boa compreensão da Palavra de Deus, então comece a orar por seus amigos, entre no “ministério do interior”. “Mudou o Senhor a sorte de Jó quando este orava pêlos seus amigos”. O verdadeiro propósito de toda a sua vida como pessoa salva é a oração intercessória. Em qualquer situação que Deus o colocar, ore imediatamente; ore para que a expiação possa tornar-se realidade noutras vidas também, conforme tem sido na sua. Ore por seus amigos, agora; ore por aqueles com quem entra em contacto, mas, ore agora.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

19 De Junho
Tu me amas?… Apascenta as minhas ovelhas“, João 21.16

18 De Junho
Prossiga Reconhecendo só Jesus
E Pedro… andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo“, Mat.14.29,30

O vento estava realmente forte, as ondas muito altas, mas, Pedro, de início, não se apercebeu delas. Ele nem pensou nelas: só reconheceu o seu Senhor e, saltando do barco, caminhou logo sobre as águas. Mas, depois que passou a tomar consciência de como eram as coisas, logo ali começou a afundar. Por que não poderia o Senhor tê-lo capacitado para caminhar debaixo das ondas tão bem quanto caminhara por cima delas? Ele bem podia, mas, nem uma nem outra coisa seriam conseguidas a não ser pelo reconhecimento do Senhor Jesus da parte de Pedro.

Apoiados em Deus poderemos perfeitamente andar sobre quaisquer “ondas”, mas, assim que a auto-estima entra em cena, logo nos afundamos. Se estamos reconhecendo o Senhor, não precisamos preocupar-nos com o lugar onde ele nos coloca e nem com as circunstâncias que nos envolvem. As circunstâncias estão ali e assim que olhamos para elas somos derrotados, não conseguimos reconhecer Jesus e vem então a repreensão: “Por que duvidaste?” Mateo 14:31. Quaisquer que sejam as circunstâncias, continuemos reconhecendo Jesus e mantenhamos sempre absoluta confiança nele.

Se contestarmos por um segundo sequer o que Deus nos fala, estará tudo acabado logo ali. Não abriguemos nunca a dúvida: “Será que ele falou mesmo?” Sejamos ousados. Lancemos tudo sobre ele de imediato. Não sabemos quando a voz de Deus soará, mas, sempre que tivermos a percepção dela, por mais subtil que nos seja, entreguemo-nos de inteiro coração a ele. Só pela entrega é que o reconheceremos. Só através de uma entrega sem reservas perceberemos mais claramente da sua voz.

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17 De Junho
Não julgueis, para que não sejais julgados“, Mat.7.1

No que diz respeito a julgar, Jesus diz: “Não”. O cristão comum é um indivíduo crítico ao extremo. A crítica faz parte das faculdades comuns do homem; mas, no campo espiritual, nada se consegue através da crítica. O efeito da crítica é a destruição dos potenciais daquele que é criticado; o Espírito Santo é o único que está em condições de criticar, só ele é capaz de mostrar o que está errado sem magoar nem ferir. É impossível entrar em comunhão com Deus quando se tem um espírito crítico, pois ele nos torna duros, vingativos, cruéis e nos deixa com a lisonjeira presunção de que somos superiores a quem acabamos de criticar. Jesus diz-nos que, como discípulos, temos de cultivar um estado de espírito que não critica. Isso não se consegue de uma vez. Evite qualquer atitude que o coloque numa posição de superioridade.

Não há como escapar à sondagem de Jesus. Se estou vendo o argueiro no olho de alguém, isso significa que tenho uma trave no meu (ver Mateus 7:3-5). Tudo o que possa ver de errado em si, Deus o encontrará em mim também. Todas as vezes que julgo alguém, me condeno a mim mesmo, Rom.2.17-20. Chega de medirmos a vida dos outros. Sempre existe na vida dos outros um lado que desconhecemos. O que Deus tem que fazer é submeter-nos a uma limpeza espiritual própria; e, depois disso, não restará espaço de manobra para qualquer tipo de orgulho em nós. Nunca mais achei alguém de quem pudesse desesperar depois de verificar o que está em mim aparte da graça de Deus.

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16 De Junho
Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.. mas tenho-vos chamado amigos“, João 15.13,15

Jesus não nos pede que morramos por ele, mas, que demos a vida para ele. Pedro disse: “Por ti darei a própria vida”(João 13:37) e disse para valer; seu sentido de heroísmo era magnífico. Ai de nós se formos incapazes de fazer uma declaração como a que Pedro fez aqui ao Senhor. Só se percebe o sentido do dever através deste tipo de heroísmo. Alguma vez o Senhor lhe perguntou: “Darás a tua vida por mim?” (João 13:38) É muito mais fácil morrer do que dar a vida, diariamente, com a convicção de um chamado divino. Não fomos feitos para os momentos de glória, mas, temos que caminhar à luz deles em toda a nossa vida diária. Houve um único momento de glória na vida de Jesus no Monte da Transfiguração; depois, ele esvaziou-se pela segunda vez da sua glória e desceu para se encontrar com o demónio no vale, Marcos 9:1-29. Durante trinta e três anos Jesus deu sua vida para fazer a vontade do Pai; e João diz: “Devemos dar nossa vida pêlos irmãos”, 1 João 3:16, embora fazer isso seja contrário à própria natureza humana.

