Archive for the ‘Meditações de El Predicador’ Category

Agosto 24

¿Qué hombre hay de vosotros, que si su hijo le pide pan, le dará una piedra?“, Mateo 7:9

La ilustración sobre la oración que nuestro Señor emplea aquí es la de un hijo bueno solicitando algo bueno. Hablamos de la oración como si fuera posible que Dios nos escuchara sin tener en cuenta el estado de nuestra relación con Él (comparar con Mateo 5:45).

Nunca digas que no es la voluntad de Dios darte lo que pides. No te debilites ni te desanimes, sino busca la razón y consulta el índice en el libro de tu vida: ¿La relación con tu esposa, tu esposo, tus hijos o tus compañeros está bien? ¿Eres un “hijo bueno” en esas relaciones? ¿Le dices a Dios, “Oh, Señor, me he irritado y enojado, pero deseo las bendiciones espirituales”? No las puedes tener y no las tendrás, hasta que adoptes la actitud de un “hijo bueno”.

Nosotros confundimos la rebeldía con la consagración y discutimos con Dios en lugar de someternos. No miramos el índice del libro de nuestra vida. ¿Le he estado pidiendo dinero a Dios par algo que quiero cuando hay alguien a quien le debo? ¿Le he estado pidiendo libertad mientras yo se la niego a alguno de los míos? ¿He rehusado perdonarle a alguien sus ofensas y he sido cruel con él o ella? ¿Vivo como un hijo de Dios entre mis parientes y amigos? (ver Mateo 7:12).

Yo soy hijo de Dios solamente por el nuevo nacimiento y como su hijo soy bueno sólo mientras ando en la luz. La oración, para la mayoría de nosotros, se convierte simplemente en una expresión religiosa superficial, un asunto de comunión mística y emocional con Dios. Todos somos muy buenos produciendo la neblina que ciega nuestra visión espiritual. Pero, si buscamos y examinamos en el índice de nuestra vida, veremos claramente lo que está mal: una amistad, una deuda, o una actitud inadecuada. Es inútil orar si no estamos viviendo como hijos de Dios. Entonces Jesús dice: “Todo aquel que pide, recibe”, Mateo 7:8.

AVIVAMIENTOS

(www.avivamientos.net)

“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

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Junio 26

Os exhortamos también a que no recibáis en vano la gracia de Dios“, 2 Corintios 6:1

La gracia que tenías ayer no te servirá para hoy. La gracia es el favor sobreabundante de Dios y siempre puedes contar con que está disponible para que la uses según tu necesidad. En mucha paciencia, en tribulaciones, en necesidades, en angustias. En estas situaciones nuestra fe se somete a prueba (ver 2 Corintios 6:4). ¿Te falta la gracia de Dios ahora? ¿Te estás diciendo: “Oh, bueno, no la tendré en cuenta esta vez”? No se trata de orar pidiéndole a Él que te ayude, sino de recibir su gracia ahora. Somos propensos a hacer de la oración la preparación para nuestro servicio; sin embargo, nunca vemos esto en la Biblia. La oración es el ejercicio de recurrir a la gracia de Dios. No digas: “Soportaré esta situación hasta que pueda retirarme a orar”. Ora ya; acógete a la gracia Divina en tus momentos de necesidad. La oración es el acto más normal y práctico y no simplemente una acción que refleja tu devoción a Dios. Al mismo tiempo, la oración es lo último en lo que aprendemos a valernos de la gracia. “En azotes, en cárceles, en tumultos, en trabajos…”, 2 Corintios 6:5. En todas estas circunstancias echa mano de su gracia, la cual te convierte en una maravilla de Dios, ante ti y ante los demás. Recurre a su gracia ahora y no dentro de un momento. La palabra principal en el vocabulario espiritual es ahora. Dondequiera que las circunstancias te lleven y en cualquier condición que te encuentres, continúa acudiendo a la gracia de Dios. Una de las mayores pruebas de que estás valiéndote de su gracia es que puedes ser totalmente humillado delante de otras personas sólo mostrando su gracia y nada más.

“No teniendo nada…”, 2 Corintios 6:10. Nunca te reserves nada. Vierte todo de ti dando lo mejor que tienes y sé pobre siempre. Nunca seas diplomático y cauteloso con el tesoro que Dios te ha dado. Esta es una pobreza victoriosa.

