Archive for February, 2016

29 De Fevereiro

Senhor, que eu torne a ver“, Luc.18:41

O que é que não apenas o perturba, mas faz de si também um perturbador? É sempre algo que você não é capaz de resolver sozinho. “Repreendiam-no para que se calasse… ele, porém, gritava cada vez mais”. Insista na perturbação até ficar face a face com o próprio Senhor Jesus; não queira endeusar o bom-senso de ninguém. E quando Jesus lhe perguntar o que você quer que ele faça por si quanto a essa incrível situação diante da qual se depara, lembre-se de que ele não age pelas vias do bom-senso, mas antes através das sobrenaturais.

Observe como limitamos o Senhor quando recordamos algo que, no nosso passado, desejamos que ele houvesse feito por nós. “Eu sempre batalhei com isso e sempre falhei”. E por causa disso, não lhe pedimos o que queremos, pois pensamos: “Seria ridículo pedir a Deus que fizesse isto por mim, também”. Mas, se se trata duma impossibilidade a seu ver, é exactamente o que terá de lhe vir a pedir. Se não se trata de algo impossível, não chega a ser de facto uma perturbação para si ou para Deus. Deus fará o que for absolutamente impossível para si também.

Aquele homem recuperou a vista. Se há algo realmente impossível para nós é chegarmos a identificar-nos tanto com o Senhor que nada reste da vida antiga que nos impeça de chegar a ele. Mas, ele o fará, se lho pedirmos. Mas, temos que chegar a um ponto onde possamos crer que ele é todo-poderoso. Não é ter fé no que Jesus diz, mas nele. Se nos voltarmos apenas para o que ele diz, nunca teremos dessa fé em nós. Uma vez que vemos Jesus, ele realiza o impossível com a mesma naturalidade com a qual respiramos. A angústia provém da obstinada estupidez de nosso coração. Não queremos crer, não nos queremos afastar da praia da nossa incredulidade; preferimos continuar na preocupação.

 

 

REAVIVAMENTOS

(www.reavivamentos.com)

“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Febrero 29

..Señor, que reciba la vista” Lucas 18:41

¿Existe en tu vida algo que además de ser un disturbio para ti, te convierte en un disturbio para otros? Si es así, siempre se trata de un asunto que tú mismo no puedes manejar. Los que iban delante lo reprendían para que callara; pero el gritaba aún más fuerte… (Lucas 18-39). Persiste en el disturbio hasta que te encuentres cara a cara con el Señor mismo. No hagas del sentido común tu dios. Cuando Jesús nos pregunte qué deseamos que Él haga por nosotros con respecto al problema que estamos enfrentando, recordemos que Él no obra de acuerdo con el sentido común sino en formas sobrenaturales.

Miremos como limitamos al Señor cuando recordamos lo que le hemos permitido hacer por nosotros en el pasado: “Yo siempre fracase en esa área y lo seguiré haciendo”. En consecuencia, no pedimos lo que queremos. Y pensamos: “Es ridículo pedirle a Dios que haga esto”. Debemos pedírselo cuando se trate de una imposibilidad, pues, si no lo es, no existe un verdadero motivo de disturbio. Dios hará lo que es absolutamente imposible.

Este hombre recibió la vista. La mayor imposibilidad para ti es que te identifiques tanto con el Señor que literalmente no quede nada de tu vida antigua. Él lo va hacer, si se lo pides. Pero tienes que llegar al punto de creer que Él es omnipotente. Nuestra fe no puede basarse en lo que Jesús dice sino en Él mismo. Cuando ponemos nuestra mirada sólo en sus palabras, nunca creeremos. Pero cuando lo vemos a Él, las cosas imposibles que hace en nuestras vidas se convierten en algo tan natural como respirar. La agonía que sufrimos es apenas el resultado de la superficialidad intencional de nuestro corazón. No vamos a creer, no vamos a cortar las amarras que aseguran el bote en la playa. Preferimos angustiarnos.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

28 De Fevereiro

Por isso cremos…respondeu-lhes Jesus: Credes agora?” João 16.30,31

Agora cremos. Jesus diz: “Credes agora? Vem a hora em que me deixareis sozinho”. Muitos obreiros cristãos têm deixado Jesus Cristo só e ido trabalhar seguindo um dever ou necessidade oriundos de seu próprio discernimento e não através do Seu mandamento. A razão para isso acontecer é a ausência da vida neles que ressuscitou Jesus. A alma perdeu aquele contacto íntimo com Deus por se estribar em seu próprio entendimento religioso ou outro. Não há pecado nisso, nem a isso está ligada nenhuma punição; mas, quando a pessoa se apercebe o quanto barrou por ele mesmo a sua compreensão sobre Jesus Cristo, criando dentro de si mesmo barreiras de dúvidas, tristezas e dificuldades sem par, tem de voltar cheia de vergonha e contrição e nunca mais tornar a fazer o mesmo.

