Archive for February, 2017

Febrero 28

…Por eso creemos… ¿Jesús les respondió: ¿Ahora creéis?” Juan 16:30-31

Ahora creemos. Pero Jesús dice: “¿De veras? Llegará el momento en que me dejarán sólo” (ver Juan 16:32). Muchos obreros cristianos han dejado solo a Jesucristo y se han puesto a trabajar por el sentido del deber o porque, de acuerdo con su discernimiento personal, lo perciben como algo necesario. Esto se debe a la ausencia de la vida nueva que Jesús nos dio al resucitar. El alma se ha desviado del contacto íntimo con Dios y se apoya en su propio entendimiento religioso. No es un pecado deliberado y, por lo tanto, no implica un castigo. Pero cuando la persona se da cuenta de la manera en que ha obstruido su entendimiento de Jesucristo y se ha acarreado incertidumbres, penas y dificultades, tiene que regresar con vergüenza y dolor. 

Necesitamos depender con mayor profundidad de la vida nueva en Cristo. Debemos buscar continuamente su consejo para todo, en lugar de tomar nuestras propias decisiones racionales y luego pedirle que las bendiga. Él no puede bendecirlas, lo cual no depende de su soberanía, pues esas decisiones están alejadas de la realidad. Si hacemos algo simplemente por el sentido del deber, estamos tratando de vivir según una norma que rivaliza con el Señor Jesucristo. Nos volvemos personas orgullosas y arrogantes porque creemos saber qué hacer en cada situación. Hemos colocado el sentido del deber en el trono en vez de la vida eterna en Cristo. No se nos dice que andemos en la luz de nuestra conciencia o de un sentido del deber, sino que andemos en la luz como Él esta en la luz (1 Juan 1:7). Cuando hacemos algo por el sentido del deber, lo podemos justificar por medio de argumentos. Pero cuando lo hacemos en obediencia al Señor, no puede haber otra explicación, sólo la obediencia. Por esta razón es que a un santo lo pueden ridiculizar tan fácilmente.

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

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28 De Fevereiro

Por isso cremos…respondeu-lhes Jesus: Credes agora?” João 16.30,31

Agora cremos. Jesus diz: “Credes agora? Vem a hora em que me deixareis sozinho” (ver João 16:32). Muitos obreiros cristãos têm deixado Jesus Cristo só e ido trabalhar seguindo um dever ou necessidade oriundos de seu próprio discernimento e não através do Seu mandamento. A razão para isso acontecer é a ausência da vida neles que ressuscitou Jesus. A alma perdeu aquele contacto íntimo com Deus por se estribar em seu próprio entendimento religioso ou outro. Não há pecado nisso, nem a isso está ligada nenhuma punição; mas, quando a pessoa se apercebe o quanto barrou por ele mesmo a sua compreensão sobre Jesus Cristo, criando dentro de si mesmo barreiras de dúvidas, tristezas e dificuldades sem par, tem de voltar cheia de vergonha e contrição e nunca mais tornar a fazer o mesmo.

Precisamos confiar na vida ressurrecta de Jesus Cristo numa dimensão muito maior do que aquilo que fazemos, cultivando aquele hábito de consultá-lo sobre tudo; em vez disso, tomamos nossas decisões baseados só no bom-senso de pedirmos a Deus que as abençoe conforme conhecemos as coisas. Mas, ele não poderá abençoá-las, nunca terá como ou porque o fazer: Isso não bate certo com ele, está fora da realidade que Lhe é comum e muito própria. Se agimos levados pelo mero sentido de dever, estabeleceremos um padrão de vida em conflito com a vida de Jesus Cristo, a qual compete com Ele. Damos uma de “superior”: “Bem: neste assunto devo fazer assim e assim”. Colocamos no trono de Deus o nosso sentido de dever no lugar da vida ressurrecta de Jesus. Não nos foi dito que andemos à luz da consciência ou de um sensacionalismo do dever, mas, que andemos na luz como Deus está na luz (ver 1 João 1:7). Quando fazemos algo a partir de nosso sentimento de dever, teremos argumentos para justificar o que fazemos e como o fazemos também; quando, porém, o fazemos em obediência ao Senhor, nenhum argumento há que justifique esse tipo de actuação mesquinha; por isso é que o servo de Deus é facilmente ridicularizado.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Febrero 27

