Archive for September, 2016

29 De Setembro
“Pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho…”, 1 Cor.9.16

Temos a tendência para esquecer o toque místico e sobrenatural que Deus dá. Se você sabe dizer onde recebeu o chamado de Deus e contar em pormenor tudo aquilo que lhe aconteceu, duvido de que tenha sido chamado para alguma coisa específica. O chamamento de Deus não vem assim até nós; é sempre algo muito mais sobrenatural que isso. Nossa tomada de consciência desse chamado pode ser súbita como um estrondo dum trovão, ou pode ser um processo gradual dentro de nós; mas, venha como vier, vem sempre com uma força sobrenatural exercida sobre si, algo inexplicável, que nos faz sentir sempre aquele calor da presença divina dentro de nós. A qualquer momento pode haver uma posse súbita de que esse chamado sobrenatural, surpreendente, imponderável tomou conta de sua vida por inteiro: “Eu vos escolhi”, João 15.16. O chamamento de Deus nada tem a ver com salvação e santificação em nós. Não é porque você teve uma experiência de santificação que se pode considerar chamado para pregar o evangelho de Deus; o chamado para pregar o evangelho é infinitamente distinto disso. Paulo descreve-o como uma obrigação que pesava sobre ele.

Se você tem estado abafando o chamado sobrenatural de Deus, faça um balanço de sua situação e veja em qual aspecto não dá a primazia a Deus para a dar às noções sobre serviço ou suas capacidades naturais que você possui em si. Paulo disse: “Ai de mim se não pregar o evangelho!” Ele tinha consciência absoluta e inquestionável de que havia sido chamado por Deus e a partir dali não houve mais espaço para nenhum outro concorrente a nenhuma das suas energias.

Se alguém é chamado por Deus, não importa a adversidade de qualquer das circunstâncias, todas as forças que actuarem ali acabarão e bastarão para cooperarem para a realização de todo o propósito de Deus. Se você se acha em linha com esse mesmo propósito, Deus colocará em harmonia, não apenas a sua vida consciente, mas, até as mais recônditas áreas do resto da sua vida, às quais você nunca teve acesso.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Septiembre 29

“Porque me es impuesta necesidad; y ay de mí si no anunciara el evangelio”, 1 Corintios 9:16

Somos propensos a olvidar el toque profundamente espiritual y sobrenatural de Dios. Si puedes decir con exactitud donde estabas cuando recibiste el llamamiento de Dios y todos los detalles al respecto, dudo que verdaderamente hayas recibido tal llamamiento. El llamamiento divino no viene de esa manera. Es mucho más sobrenatural. Percatarme de él puede suceder con la rapidez de un trueno, o gradualmente. Pero venga como viniere, siempre lo hace con un trasfondo sobrenatural, algo que no podemos expresar con palabras y que siempre va acompañado de un “resplandor”. En cualquier momento puede irrumpir el repentino conocimiento de este llamado incalculable, sobrenatural y sorprendente que se apodera de tu vida: “Yo os elegí a vosotros”, (Juan 15:16). El llamamiento de Dios no tiene nada que ver con la salvación y la santificación. No fuiste llamado a predicar el Evangelio por el hecho de ser santificado. El llamamiento a predicar las Buenas Nuevas es infinitamente diferente. Pablo lo describe como una necesidad que le fue impuesta.

Si has estado desdibujando el gran llamamiento sobrenatural de Dios en tu vida, revisa tus circunstancias. Examina en dónde Él no ha ocupado el primer lugar y lo has reemplazado con tus ideas personales sobre el servicio y tus habilidades innatas. Pablo dijo: ¡Ay de mí si no anunciara el evangelio! Él comprendió que el llamamiento y la necesidad de anunciar el Evangelio eran tan fuertes, que ya nada más podía rivalizar con esa fuerza.

Si un hombre o una mujer reciben el llamamiento divino, no importa cuan desfavorables sean las circunstancias, al final todos los factores en juego servirán para el propósito de Dios. Si aceptas su propósito, Él lo sincronizará no sólo con tu vida consciente, sino con todas tus áreas profundas que no puedes alcanzar.