Precisamos confiar na vida ressurrecta de Jesus Cristo numa dimensão muito maior do que aquilo que fazemos, cultivando aquele hábito de consultá-lo sobre tudo; em vez disso, tomamos nossas decisões baseados só no bom-senso de pedirmos a Deus que as abençoe conforme conhecemos as coisas. Mas, ele não poderá abençoá-las, nunca terá como ou porque o fazer: Isso não bate certo com ele, está fora da realidade que Lhe é comum e muito própria. Se agimos levados pelo mero sentido de dever, estabeleceremos um padrão de vida em conflito com a vida de Jesus Cristo, a qual compete com Ele. Damos uma de “superior”: “Bem: neste assunto devo fazer assim e assim”. Colocamos no trono de Deus o nosso sentido de dever no lugar da vida ressurrecta de Jesus. Não nos foi dito que andemos à luz da consciência ou de um sensacionalismo do dever, mas, que andemos na luz como Deus está na luz. Quando fazemos algo a partir de nosso sentimento de dever, teremos argumentos para justificar o que fazemos e como o fazemos também; quando, porém, o fazemos em obediência ao Senhor, nenhum argumento há que justifique esse tipo de actuação mesquinha; por isso é que o servo de Deus é facilmente ridicularizado.

 

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Febrero 28

…Por eso creemos… ¿Jesús les respondió: ¿Ahora creéis?” Juan 16:30-31

Ahora creemos. Pero Jesús dice: “¿De veras? Llegará el momento en que me dejarán sólo” (ver Juan 16:32). Muchos obreros cristianos han dejado solo a Jesucristo y se han puesto a trabajar por el sentido del deber o porque, de acuerdo con su discernimiento personal, lo perciben como algo necesario. Esto se debe a la ausencia de la vida nueva que Jesús nos dio al resucitar. El alma se ha desviado del contacto íntimo con Dios y se apoya en su propio entendimiento religioso. No es un pecado deliberado y, por lo tanto, no implica un castigo. Pero cuando la persona se da cuenta de la manera en que ha obstruido su entendimiento de Jesucristo y se ha acarreado incertidumbres, penas y dificultades, tiene que regresar con vergüenza y dolor.

Necesitamos depender con mayor profundidad de la vida nueva en Cristo. Debemos buscar continuamente su consejo para todo, en lugar de tomar nuestras propias decisiones racionales y luego pedirle que las bendiga. Él no puede bendecirlas, lo cual no depende de su soberanía, pues esas decisiones están alejadas de la realidad. Si hacemos algo simplemente por el sentido del deber, estamos tratando de vivir según una norma que rivaliza con el Señor Jesucristo. Nos volvemos personas orgullosas y arrogantes porque creemos saber qué hacer en cada situación. Hemos colocado el sentido del deber en el trono en vez de la vida eterna en Cristo. No se nos dice que andemos en la luz de nuestra conciencia o de un sentido del deber, sino que andemos en la luz como Él esta en la luz (1 Juan 1:7). Cuando hacemos algo por el sentido del deber, lo podemos justificar por medio de argumentos. Pero cuando lo hacemos en obediencia al Señor, no puede haber otra explicación, sólo la obediencia. Por esta razón es que a un santo lo pueden ridiculizar tan fácilmente.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