¿De dónde, pues, tienes el agua viva?” Juan 4:11

El pozo es hondo, ¡muchísimo más hondo de lo que la mujer samaritana entendía! (Ver Juan 4). Considera las profundidades de la naturaleza humana y de la vida del hombre, piensa en las aguas profundas de los “pozos” que hay en ti. ¿Has estado limitando o empobreciendo el ministerio de Jesús hasta el punto de que Él no puede obrar en tu vida? Imagínate que dentro de tu corazón hay un pozo profundo de dolor e inquietud, y que Jesús se acerca y te dice: No se turbe vuestro corazón… (Juan 14:1). Entonces, tú te encoges de hombros y le contestas: “Pero, Señor, el pozo es demasiado profundo y ni siquiera Tú puedes sacar tranquilidad y consuelo de él”. Es verdad, Él los trae de lo alto, Jesús no saca nada de los pozos de la naturaleza humana. Cuando nosotros únicamente recordamos lo que le hemos permitido hacer al Santo de Israel en nuestra vida, entonces lo limitamos. También lo hacemos al decir: “Por supuesto, no puedo contar con que Dios va a hacer esto en particular”. Aquello que pone a prueba su omnipotencia es lo mismo que nosotros como discípulos de Jesús deberíamos creer que Él hará. Empobrecemos y debilitamos su ministerio en nosotros cuando olvidamos que Él es omnipotente; el empobrecimiento está en nosotros, no en Él. Acudimos a Jesús como nuestro consolador o nuestro Dios compasivo, pero no queremos acercarnos a Él como nuestro Todopoderoso Dios. Algunos de nosotros somos ejemplos muy pobres del cristianismo porque no hemos logrado reconocer que Cristo es omnipotente. Contamos con cualidades y experiencias cristianas, pero no hay entrega ni rendición a Jesucristo. Al enfrentarnos a circunstancias difíciles, empobrecemos su ministerio declarando: “Por supuesto, Él no puede hacer nada al respecto”. Entonces, luchamos por alcanzar el fondo de nuestro gozo y tratamos de conseguir el agua por nuestros propios medios. Cuídate de la gratificación de volverte a hundir y afirmar: “¡No se puede hacer!” Tú sabes que es posible, si miras a Jesús. El pozo de tu limitación es hondo, pero haz el esfuerzo de apartar la mirada de ti y dirigirla a Él. 

AVIVAMIENTOS

(www.avivamientos.net)

“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

27 De Fevereiro

Onde, pois, tens tu água viva?” João 4.11

“O poço é fundo” e muitíssimo mais fundo do que supunha a mulher samaritana! (Ver João 4)Imagine as profundezas da natureza humana, da vida humana, pense na profundidade dos “poços” que existem dentro só de si. Será que tem empobrecido o ministério de Jesus ao ponto de ele nada poder fazer quanto a isso? Suponhamos que em seu coração existe um profundíssimo abismo de perturbação e Jesus chega e diz: “Não se turbe o vosso coração” (João 14:1); e você encolhe os ombros e responde: “Mas, Senhor, o poço é fundo; não podes tirar dele serenidade e consolo?” Não, porque ele os trará desde lá de cima. Jesus não tira coisa alguma dos poços da natureza humana. Limitamos em muito o Santo de Israel, ao nos vangloriarmos do passado para lembrar o que lhe permitiríamos fazer por nós ou não e concluímos: “É claro que não posso querer que Deus faça isso desse jeito”. Aquilo que foge ao domínio do poder de Deus é exactamente o que nós, seus discípulos, deveríamos crer que ele pode fazer. Empobrecemos o ministério dele quando esquecemos que ele é o todo-poderoso; o empobrecimento está em nós, não nele. 

