Archive for the ‘Meditações de Oswald Chambers…’ Category

28 De Abril
Eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores“, Jer.45.5

Esse é o inabalável segredo do Senhor para aqueles que nele confiam: “Eu te darei a tua vida”. Que mais deseja o homem senão a sua vida? É o que há de essencial nele. “Tua vida como despojo” significa que, aonde quer que você vá, ainda que seja no inferno, de lá sairá com vida; nada poderá prejudicá-la. Muitos de nós mostram-se fascinados pela grandeza das coisas, não no sentido de ter propriedades e bens, claro, mas de bênçãos. Tudo isso terá que ser abandonado; mas, há algo maior que nunca passará: a vida que está “oculta juntamente com Cristo, em Deus”.

Você está disposto a deixar que Deus o coloque dentro duma profunda união com ele e a não prestar mais atenção ao que você chama de coisas grandes? Está disposto a entregar-se totalmente a Deus e a abrir mão de tudo? A prova da entrega está em recusar-se a perguntar: “E quanto a isto?” Evite suposições. Tão logo você questiona: “E quanto a isto?”, fica evidente de como não se entregou, que não confia realmente em Deus. Assim que você se entrega, pára de ficar conjecturando o que Deus vai fazer. A entrega total implica em negar-se a si mesmo o luxo de fazer quaisquer perguntas. Se você se entregar totalmente a Deus, ele de pronto lhe dirá: “Eu te darei a tua vida como despojo”. A razão por que as pessoas se cansam da vida é que ela não lhes veio de Deus, não receberam de Deus a vida como despojo. A maneira de sair dessa situação é entregarem-se a Deus. Quando finalmente conseguir render-se a ele, será você quem ficará mais espantado e encantado; Deus ter-se-á apossado totalmente de si e lhe terá dado a sua vida por despojo total. Se você ainda não chegou a esse ponto, ou será por causa da desobediência, ou por recusar-se a ser simples.

 REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

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10 De Abril
Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído e não sirvamos o pecado como escravos“, Rom.6.6

Co-crucificação. Já chegou a tomar este tipo de decisão acerca do pecado – que ele deve ser totalmente exterminado em si? Leva muito tempo a chegarmos a tomar esta decisão moral em relação ao nosso pecado, mas, o grande momento de nossa vida é quando decidimos que, assim como Jesus Cristo morreu pêlos pecados do mundo, assim também o pecado deve morrer para mim; não apenas que o pecado seja contido, suprimido ou contrariado, mas antes totalmente crucificado. Ninguém pode levar outro a tomar essa decisão por ele. Podemos estar seriamente convencidos e religiosamente convencidos, mas, o que precisamos fazer é chegar à realidade que Paulo se impôs poder esclarecer aqui.

Aprume-se, passe uma hora a sós com Deus, tome essa decisão e ore: “Senhor, identifica-me com a tua morte até que eu saiba que o pecado que há em mim está morto”. Tome a decisão moral de que o pecado que há em si esteja morto.

Não se tratava de uma expectativa espiritual da parte de Paulo, mas, de realidade factual, duma experiência muito radical e identificada. Estarei disposto a deixar que o Espírito de Deus me sonde até que eu entenda o que é essa disposição sobre todo o pecado – aquilo que milita contra o Espírito de Deus em mim? Depois disso, estarei de acordo com o veredicto de Deus sobre essa disposição do pecado em mim – que deve estar identificado com a morte de Jesus? Não posso considerar-me “morto para o pecado”, Rom.6:11, a menos que tenha passado por essa radical decisão da vontade, diante de Deus. Já desfruto do glorioso privilégio de estar realmente e factualmente crucificado com Cristo, até que nada mais resista em mim, a não ser a vida do próprio Cristo?

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”, Gal.2:20.

Oswald Chambers

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Por Oswald Chambers

Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne,
E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,
Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.
Hebreus 10:19-22

A maior evidência sobre o santuário santo na terra é aquela que é mencionada em Hebreus 10:19, Tendo, pois, irmãos, “ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus.” Nao existe outro meio. Quando entramos na presença de Deus, a parte humana da nossa oração faz com que nos apercebamos que caso queiramos nos achegar a Deus e orar de maneiras que sejamos aceites, terá de ser pela “parte de Deus” em nós que Ele mesmo nos concedeu.

Já podemos entrar ousadamente no lugar santo pois o nosso Senhor Jesus Cristo experimentou a mais profunda agonia no Jardim do Getsêmani e, por que Ele passou pelo Calvário.