AVIVAMIENTOS

(www.avivamientos.net)

“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

2 de Janeiro

…e que fazia prosperar o seu reinado em atenção ao seu povo.2 Samuel 5:12; 1 Crónicas 14:2

“Quem não vive para servir, não serve para viver”. Este é um princípio, cujo autor desconheço, que aprendi nos meus primeiros anos na caminhada com o Mestre. Mais do que rima entre as palavras, é o seu significado e a diferença que faz quando compreendido e praticado; pelo menos a mim tem marcado muito a minha vida.

No texto de hoje vemos a razão da prosperidade do reinado de David, que sabemos foi o maior rei que Israel jamais teve e até continua famoso entre nós. “Em atenção ao seu povo”; apesar de sermos criados de forma única, o propósito individual de Deus em cada um de nós une-nos a um propósito comum: servir. O faremos de diferentes formas por sermos diferentes, mas terá de encaixar-se no princípio da servidão: fomos criados para servir. Todo aquele que conhece Jesus Cristo e O segue sabe que não tem como não praticar tal princípio pois Ele é o modelo a seguir (Mc 10:45).

Nenhum de nós foi criado apenas para consumir recursos. Deus na sua infinita sabedoria planejou-me de modos a marcar diferença com a minha vida. Fui chamado para adicionar algo a vida na Terra e não apenas subtraí-la.  É vontade de Deus que eu contribua com algo.

David havia sido constituído rei para uma missão especial. Deus queria atingir o povo, e consequentemente usou a David como o seu canal. Actualmente, a maioria de nós quando ouve falar em “missão ou chamado especial”, pensa que se trata de pastores, missionários, cantores, profetas, etc., Deus deixa claro que todo aquele que pertence ao seu pasto foi chamado para ministrar.

Biblicamente falando, não devemos distinguir as palavras “servo” e “ministro” pois são sinónimas, tal como o são “serviço” e “ministério”. Se sou cristão, sou ministro, e analogamente ao servir, estou a ministrar. Uma vez salvo, é intenção de Deus para os seus alvos. Deus tem um ministério para cada um de nós na sua Igreja e uma missão para cada um no mundo.

O que importa não é a duração da minha vida, mas o quanto doo dela. A diferença não está no quanto terei vivido, mas como vivi. A vida só é completa quando me ofereço para ajudar os outros. O Mestre disse, “Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas quem perder a vida, por causa de mim e do evangelho, a salvará” (Mc 8:35). Se não sirvo, então não existo pois a vida foi feita para servir/ministrar. Devo estar ciente de que não sou salvo por servir, mas salvo para servir. Deus quer que eu aprenda a amar e servir os outros enerosamente.

1 de Janeiro

‘Aquele que é sábio, pense nestas coisas e medite no amor do Senhor.Salmos 107:43  (BPT)

Esta é uma daquelas advertências que indirectamente assume que aquele que nao a aceita é burro. Esta premissa torna-se evidente ao identificar Aquele a quem pertecem as coisas nas quais se deve pensar, o SENHOR.

Ao entendermos quem Deus é, e o que Ele fez e tem feito nas nossas vidas seria insensatez ignorá-Lo. Apenas aquele que procura pela verdade pode achá-la. Apenas aqueles, como David, que podem achar os juízes de Deus mais desejáveis do que o ouro, até mesmo, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos, (Salmos 19:10), sabem quão agradável é comunhão com Deus. Estes são considerados sábios por tomarem decisões arriscadas na vida apesar da oposição por aqueles a sua volta; são aqueles que renunciam tudo para viver em dependência dos princípios do Reino de Deus, vão e vendem tudo quanto têm para comprar o terreno onde está o tesouro (ver Mateus 13:44).

A que coisas se refere o Salmista?

Por todo o Salmo, ele descreve o relacionamento entre Deus e Israel; como este traíu o seu Deus seguindo outros caminhos, e as consequências de tal decisão. Em determinado momento o povo clamou ao SENHOR e Ele os socorreu (Salmos 107:28).  O povo é advertido a lembrar-se sempre do Eterno pela sua bondade e maravilhas (Salmos 107:31) pois isto os manterá em comunhão com o seu Criador e os ajudará a obedecerem os Seus desígnios que são justos.

