O Meu <<_ _AHA moment<< (Part 3)

Posted: August 13, 2016 in Caminhada com o Mestre, Meditações de El Predicador

Continuação de (2)…

Em Lucas 15 Jesus dá-nos um belo exemplo sobre ser passivo vs. ser activo. O filho pródigo não ficou a espera que a sua sorte mudasse. Preparou um plano e disse para consigo mesmo:

Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei… (Lucas 15:18-ACRF).

Observe que a afirmação do filho pródigo é oposta ao, “ficarei por cá (nesse estado), e esperar pelo melhor.” Amamos filmes de acção (bem, pelo menos nós os homens), mas preferimos assistir do que vivê-la. Quantos de nós lemos autobiografias de heróis ou mártires da fé e ficamos apenas com a ideia “quem me dera que eu também vivesse isto”, ou ainda, contamos testemunhos a respeito desses irmãos do passado para motivar a nossa pregação quando, na verdade, estamos a milhares de distância no que diz respeito a torná-lo práctico em nossa própria vida? Sonhamos muito, mas não estamos dispostos a viver tais sonhos pois ficamos cegos ao nos apercebermos do preço a pagar.

Homens, quando é que largarão o remoto e controlo, escolher Deus e lutar a favor das vossas famílias? Largue o celular, segue na espada, e lute pelo seu casamento…pode ser que seja tempo de parar de ler este artigo. Talvez já leu bastante; pare de ler, assistir, falar, ver o Facebook, e/ou jogar –  é tempo para acção.

No retrato que lemos anteriormente, Eli não era o único passivo pois os seus filhos fazem parte da lista. Estes não se importavam com Deus e muito menos as coisas relacionadas a Ele.

A passividade busca por corta-matos, por vigarices, por voltas ao contrário a uma acção imediata vai directo ao destino. A passividade busca por caminhos com menos resistência – o caminho largo. Acção imediata busca pelo caminho da justiça – o caminho estreito.

A passividade opta por cabular, enganar. A acção opta por mudanças. A passividade diz, “Tudo depois vai resolver-se por si mesmo.” Enquanto a acção diz, “Será algum esforço.” A passividade diz, “Qual é o mínimo que posso retirar disto?” A acção diz, “O que necessita ser feito?”

O filho pródigo finalmente optou pelo mais difícil. Ele agiu, rejeitou a passividade, elaborou um plano e seguiu-o. A acção pode simples ou mesmo difícil.

O que fazer?!

Talvez detectou alguma passividade na sua vida e sabe que precisa mudar e, isto, nem sempre é fácil. Por mais chato ou duro que seja, a verdade é que precisamos obedecer a Deus mesmo quando nao desejamos. Quando obedecemos a Deus sem motivação para fazê-la, os nossos sentimentos eventualmente acabarão por encaixar-se com as nossas acções. As nossas atitudes e emoções acabam por encaixar-se com as nossas acções. Somo chamados a ser obedientes mesmo quando não sentimo-nos dispostos a fazê-lo.

Reveja o seu plano de jogo para mudanças. Talvez tenha feito uma lista quer seja num papel ou na sua mente, e já sabe o que deve mudar. Identifique o primeiro passo, semelhante ao que o filho pródigo fez quando declarou, “vou para casa e direi ao meu pai… ” Ele sabia o que tinha de fazer e, fê-lo. Encontre o seu primeiro passo e aja de acordo ao mesmo agora, mesmo que queira ou não fazê-lo. E poderás descobrir ao longo do caminho, com a ajuda de Deus, acções que pareciam a princípio artificiais podem tornar-se autênticas.

Continua…

Para ler a parte 1 CLIQUE AQUI. 

Para ler a parte 2 CLIQUE AQUI.

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