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

28 De Setembro
Uma coisa te falta:… Vem e segue-me“, Marc.10.21

O jovem rico tinha um grande anseio pela perfeição. Ao deparar-se com Jesus Cristo, quis logo ser igual a ele. Quando o Senhor chama um discípulo, nunca coloca a santidade pessoal como primeira condição sobre ele; ele coloca, em primeiro plano, a total anulação de todos os direitos sobre si mesmo para uma futura identificação sua com ele – resultando num relacionamento incondicional com ele, onde não cabe mais ninguém. O texto de Luc.14.26 não tem nada a ver com salvação ou santificação da nossa parte, mas, com uma identificação com Jesus Cristo incondicionalmente. São muito poucos os que conhecem o “vai” daquela entrega total só a Jesus.

“Mas, Jesus, fitando-o, o amou…” Marc.10:21. Este olhar de Jesus fará com que o seu coração nunca mais se ligue a qualquer outra pessoa ou coisa depois de o haver fitado a si. Jesus já olhou para si assim também? Este olhar de Jesus penetra em nós profundamente, transforma-nos e cativa-nos logo. O ponto em que você é mais sensível a Deus é aquele para o qual o Senhor olhou ao fitá-lo. Se você é duro e vingativo, insistindo em que se faça a sua própria vontade, certo de que o mais provável é que o outro esteja errado e não você, isso será indício claro de que existem áreas inteiras de sua natureza que nunca foram transformadas pelo olhar penetrante dele.

“Uma coisa te falta…” A única coisa boa do ponto de vista de Jesus Cristo é nossa união com ele exclusiva, sem nada pelo meio. “Vende tudo o que tens…” Tenho que reduzir-me até não ser mais do que um mero ser consciente desta terra. Tenho fundamentalmente que renunciar a todos os bens de todos os tipos, não para me salvar (só há uma coisa que salva o homem: confiança absoluta em Jesus Cristo), mas, para seguir a Jesus. “Vem e segue-me”. E o caminho que temos de seguir é o mesmo que ele seguiu até ao fim.

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Septiembre 28

Jesús… le dijo: Una cosa te falta: anda, vende todo lo que tienes y dalo a los pobres… y ven, sígueme, tomando tu cruz“, Marcos 10:21

El joven y rico dignatario tenía la pasión dominante de ser perfecto. Por eso, cuando vio a Jesucristo quiso ser como Él. Cuando nuestro Señor llama a un discípulo, nunca pone la santidad personal por encima de todo lo demás. Su principal consideración es la absoluta eliminación del derecho sobre mí mismo y mi identificación con Él, lo cual implica que la única relación que existe es la suya. Lucas 14:26 no tiene nada que ver con la salvación o la santificación, sino únicamente con identificarme incondicionalmente con Jesucristo. Muy pocos conocemos lo que significa el absoluto “ve” de la identificación con Jesús, el sometimiento y la sumisión a Él.

“Entonces Jesús, mirándolo, lo amó…”, Marcos 10:21. Esta mirada de Jesús demandaba un corazón separado para siempre de toda lealtad hacia cualquier otra persona o cosa. ¿Alguna vez te ha mirado Jesús de esta manera? Su mirada penetra, transforma y cautiva. Donde te ha mirado eres tierno y flexible ante Él. Cuando eres duro, vengativo, obstinado en tu propia voluntad y siempre estás seguro de que lo más probable es que la otra persona no tiene la razón, pero tú sí, entonces hay áreas completas de tu naturaleza que nunca han sido transformadas por su mirada.

Una cosa te falta. Lo único “bueno”, desde el punto de vista de Jesucristo, es la unidad con Él sin ningún obstáculo.