27 De Fevereiro

Onde, pois, tens tu água viva?” João 4.11

“O poço é fundo” e muitíssimo mais fundo do que supunha a mulher samaritana! Imagine as profundezas da natureza humana, da vida humana, pense na profundidade dos “poços” que existem dentro só de si. Será que tem empobrecido o ministério de Jesus ao ponto de ele nada poder fazer quanto a isso? Suponhamos que em seu coração existe um profundíssimo abismo de perturbação e Jesus chega e diz: “Não se turbe o vosso coração”; e você encolhe os ombros e responde: “Mas, Senhor, o poço é fundo; não podes tirar dele serenidade e consolo?” Não, porque ele os trará desde lá de cima. Jesus não tira coisa alguma dos poços da natureza humana. Limitamos em muito o Santo de Israel, ao nos vangloriarmos do passado para lembrar o que lhe permitiríamos fazer por nós ou não e concluímos: “É claro que não posso querer que Deus faça isso desse jeito”. Aquilo que foge ao domínio do poder de Deus é exactamente o que nós, seus discípulos, deveríamos crer que ele pode fazer. Empobrecemos o ministério dele quando esquecemos que ele é o todo-poderoso; o empobrecimento está em nós, não nele.

Recorremos a Jesus como o Consolador ou como o Senhor compassivo, mas não como o Todo-Poderoso. Alguns de nós somos exemplos tão pobres do cristianismo simplesmente porque não temos em Cristo um todo-poderoso em nós. Temos experiências de alguns atributos cristãos, mas, nunca fizemos uma entrega total a Jesus Cristo como ele é. Empobrecemos o seu ministério quando, em circunstâncias difíceis, dizemos: “Claro que ele não pode fazer nada por mim” e lutamos para atingir o fundo do poço na tentativa de retirar nós mesmos daquela água que só ele tem como dar. Tenhamos cuidado com a sensação de alívio que dá em desistir de tudo e dizer: “É impossível”. Sabemos que, se olharmos para Jesus, é possível. O poço de nossa imperfeição é fundo, claro, mas não desistamos e busquemos ao Senhor tal qual ele é – ainda.

 

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Febrero 27

¿De dónde, pues, tienes el agua viva?” Juan 4:11

El pozo es hondo, ¡muchísimo más hondo de lo que la mujer samaritana entendía! (Ver Juan 4). Considera las profundidades de la naturaleza humana y de la vida del hombre, piensa en las aguas profundas de los “pozos” que hay en ti. ¿Has estado limitando o empobreciendo el ministerio de Jesús hasta el punto de que Él no puede obrar en tu vida? Imagínate que dentro de tu corazón hay un pozo profundo de dolor e inquietud, y que Jesús se acerca y te dice: No se turbe vuestro corazón… (Juan 14:1). Entonces, tú te encoges de hombros y le contestas: “Pero, Señor, el pozo es demasiado profundo y ni siquiera Tú puedes sacar tranquilidad y consuelo de él”. Es verdad, Él los trae de lo alto, Jesús no saca nada de los pozos de la naturaleza humana. Cuando nosotros únicamente recordamos lo que le hemos permitido hacer al Santo de Israel en nuestra vida, entonces lo limitamos. También lo hacemos al decir: “Por supuesto, no puedo contar con que Dios va a hacer esto en particular”. Aquello que pone a prueba su omnipotencia es lo mismo que nosotros como discípulos de Jesús deberíamos creer que Él hará. Empobrecemos y debilitamos su ministerio en nosotros cuando olvidamos que Él es omnipotente; el empobrecimiento está en nosotros, no en Él. Acudimos a Jesús como nuestro consolador o nuestro Dios compasivo, pero no queremos acercarnos a Él como nuestro Todopoderoso Dios. Algunos de nosotros somos ejemplos muy pobres del cristianismo porque no hemos logrado reconocer que Cristo es omnipotente. Contamos con cualidades y experiencias cristianas, pero no hay entrega ni rendición a Jesucristo. Al enfrentarnos a circunstancias difíciles, empobrecemos su ministerio declarando: “Por supuesto, Él no puede hacer nada al respecto”. Entonces, luchamos por alcanzar el fondo de nuestro gozo y tratamos de conseguir el agua por nuestros propios medios. Cuídate de la gratificación de volverte a hundir y afirmar: “¡No se puede hacer!” Tú sabes que es posible, si miras a Jesús. El pozo de tu limitación es hondo, pero haz el esfuerzo de apartar la mirada de ti y dirigirla a Él.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

