Archive for November, 2016

Noviembre 30

Pero por la gracia de Dios soy lo que soy, y su gracia no ha sido en vano para conmigo“, 1 Corintios 15:10

Para el Creador es un insulto la manera como hablamos continuamente de nuestras incapacidades. Quejarnos de nuestra incompetencia es una acusación falsa contra Dios, por no habernos tenido en cuenta. Acostúmbrate a examinar desde la perspectiva divina las circunstancias que les parecen humildes a los hombres y quedarás atónito por lo sorprendentemente inadecuadas e irrespetuosas que son para Dios. “Oh, yo no debería decir que he sido santificado. No soy santo”. Decir eso delante de Él significa: “No, Señor, es imposible para ti salvarme y santificarme; hay oportunidades que no he tenido y son muchas las imperfecciones en mi cerebro y mi cuerpo. No, Señor, no es posible”. Eso le podrá sonar maravillosamente humilde a los hombres, pero ante los ojos de Dios es una actitud desafiante.

Por otro lado, lo que a Dios le parece humilde, para los hombres puede ser exactamente lo contrario. Decir: “Gracias Señor, porque sé que soy salvo y santificado”, es la más pura expresión de humildad. Significa que te has rendido a Dios de una forma tan completa que sabes que Él es fiel y verdadero. Nunca te preocupes por saber si lo que dices suena humilde o no ante los demás. Pero siempre sé humilde ante Dios y deja que Él sea tú todo en todo.

La única relación personal importante es la que tienes con tu redentor y Señor personal. Deja que todo lo demás se vaya, pero mantén esta relación, cueste lo que cueste y Dios cumplirá su propósito a través de ti. Tu vida particular puede ser de incalculable valor para los propósitos divinos.

 

 

AVIVAMIENTOS

(www.avivamientos.net)

“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

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30 De Novembro
E a sua graça que me foi concedida, não se tornou vã“, 1 Cor.15.10

O hábito de falarmos continuamente sobre a nossa incapacidade é um insulto dirigido a nosso Criador. Deplorar a nossa incompetência é caluniar a Deus abertamente, insinuando que ele nos negligenciou de algum modo mais específico. Cultive o hábito de examinar, na presença de Deus, as coisas que parecem humildes aos olhos dos homens e se pasmará admirado de ver como elas são pouco importantes para ele. “Oh, eu não diria que sou santificado; não sou nenhum santo”. Atreva-se a dizer isso diante de Deus e essa declaração toma o seguinte significado: “Não, Senhor, é impossível para ti salvar-me e santificar-me completamente; não tive muitas oportunidades; há tantas imperfeições em meu cérebro e em meu corpo mortal; não, Senhor, isso não é possível para mim mais”. Diante dos homens, essas palavras podem ter aparência de grande humildade, mas, diante de Deus serão vistas como uma afronta.

E, também, as coisas que parecem humildes diante de Deus podem parecer o contrário diante dos homens. Dizer: “Graças a Deus, sei que fui salvo e santificado” é, aos olhos de Deus, o auge da humildade; significa que você se entregou tão completamente a Deus que sabe que ele é tornado verdadeiro dentro de si. Nunca se preocupe se o que diz parece ou não humilde diante os homens, mas, seja sempre humilde diante de Deus, deixando-o ser tudo em tudo dentro e fora de si.

Só um tipo de relacionamento importa: o nosso relacionamento particular com o nosso Redentor e Senhor, desde que pessoal. Abra mão de tudo o mais, mas, mantenha esse relacionamento a todo custo e Deus cumprirá o seu propósito através de toda a sua existência e vida. Uma única vida, a qual pode ser de inestimável valor para os propósitos de Deus, é a dele e essa vida pode ser a sua já.

 

 

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Noviembre 28

Y son justificados gratuitamente por su gracia… Romanos 3:24

El Evangelio de la gracia de Dios despierta un anhelo intenso en las almas e igualmente un fuerte resentimiento, porque la verdad que revela no es agradable o fácil de asimilar. Existe cierto orgullo en las personas que las lleva a dar constantemente, pero acercarse y aceptar un regalo es algo diferente. Estoy dispuesto a entregar mi vida como mártir y a dedicarla al servicio sin importar cuál sea. Pero que no sea humillado hasta el nivel del más vil pecador, merecedor del infierno, que me digan que todo lo que debo hacer es aceptar la dádiva de salvación por medio de Jesucristo.