Vende todo lo que tienes. Debo humillarme hasta ser sólo un solo hombre consciente, sin que quede nada más. Fundamentalmente debo renunciar a toda clase de posesiones, no para obtener la salvación (porque la única forma para ser salvo es confiar absolutamente en Jesucristo), sino con el propósito de seguir a Jesús. Ven, sígueme. Y el camino es el que Él anduvo.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

27 De Setembro
“Seguir-te-ei para onde quer que fores”, Luc.9.57

A atitude do Senhor para com esse homem provoca em nós um severo revés e desencorajamento, “porque ele sabia o que estava no homem”, João 2:25. Nós diríamos: “Imagine só, perder a oportunidade de ganhar aquele homem para Deus!” “Imagine só, fazer soprar em torno dele um vento congelante o qual o fez recuar em desanimo!” Nunca peça desculpas a ninguém pelas palavras do Senhor Jesus. Elas até a nós nos podem vir a magoar e ofendem até que não haja mais nada em nós que possa ser magoado ou ofendido por Ele. Jesus Cristo não demonstra a menor brandura com qualquer coisa que, no final das contas, possa vir a destruir alguém que está colocado ao serviço de Deus. As respostas do Senhor não se baseiam em caprichos, mas, no Seu conhecimento pessoal da própria natureza humana. Se o Espírito de Deus trouxer à sua mente uma palavra do Senhor que o magoa ainda, pode estar certo de que há alguma coisa em si que ele deseja ferir de morte!

Luc.9:58. Estas palavras destroem qualquer argumento em mim de que servir a Jesus Cristo é algo feito pelo prazer pessoal que auferimos para servi-lo. O rigor da rejeição mata tudo, deixando apenas meu Senhor e eu a sós para nos encararmos como somos e uma desolação em forma de esperança queimada e destituída. “Não penses nas recompensas prometidas; a tua estrelinha deve ser o teu relacionamento primordial comigo; e lembra-te sempre que eu não tenho onde reclinar nem a minha cabeça nem a tua, a menos que queiras recliná-la em Mim”.

Luc.9:59. Esse homem nunca queria desapontar ou decepcionar Jesus, mas, também não desejava desapontar e magoar o seu próprio pai. Temos a tendência de colocar a lealdade para com os nossos parentes, esta tomando o lugar da lealdade que a Jesus Cristo deve ser exclusiva e dedicada e Jesus acaba em último lugar ou num lugar secundário de nossas vidas e desejos. Sempre que despoletar algum conflito de lealdades, obedeça a Jesus Cristo acima de tudo, custe o que custar e a quem custar.

Luc9:61. Aquele que sempre diz: “Sim, Senhor, mas…” é o que tem nele uma disposição permanente e incrível, mas, nunca vai sempre que deve – só vai quando não deve. Esse homem impôs algumas das suas próprias condições ao Senhor. O exigente chamado de Jesus Cristo não deixa margem para despedidas, porque a despedida, do modo como geralmente a praticamos, é anticristã. Quando ouvir o chamado de Deus, ponha-se a caminho e não pare nunca para olhar para trás sequer em algum momento menos bom de toda a sua vida.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Septiembre 27
“Señor, te seguiré adondequiera que vayas”, Lucas 9:57

La actitud de nuestro Señor hacia aquel que le había hablado fue la de desanimarlo con severidad, porque Él sabía lo que había en el hombre. Nosotros diríamos: “¡Imagínate perder la oportunidad de ganar a ese hombre” “¡Qué barbaridad anularlo de esa forma y hacerlo volver desanimado!” Nunca te disculpes por el Señor. Sus palabras hieren y ofenden hasta que no queda nada que herir u ofender. Jesucristo no tuvo ninguna lástima con respecto a aquello que finalmente arruinaría a una persona en su servicio para Dios. Sus respuestas no se basaban en un capricho ni en un pensamiento impulsivo, sino en el conocimiento de lo que hay en el hombre. Si el Espíritu de Dios trae a tu mente una palabra del Señor que te hiere, con seguridad hay algo en ti que Él quiere herir de muerte.

Lucas 9:58. Estas palabras destruyen el argumento de servir a Jesucristo porque es agradable. El rigor del rechazo no deja nada en pie, sólo a mi Señor, mi vida y el sentido de una esperanza desesperada. Él dice que debo dejar que los demás vayan y vengan, pero que yo me debo guiar únicamente por mi relación con Él. Luego añade: “…el Hijo del Hombre no tiene donde recostar la cabeza”.