Apenas um insensato se afastaria da fonte do seu bem-estar. Viver em dependência a Deus torná-nos sábios, uma vez que sendo Ele o Criador conhece-nos melhor, logo a única forma que tenho para realmente conhecer-me a mim mesmo é manter um relacionamento com o meu Inventor.

Deus tem sido tão bom para comigo, e viver debaixo do Seu senhorio é sinal de sabedoria; só um insensato optaria o contrário.

Seja sábio.

10 De Dezembro
“Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre”, Gal.4.22

Neste capítulo de Gálatas, Paulo não lida com o pecado, mas, da relação que existe entre o âmbito natural e o espiritual. O natural deve ser transformado em espiritual através do sacrifício, senão ocorrerá um divórcio desastrado da vida real. Por que Deus ordenaria que o natural fosse sacrificado? Ele não ordenou. Não se trata de uma ordem de Deus, mas, de sua vontade permissiva. A determinação de Deus foi de que o natural se transformasse em espiritual através da obediência incondicional; mas, a presença do pecado tornou necessário que o natural fosse sacrificado logo ali.

Abraão teve que oferecer Ismael antes mesmo de poder oferecer Isaque (ver Gênesis 21:8-14). Alguns de nós estamos a tentar oferecer sacrifícios espirituais a Deus antes de sacrificarmos tudo aquilo que nos possa ser natural. O único meio de podermos oferecer a Deus um sacrifício espiritual, será apresentar o nosso corpo como sacrifício vivo a ele diante dele. A santificação significa mais do que libertação do nosso pecado; significa uma entrega deliberada de mim mesmo, a Deus, sem importar-me com o preço que me irá custar ainda.

Se não sacrificarmos o natural ao espiritual, a vida natural zombará da vida do Filho de Deus dentro de nós, produzindo uma permanente vacilação e oscilação em todos os nossos passos e mecanismos. Isso é sempre produto de uma natureza espiritual indisciplinada e irascível. Erramos por sermos teimosos, recusando-nos a disciplinar-nos física, moral e mentalmente. “Eu nunca fui disciplinado quando era criança”. Mas, tem que se disciplinar agora. Se não o fizer, a sua vida pessoal não irá ter qualquer valor para Deus.

Enquanto persistirmos em tornar a nossa vida natural mimada e acariciada por nós mesmos, Deus não terá porque a abençoar; quando, porém, a colocarmos no deserto e resolutamente a subjugarmos a ele e a nós mesmos para lhe obedecer incondicionalmente, então Jesus será com ela; abrirá poços e oásis dentro de nós e cumprirá todas as suas promessas em relação à nossa vida natural, Gen.21:15-19.

 REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

29 De Novembro
Ele me glorificará“, João 16.14

Todos os movimentos de santidade actuais fogem em todos os seus aspectos cruciais daquela rigorosa realidade do Novo Testamento. Não há neles nada que precise com exactidão todo o valor da morte do Senhor Jesus Cristo; tudo o que se exige é urna atmosfera de religiosidade, oração e devoção e nada mais que isso. Esse tipo de experiência não é sobrenatural, nem miraculoso, nem nada real, pois não custou o sofrimento de Deus em nós, não foi tingido pelo “sangue do Cordeiro”, Apoc.12:11, nem carimbado com a marca do Espírito Santo de forma que se veja claramente – marca essa que faz os homens olharem admirados e exclamarem em uníssono: “Isso é obra do Deus Todo-Poderoso”. É disso que nos fala o Novo Testamento; é disso e nada mais e nem nada menos que isso.

O tipo de experiência cristã do Novo Testamento é o de uma total dedicação à pessoa de Jesus Cristo como pessoa real. Todos os outros tipos da chamada “experiência cristã” são desvinculados da pessoa de Jesus Cristo. Neles não é preciso ser verdadeiramente regenerado, nascer de novo para entrar no reino no qual Cristo vive de facto; neles há apenas a ideia de que ele é o nosso modelo que concretiza. No Novo Testamento, Jesus Cristo é Salvador muito antes de ser o modelo a seguir. Hoje, ele está a ser vergonhosamente divulgado como personagem eminente de uma religião, um mero exemplo para os homens. Ele é isso, mas, é infinitamente mais; ele é a própria salvação, ele é o evangelho do Deus vivo.