Recorremos a Jesus como o Consolador ou como o Senhor compassivo, mas não como o Todo-Poderoso. Alguns de nós somos exemplos tão pobres do cristianismo simplesmente porque não temos em Cristo um todo-poderoso em nós. Temos experiências de alguns atributos cristãos, mas, nunca fizemos uma entrega total a Jesus Cristo como ele é. Empobrecemos o seu ministério quando, em circunstâncias difíceis, dizemos: “Claro que ele não pode fazer nada por mim” e lutamos para atingir o fundo do poço na tentativa de retirar nós mesmos daquela água que só ele tem como dar. Tenhamos cuidado com a sensação de alívio que dá em desistir de tudo e dizer: “É impossível”. Sabemos que, se olharmos para Jesus, é possível. O poço de nossa imperfeição é fundo, claro, mas não desistamos e busquemos ao Senhor tal qual ele é – ainda.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

26 De Fevereiro

Senhor, tu não tens com que a tirar“, João 4.11

Já a alguma vez disse para si mesmo: “Impressiono-me muito com as coisas maravilhosas que Deus diz em Sua palavra, mas ele não pode esperar que eu as viva e experimente em minha vida sob todos os aspectos e pormenores dos quais fala!” Quando se trata de encararmos Jesus Cristo à luz de nossos próprios méritos, nossa atitude será sempre a de uma superioridade muito “espiritual”: “Teus ideais são altos e impressionam-nos, mas perante a realidade dos factos não podem ser praticados”. Todos nós pensamos mais ou menos desse jeito sobre Jesus e tudo quanto nos propõe dizendo. Essas apreensões vêem-se nas perguntas levianas que os outros nos fazem quando falamos sobre nosso relacionamento com Deus: “Onde vai arrumar todo esse dinheiro para seu sustento?” “Quem vai sustentá-lo? Como irá viver confiando em Jesus?” O cúmulo de todas as nossas apreensões será quando afirmarmos ou pensarmos que nossas circunstâncias são um tanto ou quanto impossíveis para ser ele a resolvê-las. É muito fácil dizer: “Confiai no Senhor”, mas precisamos é viver. “Jesus não tem com que tirar água dum poço, não dispõe de qualquer meio para providenciar-nos tais coisas”. Cuidado com essa atitude e concepção falsamente espiritual que se expressa deste jeito: “Não tenho alguma apreensão quanto a Jesus, apenas tenho no tocante a mim, porque eu sou falho”. Nenhum de nós tem apreensões sobre si  mesmo; é que sabemos, na verdade, que falamos desse modo apenas porque sabemos do que somos capazes ou não de fazer; nossas apreensões estão relacionadas a uma ideia sobre Jesus através de nosso orgulho muito próprio, pois ficamos como que ofendidos mediante o facto de ele ter como fazer o que nós não conseguiríamos.

As nossas apreensões surgem sempre que decidimos esquadrinhar-nos a ver como Cristo conseguirá fazer determinada coisa. As dúvidas brotam das profundezas da nossa própria inferioridade. Se por acaso tenho como detectar em mim mesmo tais dúvidas, devo fazer por trazê-las à luz e confessá-las uma a uma: “Senhor, duvidei de ti; não acreditei na capacidade que é sempre tua sem o auxílio da minha; não acreditei que teu poder infinito pudesse realizar, independente da minha capacidade limitativa e de meu entendimento precário de tuas coisas”.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

 