Se sou amigo de Jesus, tenho que dar minha vida por ele, com responsabilidade e deliberação. Isso é difícil, mas, graças a Deus que é difícil. A salvação é fácil porque custou muito para Deus, mas, a manifestação dela em minha vida torna-se difícil. Deus salva uma pessoa, unge-a com o Espírito Santo e depois diz-lhe: “Agora desenvolva a sua salvação; seja leal a mim, mesmo embora a influência de tudo que o cerca o induza a ser desleal”. “Tenho vos chamado amigos”. Permaneça leal ao seu amigo, para se lembrar de que a honra dele está empenhada e penhorada em sua vida terrena.

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15 De Junho
Por isso mesmo… associai à vossa fé…“, 2 Ped.1.5

Na Questão da Rotina. Você herdou a natureza divina, diz Pedro (v.4), portanto concentre a atenção na formação de hábitos, com toda a diligência. Ninguém nasce com o carácter formado; nem o adquire pelo novo nascimento; ele tem que ser desenvolvido, 2 Ped.1.4,5. Tampouco nascemos com hábitos; temos que formar hábitos baseados na nova vida que Deus colocou dentro de nós. Não fomos feitos para ser santinhos de auréola, mas, pessoas comuns que vivem santamente, exibindo as maravilhas da graça de Deus com essa finalidade. A rotina é a pedra de toque do carácter. O maior impedimento e o maior tropeço para a vida espiritual, será querermos realizar grandes coisas. “Jesus… tomando uma toalha… passou a lavar os pés aos discípulos”, João 13:3-5.

Há ocasiões sem brilho nem emoção; apenas a rotina diária das tarefas comuns. Entre um e outro momento de inspiração, a rotina é o meio usado por Deus para nos poder salvar de nós mesmos. Não espere que Deus lhe dê sempre momentos de emoção divina, mas, antes aprenda a viver na rotina enfadonha através do poder de Deus.

O difícil é esse “associai”. Afirmamos que não esperamos que nossa vida seja um mar de rosas e, todavia, agimos como se esperássemos que fosse assim! A obediência a Deus até num pequeno ponto tem por trás dela toda a omnipotente força da graça de Deus. Se cumpro o meu dever, não por obrigação, mas porque acredito que Deus planeja todas as minhas circunstâncias, então, exactamente naquele momento da minha obediência toda a graça maravilhosa de Deus torna-se minha através da expiação também.

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14 De Junho
Permanecei em mim“, João 15.4

Na Questão da Determinação. O Espírito de Jesus me é dado através da expiação que existe n’Ele – depois disso tenho que desenvolver com paciência uma forma de pensar, que esteja perfeitamente de acordo com a do meu Senhor. Deus não vai fazer-me pensar como Jesus; eu tenho que fazê-lo por mim mesmo como Ele, ainda; tenho que levar cativo todo pensamento à obediência de Cristo. “Permanecei em mim” – em questões intelectuais, em questões de dinheiro, em todas as questões que fazem da vida humana o que ela pode ser para todos nós.

Estarei eu ainda impedindo que Deus participe em minhas circunstâncias porque acho que isso impedirá minha comunhão com ele? Que impertinência! Não importa quais sejam as circunstâncias de minha vida; posso estar tão certo de que permaneço em Jesus ao vivê-las com Ele, como estaria se participasse numa reunião de oração. Não preciso alterar nem ser eu a dar um jeito em minha situação. No caso do Senhor, a permanência no Pai era perfeita; onde quer que seu corpo estivesse, ele estava em comunhão com Deus. Ele nunca escolhia sua própria situação, mas, submetia-se às determinações do próprio Pai. Pense na maravilhosa calma da vida do Senhor! Nossa vida com Deus tem sido uma constante agitação; não há em nós nada da serenidade da “vida oculta com Cristo em Deus”, Colossenses 3:3.

Pense naquilo que atrapalha sua permanência em Cristo: “Sim, Senhor, mas, espere só um minuto; eu tenho que fazer isto: permanecerei contigo depois que isso acabar; no fim desta semana tudo estará certo e então ficarei contigo”. Tome uma atitude; comece a permanecer em Cristo agora, já. Na fase inicial, será preciso um esforço contínuo até que isso se torne de tal forma uma prática de vida, que você acabe permanecendo nele inconscientemente. Resolva permanecer em Jesus onde quer que se ache.

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