Jesus disse: “Quando vier, porém, o Espírito da verdade… ele me glorificará”, João 16:13,14. Quando me comprometo com essa revelação como ela é feita no Novo Testamento, recebo de Deus o dom do Espírito Santo, que começa a interpretar em mim e para mim, tudo quanto Jesus fez e faz em mim, operando no meu interior tudo que ele realizou por mim na cruz para realizar agora em mim também.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

17 De Novembro
Jurei, por mim mesmo, diz o Senhor, porquanto fizeste isso… que deveras te abençoarei“, Gen.22.16,17

Aqui, neste ponto específico, Abraão atingiu o ponto crucial pelo qual manteve o seu contacto directo com a própria natureza de Deus; ele, agora, compreende a realidade de Deus por inteiro.

“Meu alvo é Deus somente… A qualquer preço, amado Senhor, por qualquer caminho”.

“A qualquer preço… em qualquer caminho” significa simplesmente que não somos nós que escolhemos os meios através dos quais Deus nos leva a atingir esse alvo e objectivo.

Quando Deus nos fala, se ele fala à sua própria natureza em nós, não pode haver a menor hipótese de a contestar; a única reacção possível será uma simples obediência natural, incondicional e imediata. Quando Jesus diz: “Vinde”, eu simplesmente vou; quando ele diz: “Renuncia”, eu prontamente renuncio; quando ele diz: “Confia em Deus nesta questão”, eu confio sem questões. Todo esse processo é a simples evidência de que a natureza de Deus, de facto, permanece em mim.

O que determina que essa revelação de Deus seja feita em mim, será o meu carácter, não o carácter de Deus.

“Como sou desprezível, por essa razão, os Teus caminhos me parecem desprezíveis”.

Através da disciplina e da obediência, posso chegar logo àquela mesma posição na qual Abraão se achou e vejo quem Deus é na realidade. Enquanto não me colocar face a face perante ele em Jesus Cristo, Deus não será real para mim de forma alguma; só ali poderei reconhecer que “em todo o mundo, meu Deus, não há ninguém senão tu, ninguém senão tu”.

Enquanto não apreendermos, pela obediência, como a natureza de Deus é, as promessas dele não terão qualquer significado para nós. Às vezes lemos certas coisas na Bíblia trezentas e sessenta e cinco vezes sem que elas possam significar algo para nós, até que, de repente, nós obedecemos a Deus num ponto particular e, logo ali, compreendemos o que ele quer dizer com obediência; logo ali, também, a sua natureza se manifesta em nós e nós tomamos pleno conhecimento dela. “Porque quantas são as promessas de Deus tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amem por nosso intermédio”, 2Cor.1:20. Sempre que ratificamos e concordamos neste “Amem”, isto é, “Assim seja”, essa promessa torna-se logo nossa.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

O outro perguntou-lhe: «Senhor, quem é ele, para que eu acredite?» João 9:36 (BSP)

Este homem, ex-cego, foi curado por Jesus mas, não tinha algum relacionamento íntimo com Ele, ou seja, simplesmente nao sabia quem era Jesus. No entanto, contrariamente a minha geracao, ele tinha um terrivel desejo de conhece-lo e torna-lo seu Senhor, “…para que eu acredite”.

Não devo limitar-me a um Cristianismo superficial, mas ir mais a fundo com Jesus; uma entrega total que se resume em conhecê-Lo tal como Ele quer, não limitar-me simplesmente no milagre mas, sim no maior milagre: o próprio Senhor.

Render-me a Ele e amá-Lo mais do que faz para mim, é o que Deus deseja. Este é o estágio da morte e os deuses em mim lutando para controlar a minha vida. Conhecer Aquele que opera o milagre é maior que o milagre em si. É neste estágio que escolho apenas Ele ainda que não ocorra o que desejo,  “mesmo que ele não nos livrasse,… não adoraremos os vossos deuses nem nos inclinaremos diante da estátua de ouro…” (ver Daniel 3:18, BSP).

Morrer de mim mesmo para que o senhorio de Cristo seja uma realidade em mim, permitirá que entenda e aceita quem Jesus é e passar a viver em dependência dos seus princípios, adorando-O em Espírio em verdade (João 4:23), tal como este homem: “Então ele prostrou-se diante de Jesus e exclamou: «Eu creio, Senhor!»”, João 9:38, BSP.