Febrero 25

…aunque amándoos más, sea amado menos“, 2 Corintios 12:15

El amor natural del ser humano espera ser correspondido, pero Pablo nos está diciendo: “No me importa si me amas o no, de todas maneras estoy dispuesto a privarme completamente de todo, a empobrecerme hasta la miseria, no solo por amor a ustedes sino para que los pueda llevar a Dios”. “Ya conocéis la gracia de nuestro Señor Jesucristo, que por amor a vosotros se hizo pobre siendo rico”, 2 Corintios 8:9. El concepto que tenía Pablo sobre el servicio era similar al de nuestro Señor. Sin importarle qué tan alto fuera el costo para si mismo, él estaba dispuesto a pagarlo con gusto. Y para él era un gozo. La noción que tiene la iglesia institucional sobre un siervo de Dios no es como la de Jesucristo. La idea del Señor es que lo sirvamos a Él siendo siervos de los demás. En realidad, Jesucristo es “más socialista” que los socialistas. Él declaró que en su reino el mayor sería el siervo de todos (Mateo 23:11). La prueba real de un santo no es que predique el evangelio, sino que lave los pies de los discípulos, es decir, que realice aquellas tareas que no tienen importancia según la opinión de la gente, pero que valen todo desde el punto de vista de Dios. Pablo se complacía en gastarse a sí mismo por causa de los intereses de Dios en otras personas, sin importar cuánto le costara. Pero nosotros, antes de servirle nos detenemos a ponderar los intereses personales y financieros. “Supongamos que Dios quiere que me traslade a otro lugar. ¿Qué de mi salario? ¿Cómo es el clima? ¿Quién se encargará de mis necesidades? Uno tiene que pensar en estas cosas”. Todo lo anterior indica que servimos a Dios con restricciones. Pero el apóstol Pablo no tenía ninguna condición ni reserva. Él centro de su vida en el concepto de Jesucristo sobre un santo del Nuevo Testamento: no alguien que simplemente proclama el Evangelio, sino quien se convierte en pan partido y vino derramado en las manos de Jesucristo, por amor a otros. 

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

24 De Fevereiro

Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol de vossas almas“, 1 Cor.12.15

Assim que o Espírito derrama todo o amor de Cristo em nossos corações, começamos por nos identificar mais com os interesses de Jesus Cristo pelas outras pessoas e ele está interessado em todo tipo de gente (Romanos 5:5). No labor cristão não temos qualquer direito de nos deixar seduzir por nossas simpatias pessoais. Esta é uma das maiores provações do nosso relacionamento com Jesus Cristo. O prazer do nosso sacrifício está em darmos a vida por nosso Amigo (ver João 15:13); não jogá-la fora, mas dá-la deliberadamente em favor dele e de seu interesse pelas outras pessoas; e não por uma causa, mas antes por Ele. Paulo gastou-se apenas tendo um objectivo em mente – conquistar todas as vidas para Jesus Cristo enquanto havia tempo. Ele atraía as pessoas para Jesus, nunca para si mesmo. “Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os meios, salvar alguns”, 1 Cor.9:22.

Quando alguém diz que precisa desenvolver uma vida santa segregada e a sós com Deus, passa a não ter mais nenhuma utilidade para nenhum de todos os seus semelhantes; ele coloca-se num pedestal, distanciando-se de pessoas comuns. Paulo tornou-se uma personalidade sacramental: onde quer que ele fosse, Jesus Cristo servia-se de sua vida abundantemente. Muitos de nós permanecemos buscando e tentando conseguir objectivos próprios e Jesus Cristo não pode servir-se de nossa vida para outros fins nem por outros meios. Se nos entregarmos totalmente a Jesus Cristo, não teremos mais objectivos próprios. Paulo disse que sabia ser um “capacho” sem contudo ressentir-se disso, porque a principal razão de todo poder e de toda sua vida era a sua devoção a Jesus Cristo. É possível devotarmo-nos e consagrarmo-nos, mas não a Jesus Cristo e antes às coisas que nos emancipam espiritualmente e nos dão uma certa confiança naquilo que somos. Essa, porém, não era a motivação de Paulo. “Eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos”, Rom.9:3. Estranho, extravagante, não? Mas, quando alguém ama de verdade, não é exagero nenhum expressar-se desse jeito; Paulo, de facto, amava Jesus Cristo. 

 REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16