Lucas 9:59. Este hombre no quería defraudar a Jesús ni herir a su padre. Cuando orientamos nuestro sentido de lealtad hacia nuestros parientes, en lugar de hacerlo primero hacia Jesucristo, Él queda en el último lugar. Ante un conflicto de lealtades, siempre obedece a Jesucristo cueste lo que cueste.

Lucas 9:61. Quien dice: “Te seguiré, Señor; pero…”, es el que está impetuosamente listo, pero nunca va. Aquel hombre tenía sus reservas acerca de ir. El exigente llamamiento de Jesucristo no da lugar a despedidas, las cuales son paganas, por la forma en que muchas veces las utilizamos. Una vez que Dios te llame, empieza a avanzar sin detenerte nunca.

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

26 De Setembro
Se ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti…” Mat.5.23

Se, ao aproximar-se de qualquer altar e ali se lembrar de que seu irmão tem alguma coisa contra si ainda – não se, movido por uma sensibilidade mórbida, consegue ainda trazer alguma coisa à superfície, mas “se te lembrares”, ou seja, se aquilo foi trazido à sua memória pelo Espírito de Deus – “vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e depois, voltando então, faz a tua oferta“, Mateus 5:24. Nunca resista à convicção sensível do Espírito de Deus quando ele o estiver corrigindo, até nos detalhes mínimos e mais inóspitos.

Reconcilia-te primeiro com teu irmão…” A instrução do Senhor, na verdade, é assim: “Reconcilia-te primeiro e pronto”. Volta pelo mesmo caminho por onde passaste antes, o que te foi indicado através daquela primeira convicção que recebeste ao aproximar-se do teu altar preferido; assume uma atitude em relação àquele que tem algo contra ti pessoalmente, para que a reconciliação se torne tão natural como o teu respirar é para ti”. Jesus não menciona a outra pessoa, ele diz: “Vai tu”. Os seus direitos não são levados em conta. O que caracteriza o discípulo é que ele é capaz de abrir mão de seus próprios direitos e obedecer ao Senhor Jesus incondicionalmente, seja no que for.

E, então, voltando, faz a tua oferta“. O processo está claramente indicado e delineado para si. Primeiro, o espírito heróico de auto-sacrifício; depois, o toque do Espírito Santo e, então, uma parada no “ponto de convicção”; em seguida, obediência à Palavra de Deus assumindo uma atitude irrepreensível em relação àquele com quem você tinha um desentendimento ou afeição menos boa; por fim, a entrega alegre e simples de sua oferta a Deus depois de tudo isso haver acontecido, sem mais nenhum obstáculo a impedir que sua vida seja colocada no altar para ali ser queimada e consumida para Deus.

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Septiembre 26

Si…te acuerdas de que tu hermano tiene algo contra ti…“, Mateo 5:23

Este versículo dice: Si traes tu ofrenda al altar y allí te acuerdas de que tu hermano tiene algo contra ti… No dice: “Si desentierras algo gracias a tu distorsionada sensibilidad”, sino: si te acuerdas, es decir, si el Espíritu de Dios lo trae a tu mente consciente, “reconcíliate primero con tu hermano y, entonces, vuelve y presenta tu ofrenda“, Mateo 5:24. Nunca obstaculices la profunda sensibilidad del Espíritu de Dios en ti cuando te esté instruyendo hasta en el detalle más pequeño.

Reconcíliate primero con tu hermano“. El mandamiento de nuestro Señor es sencillo: “Reconcíliate primero“. Él dice: “Regresa por donde viniste y ve por el camino que se te indicó mediante la convicción que recibiste en el altar. Que tu actitud mental y tu disposición anímica hacia aquel que tiene algo contra ti haga de la reconciliación algo tan natural como respirar”. Jesús no menciona a la otra persona; Él dice que tú debes ir. No tiene que ver con tus derechos. El sello distintivo del creyente es que puede hacer a un lado sus propios derechos y obedecer a Jesús.