 

Enquanto estiver neste mundo, sou a luz do mundo. João 9:5

Enquanto o Senhor continua a liderar a minha vida, a sua luz brilhará em mim e através de mim onde quer que eu vá. A ênfase ou ponto alto não está em mim, mas nAquele que está em mim pois a luz pertence-lhe.

Para resplandecer no mundo devo manter a minha dependência ao Senhor, ou seja, a minha conexão com Ele intacta. Eu estou no mundo e Cristo em mim, logo Ele continua sendo a luz do mundo através de mim, apesar das trevas a volta. Devo entender o facto de que sem o Senhor, nada posso fazer, (ver João 5:15). É minha responsabilidade apresentar o reino de Deus àqueles que não o conhecem através das minhas palavras e toda a minha vida.

A luz de Cristo em mim ajuda-me a ver a realidade, posso perceber a verdade escondida do conhecimento humano. O cego adquire visão do alto e ousadia para falar aos cépticos (ver João 9:30-33, 1 Pedro 3:15,16). Este ex-cego mesmo não sabendo quem exactamente era Jesus, já testificava sobre Cristo (Mateus 10:32). Na verdade, o verdadeiro cego é aquele que ainda não submeteu a sua vida a Cristo, o que é bem evidente nos Fariseus que apesar de tamanho conhecimento das Escrituras, eram cegos, (João 9:41).

Não tem como render-se a Jesus e continuar sendo uma ilha evangélica, ou seja, não espalhar a luz que radia de Jesus. Ou morri de mim mesmo para Cristo, ou continuo disponível para o mundo. Se já me encntrei com o homem da Cruz e me rendi a ele, não tem como continuar sendo cego. Saia da cegueira.

Quando a luz de Cristo em mim funciona,

eu posso ver e posso falar do que vejo.

O que vejo é a verdade, a verdade que liberta.

A minha luz é uma Pessoa,

A minha luz é Deus em mim

A minha luz é Jesus.

Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos. Salmos 116:15 (ACF)
Hoje estive num funeral… virtualmente.
Um guerreiro, um intrépido, um irmão voltou a casa do Pai. Viveu tão pouco, 34 anos, mas deixou um legado daqueles que todos gostariam de deixar.
Com apenas 12 anos de Cristianismo, o nosso irmão Nabeel Qureshi trouxe muitos a Cristo especialmente aqueles que viviam cegos na sua antiga religião, o Islamismo.
Nunca me encontrei com ele, mas o li, o ouvi muitas vezes, e assim como muitos a volta do mundo, aprendi muito com ele.
Um guerreiro que combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé, voltou a casa do Pai.
A morte de um santo é outra coisa!
Ora choramos, ora rimos e celebramos ao Rei dos reis, Aquele que é a fonte da Vida; sim, Vida com V grande.
Mais uma vez, tal como fez há 4 anos, Deus mostrou-me que apesar da dor e choros pela perda física, a morte morreu há bastante tempo pois o Mestre deixou claro o que acontece aos santo no que diz respeito a morte:
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?João 11:25,26 (ACF)
Fica claro que o santo não morre pois o seu Senhor morreu por ele. O santo descansa e vai ensaiar para as Bodas do Cordeiro. Nem a morte conseguiu deter o nosso SENHOR.
Quando um santo parte, choramos e celebramos pois sabemos onde está, há a esperança do reencontro.
A morte é questão de fila, a idade não a impede… viver para a glória de Deus faz toda a diferença. Só em Jesus podemos descansar, vivendo na certeza que a vida nao termina com a morte ao contrário é o inicio dela. Já pensou no legado que deixará quando partir?
Tem certeza que possui essa esperança?! Hoje ou amanhã pode ser a sua ou a minha vez. Sabe para onde irá? Sabe para onde passará a eternidade.
Não estamos de passagem na terra, apesar de peregrinos, o Criador fez-nos com um propósito; Tenha cuidado para não perder de vista o propósito que Deus tem para toda a sua vida!
Quanto a mim, o que interessa é que receba este diploma:“Bem está, servo bom e fiel” Mateus 25:21 (ACF) pois o resto…é resto.
El Predicador