Debemos comprender que nada podemos ganar o merecer de Dios por medio de nuestros propios esfuerzos. Debemos recibirlo como una dadiva o quedarnos sin ella. La más grande bendición espiritual es el conocimiento de que somos indigentes y, a menos que lleguemos a este punto, nuestro Señor no hace nada por nosotros. Él queda impotente mientras creamos que somos autosuficientes. Debemos entrar en su reino a través de la puerta de la pobreza. Mientras seamos “ricos”, especialmente en las áreas del orgullo o de la independencia, Dios no nos ayuda. Sólo cuando nos da hambre espiritual recibimos al Espíritu Santo. El don de la naturaleza esencial de Dios se vuelve efectivo en nosotros por su Espíritu. Él nos imparte la vida vivificadora de Jesús. Y toma lo que “más allá” de nosotros y lo pone “dentro” de nosotros. Cuando esto sucede, esa vida interior se eleva “a las alturas” y nosotros somos levantados hasta donde vive y reina Jesús (ver Juan 3:5).

AVIVAMIENTOS

(www.avivamientos.net)

“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

28 De Novembro
Sendo justificados gratuitamente, por sua graça…“, Rom.3.24

O evangelho da graça de Deus desperta um intenso anseio dentro da alma humana, mas, também um ressentimento igualmente intenso, porque a revelação que ele traz não agrada nem um pouco à carne. O orgulho do homem permite-lhe dar e dar, mas, não vir e aceitar quando deve. Darei a minha vida pela causa e até morrerei por ela; eu consagrar-me-ei integralmente; farei qualquer coisa, mas, não me humilhe, colocando-me ao nível de um pecaminoso pedinte digno do inferno, dizendo que a única coisa que tenho de fazer é aceitar a dádiva da salvação por Jesus Cristo.

Temos que reconhecer que não podemos comprar nem fazer por merecer coisa alguma vinda de Deus; precisamos recebê-la como dádiva, ou, então, ficaremos sem ela porque não a quisemos receber. A maior bênção espiritual é reconhecer que somos pobres e destituídos; enquanto não reconhecermos isso mesmo, o Senhor não poderá abençoar-nos com nada. Se acharmos que nos bastamos para nós mesmos, ele não poderá fazer nada por nós e muito menos através de nós; temos que entrar no seu reino através daquela porta da pobreza. Enquanto nos considerarmos ricos, abastados de qualquer coisa que se assemelhe a orgulho ou uma independência de Deus, Deus nada poderá fazer por nós. Só após ficarmos cientes disso mesmo e espiritualmente famintos é que receberemos o Espírito Santo e do Espírito Santo também. Pelo Espírito Santo, a natureza de Deus torna-se eficaz dentro de nós e por nós, pois ele nos concede a vida de Deus, a que nos vivifica. Essa vida põe “o além” dentro de nós e tão logo isso tenha como acontecer, seremos colocados no reino de Deus, na esfera onde Jesus vive também, João 3.5.

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Noviembre 26

…Sino en la cruz de nuestro Señor Jesucristo..“, Gálatas 6:14.

25 De Novembro
Mas, longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo“, Gal.6.14
Tão logo alguém possa nascer de novo, ele torna-se incoerente, pois há nele um misturar de emoções e de acções desconexas e desprovidas de essência. O apóstolo Paulo possuía uma firme coerência interior; e, consequentemente, pôde deixar que a sua vida exterior se modificasse livremente mediante as circunstâncias. E isso não o preocupava em absoluto, pois estava arraigado e alicerçado em Deus de facto e somente. A maioria de nós é espiritualmente incoerente porque estamos mais preocupados em ser coerentes com os nossos modos e módulos exteriores. Paulo vivia no piso de baixo, enquanto os críticos coerentes vivem no último andar da manifestação exterior. Portanto, não pode haver contacto entre eles. A coerência de Paulo estava alicerçada no que há de melhor e fundamental. A solidez de toda a sua coerência era a agonia de Deus na redenção de todo o mundo, ou seja, poder apresentar aquela cruz de Jesus Cristo para o mundo.
Faça por reavaliar a sua crença e depois remova dela tudo aquilo que for possível, ficando apenas com a rocha angular e basilar, isto é, a cruz de Cristo. Na História Universal, a cruz é um acontecimento insignificante; porém, do ponto de vista Bíblico, ela tem mais importância do que todos os impérios do mundo juntos. Se, em nossa pregação, deixarmos de apresentar a tragédia de Deus na cruz, ela nada produzirá para mais ninguém. Não transmitirá o poder de Deus cedido ao homem; poderá até ser interessante, mas, não terá poder nem valor. Pregue a cruz e o poder de Deus operará sem rodeios. “Aprouve a Deus salvar aos que crêem pela loucura da pregação… Mas nós pregamos a Cristo crucificado”,  1Cor.1:21,23. 
“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16