Y entonces vuelve y presenta tu ofrenda“. El proceso de reconciliación está claramente definido. Primero, la actitud heroica del sacrificio personal, después la súbita exhortación por medio de la sensibilidad del Espíritu Santo, luego parar en el punto de la convicción. A continuación, la obediencia a la Palabra de Dios, adoptando la actitud mental y el estado de ánimo de no culpar a la persona a quien le has fallado. Y finalmente, el ofrecimiento gozoso, sencillo y sin obstáculos de tu ofrenda a Dios.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

Ontem (sábado 24/9), durante o discipulado virtual, porém vivo (rsrs!!) falamos um pouco sobre o estado (de tristeza, muitas vezes) em que ficamos quando pensamos no arrebatamento da Igreja. Não devíamos, nós cristãos, alegrar-nos ao pensarmos sobre o arrebatamento ou a Segunda vinda do Senhor? Por que em vez de alegres nos sentimos, algumas vezes, como que despreparados ou tristes pensando se ficaremos ou iremos? ou se por acaso a morte chegue antes de concluir a universidade, antes do casamento, ou do sonho de constituir uma família, ter casa, … pensamos no que valeu a vida se não experimentarmos tais coisas? Por outro, será que devemos nos desleixar de tais sonhos por acharmos que elas não estão ‘directamente’ ligados ao Reino dos Céus?

Quando vivemos para Deus, ou seja, viver para a glória de Deus passamos a levar cativo os nossos planos aos propósitos de Deus. Os nossos planos morrem (o que não quer dizer que seja errado ou pecado sonhar) e ressurgem dentro dos propósitos de Deus. Nem a morte nos amedronta aliás descobrimos que há algo de positivo dentro dela (leia AQUI algumas das lições que aprendi sobre a morte); procuramos conhecer e viver dentro dos propósitos de Deus, alegrando-nos ao vermos textos como Provérbios 19:21 cumprindo-se em nossa vida:

O homem elabora muitos planos, mas é a decisão do SENHOR que prevalecerá. (BSP)

Hoje (domingo 25/9), enquanto pensava nas minhas lutas académicas lembrei-me de Eclesiastes 7:8a “Vale mais concluir uma coisa do que simplesmente começá-la…” (BSP); a versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel diz: Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas e, prontos, pensando no fim das coisas encontrei este interessante artigo de Dennis Allan, do site Estudos Bíblicos. Espero que sirva de edificação e que o Eterno o(a) ajude na prática dos princípios nele expostos.

O Valor do Velório

Se tivesse a escolha entre participar de uma festa de aniversário, que comemora a vida, ou passar horas num velório lamentando a morte, qual você escolheria?

O velório e o cemitério estão entre os lugares mais tristes na experiência humana. É normal não querer nos despedir de pessoas queridas e importantes em nossas vidas. Apesar da dificuldade que enfrentamos e da tristeza que sentimos, há benefícios em estar presentes nas ocasiões em que a morte se torna o assunto principal.

O autor de Eclesiastes procurou sentido na vida, e encontrou uma das lições mais importantes na morte. Ele fez um contraste que nos chama a refletir sobre a diferença entre os locais que representam a tristeza e os que oferecem a alegria: Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração (Eclesiastes 7:2). O que aprendemos no velório?

1) Aprendemos a pensar sobre o fim desta vida. É comum fazer de tudo para adiar a morte. Procuramos conselhos médicos sobre alimentação, exercício e vitaminas. Ouvimos orientações sobre segurança no trânsito e no trabalho. Apoiamos esforços para reduzir a poluição do ar que respiramos e da água que bebemos. Não tenho nada contra tais medidas, mas não devemos nos enganar. Apesar de todos os nossos esforços para prolongar a vida, nenhuma pessoa que lê este artigo tem esperança realista de estar viva nesta terra daqui a cem anos. Muitos dos nossos corpos serão colocados em caixões bem antes de acabar este século. Seria tolice negar o inevitável, e pior ainda não se preparar para o fim que nos aguarda.