26 De Fevereiro

Senhor, tu não tens com que a tirar“, João 4.11

Já a alguma vez disse para si mesmo: “Impressiono-me muito com as coisas maravilhosas que Deus diz em Sua palavra, mas ele não pode esperar que eu as viva e experimente em minha vida sob todos os aspectos e pormenores dos quais fala!” Quando se trata de encararmos Jesus Cristo à luz de nossos próprios méritos, nossa atitude será sempre a de uma superioridade muito “espiritual”: “Teus ideais são altos e impressionam-nos, mas perante a realidade dos factos não podem ser praticados”. Todos nós pensamos mais ou menos desse jeito sobre Jesus e tudo quanto nos propõe dizendo. Essas apreensões vêem-se nas perguntas levianas que os outros nos fazem quando falamos sobre nosso relacionamento com Deus: “Onde vai arrumar todo esse dinheiro para seu sustento?” “Quem vai sustentá-lo? Como irá viver confiando em Jesus?” O cúmulo de todas as nossas apreensões será quando afirmarmos ou pensarmos que nossas circunstâncias são um tanto ou quanto impossíveis para ser ele a resolvê-las. É muito fácil dizer: “Confiai no Senhor”, mas precisamos é viver. “Jesus não tem com que tirar água dum poço, não dispõe de qualquer meio para providenciar-nos tais coisas”. Cuidado com essa atitude e concepção falsamente espiritual que se expressa deste jeito: “Não tenho alguma apreensão quanto a Jesus, apenas tenho no tocante a mim, porque eu sou falho”. Nenhum de nós tem apreensões sobre si  mesmo; é que sabemos, na verdade, que falamos desse modo apenas porque sabemos do que somos capazes ou não de fazer; nossas apreensões estão relacionadas a uma ideia sobre Jesus através de nosso orgulho muito próprio, pois ficamos como que ofendidos mediante o facto de ele ter como fazer o que nós não conseguiríamos.

As nossas apreensões surgem sempre que decidimos esquadrinhar-nos a ver como Cristo conseguirá fazer determinada coisa. As dúvidas brotam das profundezas da nossa própria inferioridade. Se por acaso tenho como detectar em mim mesmo tais dúvidas, devo fazer por trazê-las à luz e confessá-las uma a uma: “Senhor, duvidei de ti; não acreditei na capacidade que é sempre tua sem o auxílio da minha; não acreditei que teu poder infinito pudesse realizar, independente da minha capacidade limitativa e de meu entendimento precário de tuas coisas”.

 

 

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Febrero 26

La mujer le dijo: Señor, no tienes con qué sacarla y el pozo es hondo…“, Juan 4:11

“¡Estoy impresionado con las maravillosas verdades de la Palabra de Dios, pero realmente Él no espera que yo las cumpla ni que ponga en practica toda esa cantidad de detalles en mi vida!” ¿Alguna vez has dicho esas palabras? El hecho de enfrentarnos al verdadero valor que le damos a Jesús refleja una superioridad religiosa. Sus ideas nos impresionan y nos parecen elevadas, pero creemos que Él no es realista y que lo que nos dice es impracticable. Cada uno de nosotros pensamos así de Jesús en alguna área de nuestra vida. Estas suspicacias empiezan a surgir cuando le damos cabida a preguntas que desvían nuestra atención de Dios, las cuales surgen mientras estamos hablando de nuestros tratos con Él y los demás nos dicen: “¿De dónde vas a sacar el dinero necesario para vivir? ¿Cómo vas a sobrevivir y quién se encargará de tus necesidades?” O los recelos comienzan en nosotros mismos cuando le decimos a Jesús que nuestro caso es demasiado difícil para Él. Entonces, expresamos: “Es fácil decir ‘confía en el Señor’, pero una persona tiene que comer. Además, Jesús ni siquiera tiene con qué sacar el agua del pozo, y no puede usar nada para darnos lo que necesitamos”. Guárdate del engaño con apariencia de piedad que nos luce decir: “Yo no desconfío de Jesús, sino de mí”. Si somos honestos, admitiremos que nunca hemos sido suspicaces con nosotros mismos porque sabemos exactamente lo que somos capaces e incapaces de hacer; pero sí tenemos recelos con respecto a Jesús. Y nuestro orgullo se hiere con solo pensar que Él puede hacer lo que nosotros no podemos. Mis suspicacias surgen del hecho de que me escudriño a mí mismo para encontrar la manera en que Él va a cumplir lo que dice. Mis dudas se levantan de las profundidades de mi propia inferioridad. Si percibo estos recelos en mi debo exponerlos a la luz y confesar abiertamente: “Señor, he tenido desconfianza. No he creído en tus capacidades, solamente en las mías. No he creído en tu omnipotencia sino en mi limitada comprensión de ella”.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

