O amor de Cristo absorve-nos completamente pois sabemos que ele morreu por todos, então todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem ja não vivam para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 2 Coríntios 5:14,15

O amor é a arma contra o ódio pois para destruir este, é necessário a presença e o uso do outro lado da moeda.

Eu porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.” Mt 5:44

Ao procurar andar em intimidade constante com Deus, a minha vida é transformada, parecendo-me cada vez mais com Ele sem esforço humano. O procedimento daquele que vive em obediência ao Eterno torna-se cada vez mais diferente dos outros pois está morto: “…para que os que vivem já não vivam para si mesmos.” (v. 15).

Eu fui criado não simplesmente para um plano maravilhoso mas, sim, para Deus: “…já não vivam para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” Todo o meus ser deve funcionar para aquele que por mim morreu e ressuscitou. Na verdade, este é o mínimo (ou tudo) que eu posso fazer para o Mestre: viver para Ele. 

Dizia todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdi-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará.Lc 19:23,24

Muitas vezes me esforço para ganhar a vida através de projetos e lutando para os mesmos sejam eficientes de maneiras a garantir a minha sustentabilidade, futuro… Mas, não seria isto uma autêntica loucura projetar o futuro sem a participação daquele que ja esteve no futuro?

Stress, ansiedade ou insegurança quanto a vida, surgem quando decido tomar o comando do rumo dos acontecimentos decisões o que, na verdade, não devia ser eu pois ja estou morto (pelo menos ja devia estar). Viver para Deus implica fazer tudo quanto faço ou vier a fazer para a glória de Deus…fazer para Deus. Não deve restar espaço em eu tenha liberdade de admitir “isto nada tem a ver com Deus”; ainda que aparentemente não seja ou tenha pecado. Bem, como “tudo quer mesmo dizer tudo”, o meu estudar (não simplesmente quando tenho um A); o meu emprego, esposa, ver filme, etc, deve ser para a glória de Deus. Antes de procurar entender como fazer o que faço, devo saber o por que que faço o que faço e, se Deus for a minha resposta então, sou morto. Porém, devo prestar atenção para que isto não seja ou venha a transformar-se numa espécie de ritual religioso ou legalista.

O únic0 obstáculo para o legalista, nesse caso, é o amor de Cristo. O poder para viver para Deus está no próprio Deus, está no seu amor; quanto mais dependo do mesmo, mais mergulho nele, mais desapareço e cada vez mais Cristo em mim para um dia (quando Ele quiser) Cristo através de mim.

Amor implica morte.

Até mesmo na dimensão humana, por exemplo, eu saberei amar a minha esposa ao colocar o seu valor acima do(s) meu(s) valor(es); ao priorizar agradá-la estarei sentenciando o meu ego e consequentemente terei enterrado o meu egoísmo. No entanto, tudo isto opera para o meu próprio bem!

O poder está no amor…de Cristo:

O amor de Cristo absorve-nos completamente…

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