2) Crescemos em momentos de tristeza. Este autor continua: Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração(Eclesiastes 7:3). É bom se divertir com amigos, mas crescemos muito mais quando enfrentamos as dificuldades da vida. Não pensamos em lutar para vencer momentos de felicidade, mas precisamos reunir as nossas forças para superar as ocasiões tristes. Não percebemos o caráter na risada, e sim no choro.

3) Buscamos sabedoria na casa do luto. Fugir do luto ou negar sua mensagem real seria cauterizar a mente para não encarar o inevitável. Aquele que se acha invencível se engana para seu próprio dano. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o dos insensatos, na casa da alegria (Eclesiastes 7:4). O velório não é divertido, mas pode ser bem edificante quando nos mostramos dispostos a aprender suas lições!

4) É melhor terminar do que começar. Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o paciente do que o arrogante (Eclesiastes 7:8). Se chegarmos ao fim da vida em comunhão com Deus e com a expectativa de repousar eternamente na sua graça, realmente será melhor do que o começo da vida. Mas há outras aplicações deste princípio. É fácil planejar e projetar, mas nenhum trabalho compensa se não chegar à execução. Prêmios são reservados para aqueles que completam as corridas, diplomas para os alunos que terminam seus cursos, e a coroa da justiça está guardada para os discípulos fieis que completam sua carreira em Cristo (2 Timóteo 4:6-8).

5) Caminhamos para um destino final após a vida aqui. A perspectiva bíblica é linear e não circular. A vida aqui não é um de muitos ciclos num processo de reencarnação, como ensinam algumas religiões. A vida nesta terra encaminha para um destino. O apóstolo Paulo escreveu: Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo (2 Coríntios 5:10). Paulo não falou de um efeito cumulativo depois de ocupar diversos corpos, mas de uma vida aqui em um só corpo antes de chegar ao julgamento final.
E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. (Hebreus 9:27,28). [Acréscimo: a última referência bíblica não consta no texto original.
]

 Seja sábio e aproveite esta vida, sua oportunidade única para se preparar para a eternidade!

– Dennis Allan

Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/jbd074.htm

Septiembre 25

A cualquiera que te obligue a llevar carga por una milla, ve con él dos“, Mateo 5:41

Podemos resumir las enseñanzas de nuestro Señor de esta manera: La relación que Él exige es imposible, a menos que haya realizado una obra sobrenatural en nosotros. Jesucristo demanda que no haya el menor vestigio de resentimiento en el corazón de su discípulo, cuando este es enfrentado por la tiranía y la injusticia. No hay entusiasmo suficiente que pueda soportar la tensión que Jesucristo le impone a su obrero. Lo único que puede hacerlo es una relación personal con Él; una relación que haya sido examinada, purificada y probada hasta que quede un sólo propósito y yo pueda decir: “Estoy aquí para que Dios me envíe donde Él quiera”. Cualquier cosa puede nublarse, pero jamás la relación con Jesucristo.

El Sermón del Monte no es un ideal inalcanzable, es una declaración de lo que me sucederá cuando Jesucristo haya reemplazado mi naturaleza por la suya. Él es el único que puede cumplir el Sermón del Monte.

Si hemos de ser discípulos de Jesús, lo lograremos de una manera sobrenatural. Mientras tengamos el firme propósito de ser discípulos, podemos estar seguros de que no lo somos. Jesús dijo: “No me elegisteis vosotros a mí, sino que yo os elegí a vosotros“, Juan 15:16. Así es como empieza la gracia de Dios. Se trata de un constreñimiento del que no podemos escapar, el cual podemos desobedecer, pero no producir. El acercamiento hacia Él es una obra de la gracia sobrenatural de Dios y nunca podemos retroceder para descubrir dónde empieza esa obra. El Señor crea discípulos de manera sobrenatural sin basarse en nuestras habilidades naturales. Dios no nos pide que hagamos lo que se nos facilita por naturaleza, sino aquello para lo cual somos perfectamente aptos por su gracia. Y es ahí donde siempre se hará presente la cruz que debemos soportar.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16