Para reflectir: como posso estar certo de que oro da maneira aceitável?

 

Fonte: If You Will Ask, © Discovery House Publishers

Por Oswald Chambers

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Efésios 2:8

Será que em nossas orações temos aprendido quão poderoso é a frase “ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus”? (Hebreus 10:19). Ela quer dizer que podemos falar com Deus tal como Jesus fazia, mas apenas pelo direito adquirido atráves da Sua expiação. Nunca nos enganemos pensando que por termos sido obedientes, ou por necessitarmos de uma ajuda diante de uma situação crítica, Deus nos ouvirá.  Só podemos chegar ao santuário por meio do sangue de Jesus.

A certeza espiritual que temos na oração é uma certeza que provém de Deus, e não dum momento no qual aparentamos possuir uma espécie de santidade.

Para reflectir: quando foi a última vez que vi algo a maneira de Deus ao invés de pedir que ELE o veja a minha maneira?

 

Fonte: Our Brilliant Heritage and Disciples Indeed, © Discovery House Publishers

31 De Dezembro
“Pois não saíreis apressadamente, nem ireis em fuga; porque o Senhor irá diante de vós, e o Deus de Israel será a vossa retaguarda”, Is.52:12

Seguros contra nosso passado. “Deus pede as contas de tudo quanto passou…”, Ecl.3:15. No fim do ano, olhamos com grande expectativa tudo quanto Deus tem para o nosso futuro, mas, mesmo assim, podemos ficar aprisionados nos dias de ontem. O presente gozo da graça de Deus pode ser reprimido pela recordação dos pecados e falhas e pudores de ontem. Mas, Deus é o Deus do nosso passado e permite que nos lembremos dele a fim de transformá-lo numa lição espiritual para o futuro também. Deus faz-nos lembrar do passado para que não nos resguardemos na segurança superficial do presente momento.

Seguros no amanhã. “Porque o Senhor irá diante de vós”. Esta revelação nasce da misericórdia de Deus, a de que ele nos protegerá, quando não nos protegemos a nós mesmos. Ele vigiará para que certos obstáculos não nos façam recair nas mesmas falhas de sempre, como certamente o fariam se ele não fosse a nossa retaguarda também. A mão de Deus pode estender-se ao passado possibilitando-nos de manter a consciência limpa.

Segurança para hoje. “Porquanto não saíreis apressadamente”. À medida que nos aproximamos do novo ano, não o façamos com a pressa da alegria impetuosa ou da irreflexão impulsiva e contraditória, mas com aquela força paciente da certeza de que o Deus de Israel marchará adiante de nós também. Nosso passado apresenta-nos falhas irreparáveis; é verdade que deixamos passar oportunidades que agora se acham perdidas para sempre, mas, Deus pode transformar essa ansiedade destrutiva numa força construtiva de reflexão para o futuro. Deixe o passado no esquecimento, mas, deixe-o nas mãos de Cristo também.

Entregue a ele o irreparável passado e entre com ele no irresistível futuro adiante.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

30 De Dezembro
Todas as minhas fontes são em ti“, Sal.87.7.

O Senhor nunca remenda nossas virtudes naturais, isto é, as nossas características naturais, anseios ou mesmo qualidades. Ele refaz todo o homem por dentro completamente. “Vos revistais do novo homem”, Ef.4:24; ou seja, faça com que sua vida natural se revista com todos os trajes correspondentes à nova vida. A vida que Deus implanta em nós desenvolve as suas próprias características e virtudes; não as virtudes de Adão, mas, as de Jesus Cristo em nós. Observe que, depois da nossa santificação, Deus faz perecer aquela confiança nas virtudes naturais e em qualquer poder que tenhamos obtido, até que aprendamos apenas e exclusivamente a buscar vida nos reservatórios da vida ressurrecta de Jesus Cristo. Se estiver num processo de passar por uma experiência que produz secura em sua alma, agradeça a Deus por isso.

Um sinal de que Deus está operante dentro de nós é que ele abala nossa confiança em qualquer de todas as nossas virtudes naturais, porque elas não são promessas do que vamos ser, mas, sim, os resquícios da personalidade com que Deus criou cada homem. Agarramo-nos às virtudes naturais, enquanto Deus está tentando colocar-nos apenas em contacto estreito e real com a vida de Jesus Cristo dentro de nós mesmos, que nunca pode ser descrita em termos de virtudes naturais, mas, em termos de vento que não se sabe apreender e agarrar. Não existe nada mais triste do que ver pessoas ao serviço de Deus apoiarem-se em algo que a graça de Deus nunca lhes concedeu a experimentar, ou em algo que elas próprias possam ainda possuir por um acaso da hereditariedade e por mera criação. Deus não aperfeiçoa nem transfigura nossas virtudes naturais, porque elas nunca poderão sequer aproximar-se do que Jesus Cristo deseja de nós. Nem o amor natural, nem a paciência natural, nem uma pureza natural poderão atender a nenhuma das suas exigências. Mas, naquela mesma medida que colocamos cada parcela de nossa vida em harmonia com a nova vida que há Deus dentro de nós, ele manifesta em nós essas mesmas virtudes que foram características principais do Senhor Jesus.