25 De Fevereiro

Se mais vos amo, serei menos amado?” 2 Cor.12.15

O amor natural espera receber de volta como retribuição, mas Paulo diz: pouco me importa se me amais ou não; estou disposto a despojar-me inteiramente, não apenas por amor a vós, mas para vos poder ganhar para Deus. “Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós”, 2 Cor.8.9. A concepção de serviço que Paulo tinha é em tudo semelhante a esta – não me importo de gastar-me totalmente e ainda o farei com alegria. Isso era seu motivo principal para regozijo.

O conceito eclesiástico sobre o que se é ser como servo de Deus, não é em nada parecido com o de Jesus Cristo; segundo ele, é sendo servos uns dos outros que o servimos. Jesus é mais socialista que os socialistas. Ele diz que, no seu reino, aquele que for o maior será servo de todos, Mat.23:11. A verdadeira prova de cristão não é pregar o evangelho, mas lavar os pés dos discípulos para quem se prega, isto é, fazer aquilo que não conta muito na opinião dos homens, mas que é o que representa tudo para a opinião de Deus. Paulo dedicava-se com deleite a gastar-se pelo interesse que Deus tinha pelas outras pessoas e não se importava com o preço que teria de pagar por isso. Nós não; estamos sempre levando em conta a questão financeira: “Suponhamos que Deus queira que eu vá para lá – e qual será o meu salário? E o clima? Como cuidarão de mim por lá? Temos de pensar nessas coisas, sabes!” Tudo isso é prova de que estamos tentando servir Deus com reservas. O apóstolo Paulo não tinha nenhuma reserva. A vida de Paulo era uma amostra do conceito que Jesus Cristo tinha de um cristão real do Novo Testamento: alguém que não apenas proclamava o evangelho, mas, que se faz “pão partido” e “vinho servido” nas mãos do Senhor Jesus Cristo a favor de todos os que estão por perto.

 

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

 

Febrero 25

…aunque amándoos más, sea amado menos“, 2 Corintios 12:15

El amor natural del ser humano espera ser correspondido, pero Pablo nos está diciendo: “No me importa si me amas o no, de todas maneras estoy dispuesto a privarme completamente de todo, a empobrecerme hasta la miseria, no solo por amor a ustedes sino para que los pueda llevar a Dios”. “Ya conocéis la gracia de nuestro Señor Jesucristo, que por amor a vosotros se hizo pobre siendo rico”, 2 Corintios 8:9. El concepto que tenía Pablo sobre el servicio era similar al de nuestro Señor. Sin importarle qué tan alto fuera el costo para si mismo, él estaba dispuesto a pagarlo con gusto. Y para él era un gozo. La noción que tiene la iglesia institucional sobre un siervo de Dios no es como la de Jesucristo. La idea del Señor es que lo sirvamos a Él siendo siervos de los demás. En realidad, Jesucristo es “más socialista” que los socialistas. Él declaró que en su reino el mayor sería el siervo de todos (Mateo 23:11). La prueba real de un santo no es que predique el evangelio, sino que lave los pies de los discípulos, es decir, que realice aquellas tareas que no tienen importancia según la opinión de la gente, pero que valen todo desde el punto de vista de Dios. Pablo se complacía en gastarse a sí mismo por causa de los intereses de Dios en otras personas, sin importar cuánto le costara. Pero nosotros, antes de servirle nos detenemos a ponderar los intereses personales y financieros. “Supongamos que Dios quiere que me traslade a otro lugar. ¿Qué de mi salario? ¿Cómo es el clima? ¿Quién se encargará de mis necesidades? Uno tiene que pensar en estas cosas”. Todo lo anterior indica que servimos a Dios con restricciones. Pero el apóstol Pablo no tenía ninguna condición ni reserva. Él centro de su vida en el concepto de Jesucristo sobre un santo del Nuevo Testamento: no alguien que simplemente proclama el Evangelio, sino quien se convierte en pan partido y vino derramado en las manos de Jesucristo, por amor a otros.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16