E cada virtude que possuímos, terá de ser exclusivamente dele…

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

 

29 De Dezembro
À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele“, João 6.66.

Quando Deus, através do seu Espírito, aplicando a Palavra, nos dá e fornece uma certa revelação ou manifestação do que ele quer, temos de poder andar à luz dessa visão ainda, 1 João 1:7; nossa mente e alma vibrarão em excesso com isso; mas, se não obedecermos a essa instrução, tornar-nos-emos escravos dum ponto de vista que o Senhor nunca teve e cuja manifestação era apenas o início de algo. Não olhe, depois, para outrem para lhe confirmar: “Se ele pode adoptar essas opiniões e prosperar, por que isso não acontece comigo também?”Você tem que andar à luz da revelação que lhe foi dada, sem se comparar aos outros ou julgá-los porque não o seguem mais; isso fica entre eles e Deus. Sempre que descobrir que há uma colisão entre o que Deus lhe manifestou e um ponto de vista no qual se desvirtua moralmente e lhe traz a dúvida, começarão a surgir em si certas atitudes – um sentido de posse de bens materiais e de direitos pessoais que acha que conseguiu adquirir de Deus, coisas essas a que Jesus Cristo não dava valor. Ele era sempre contra tais coisas pessoalmente e as afrontava como a raiz de tudo o que lhe era oposto. “A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui”, Luc.12:15. Se não estamos convencidos disso, é porque ignoramos as profundezas do ensinamento do Senhor.

Nossa tendência natural será sempre acomodarmo-nos e deleitarmo-nos à sombra das recordações das maravilhosas experiências que tivemos no passado e que já não contam em absoluto por agora – apenas a obediência a elas contará e indicará virtude. Caso exista um único preceito revelado por Deus no Novo Testamento com o qual você não se conforma e não se sente inclinado a cumprir nos seus mais elevados pormenores, isso é o início de apostasia; significa que sua consciência não atende e nunca se submete integralmente à verdade. Você nunca poderá ser o mesmo depois da revelação duma verdade. Aquele momento marcá-lo-á para sempre, para ter como prosseguir como um bom discípulo de Jesus Cristo ou retroceder como desertor infame e obstinado.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

28 de Dezembro

…se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças“,Mat.18:3

Essas palavras do Senhor aplicam-se devidamente à nossa conversão inicial, mas, temos que nos converter continuamente, todos os dias de nossa vida, buscando sempre a Deus até atingirmos a perfeição das crianças. Se confiarmos em nosso entendimento em vez de confiarmos em Deus plenamente, acarretaremos com aquelas gravíssimas consequências pelas quais Deus nos responsabilizará sempre. Sempre que somos colocados em novas condições de provação contínua por coisas trazidas pela providência de Deus, temos que cuidar para que a vida natural se submeta à vida do espírito e obedeça ao Espírito de Deus vivente lá. O facto de já termos feito isso uma vez ou outra, não é prova de que tornaremos a fazê-lo caso suceda a oportunidade de novo. A relação do natural com o espiritual será o de uma conversão para continuar e persistir e é justamente a isso que mais resistimos; há quem queira vencer e submeter-se agora para nunca mais ter de se submeter. Em todas as situações nas quais possamos ainda ser colocados, o Espírito de Deus e a sua salvação permanecem imutáveis dentro de nós, mas, temos que nos revestir “do novo homem”, Ef.4:24. Deus sempre nos responsabilizará tantas quantas vezes nos recusarmos a converter-nos de algo específico. A razão dessa recusa será sempre nossa obstinação e falta de vontade em nos submetermos. Não nos deixemos governar através da vida natural; é Deus quem nos governará continuadamente e sempre – até nas coisas virtuosas.

O grande impedimento existente em nossas vidas espirituais será o facto de não nos dispormos a converter-nos continuadamente; há áreas de obstinação em que o nosso orgulho cerra os punhos diante do trono de Deus e diz: “Não me renderei porque considero que isto não está errado”. Endeusamos a independência e a teimosia obstinada e até lhe damos outros nomes virtuosos. Aquilo que Deus vê como uma persistente fraqueza, nós chamamos de força prudente. Existem áreas inteiras de toda a nossa vida que ainda não foram submetidas a Deus e isso só pode ser feito pela continuidade da conversão. Lenta, mas, seguramente, podemos conquistar todo o território do pecado para o Espírito Santo de Deus viver em nós.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

27 De Dezembro
Se voltares, ó Israel, diz o Senhor…Jer.4.1.

As batalhas são ganhas ou perdidas nos lugares secretos da nossa vontade em primeiro lugar, perante Deus e não no nosso mundo exterior. É o Espírito de Deus que me constrange e sou obrigado a ficar a sós com Deus e travar as batalhas diante dele antes de se darem em minha esfera exterior. Enquanto isso não acontecer, sairei sempre derrotado de qualquer batalha, por pequena que esta seja. A batalha pode levar um minuto ou um ano, isso dependerá apenas de mim, não de Deus; mas, deve ser travada a sós diante de Deus e em mim e eu devo atravessar resolutamente o inferno duma renúncia diante de Deus para entrar nos pastos verdejantes de qualquer vitória. Nada tem qualquer poder sobre quem já batalhou diante de Deus e saiu vencedor.

Se vier a dizer assim: “Vou esperar pela provação e então porei Deus à prova sobre isso”, descobrirei que isso é impossível de ser feito. Tenho que acertar as coisas entre mim e Deus nos lugares celestiais e secretos de minha alma, onde nenhum estranho tem como interferir e apenas então poderei prosseguir com a certeza de que a batalha estará ganha. Se a perder ali, me sobrevirão calamidades e transtornos, tão certos quanto os decretos de Deus o dizem. Uma das razões porque eu não ganho nenhuma batalha é que tento vencê-la primeiro na esfera exterior. Fique a sós com Deus, lute diante dele, resolva a questão ali de uma vez por todas e só depois trate de sair para fora.

Ao lidar com outras pessoas, a nossa função é levá-las a resolver a questão em termos duma decisão perante e diante de Deus. Esse é o meio através do qual se inicia uma entrega real. De vez em quando, Deus pode-nos levar a empreender uma certa batalha numa certa encruzilhada. Esse será um ponto crucial; daí por diante, ou partimos para um tipo de vida evangélica cada vez mais fraca e inútil, ou nos tornamos mais e mais inflamados para glorificar Deus – o máximo de nós para a glória de Deus em nós e através de nós.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

26 De Dezembro
“Se, porém, andarmos na luz como ele está na luz… o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”, 1 João 1.7

É um erro crasso confundir o estarmos cientes do facto de que estou livre do pecado consciente com a libertação do pecado pela expiação feita por Cristo em nós. Ninguém entende o que é pecado enquanto não nascer de novo. Pecado foi o que Jesus Cristo enfrentou no Calvário, não a morte. A prova de que estou liberto do pecado é que entendo a verdadeira natureza do pecado em mim depois de sair dela. Para que o homem entenda o que o pecado é, será preciso que ele experimente o máximo da expiação de Jesus Cristo, ou seja, a comunicação da sua absoluta perfeição dentro de si.

O Espírito Santo aplica a expiação dentro de todos nós tanto na nossa esfera inconsciente como na que temos consciência; e só quando chegarmos a ter uma ideia do verdadeiro poder do Espírito Santo em nós é que compreenderemos o real sentido de 1João 1.7: “O sangue de Jesus… nos purifica de todo pecado”. Isso não se aplica apenas ao pecado consciente, mas, à compreensão profunda do pecado, que só posso receber do Espírito Santo sempre que habita em mim.

Se eu andar na luz como Deus está na luz – não na luz da minha consciência, mas, na luz de Deus em minha consciência e não só – se andar nela, sem que nada esteja encoberto para ninguém, então receberei esta maravilhosa revelação: o sangue de Jesus Cristo me purifica de todo pecado, a tal ponto que o Deus todo-poderoso nada mais vê de repreensível em mim. E isso é obra! O resultado disso na minha consciência é um doloroso conhecimento do que é o pecado verdadeiramente. O amor de Deus que opera em mim faz-me odiar, com o mesmo ódio do Espírito Santo, tudo o que não esteja de acordo com a santidade absoluta de Deus. Andar na luz significa que tudo o que é das trevas me impele mais para dentro da Sua luz.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16