Archive for January, 2016

Enero 30

Samuel… temía contar la Visión a Elí“, 1 Samuel 3:15

Dios nunca nos habla en formas impresionantes y dramáticas, pero sí en modos que fácilmente podemos malinterpretar. Entonces decimos: “Me pregunto si esa es la voz de Dios…” Isaías manifestó que el Señor le habló con mano fuerte, es decir, por la presión de sus circunstancias (Isaías 8:11). Sin la mano soberana del mismo Dios, nada afecta nuestras vidas. ¿Podemos discernir su mano obrando, o percibimos las circunstancias como simples acontecimientos?

Forma el hábito de decir: Habla, Jehová y la vida se volverá un idilio (1 Samuel 3:9). Cada vez que las circunstancias te apremien, di: Habla, SEÑOR y toma tiempo para escuchar. La disciplina es más que un medio de corrección y tiene el propósito de llevarme al punto en que diga: Habla, Jehová. Trae a tu memoria una ocasión cuando Dios te haya hablado. ¿Recuerdas lo que te dijo? ¿Fue Lucas 11:13, 1Tesalonicenses 5:23? A medida que escuchamos, nuestros oídos se vuelven más sensibles y, como Jesús, escucharemos a Dios todo el tiempo.

¿Debo decirle a “mi Elí” lo que el Señor me ha manifestado? Aquí es donde surge el dilema de la obediencia. Desobedecemos a Dios cuando asumimos el rol aficionado de “divinas providencias” y pensamos: “Debo proteger a Elí”, el cual representa a las mejores personas que conocemos. El Señor no le dijo a Samuel que le contara a Elí; él tuvo que decirlo por su cuenta. El mensaje de Dios para ti podría lastimar a “tu Elí” pero tratar de impedir el sufrimiento en la vida de otra persona resulta ser un obstáculo entre tu alma y Dios. Si evitas que a alguien le corten su mano derecha o le saquen su ojo derecho, es por tu cuenta y riesgo (ver Mateo 5:29-30).

Nunca pidas el consejo de alguien con respecto a cualquier cosa sobre la que Dios te haga tomar una decisión delante de Él. Si pides consejo, casi siempre terminarás involucrándote con Satanás. “…No me apresuré a consultar con carne y sangre”, Gálatas 1:16.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

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30 De Janeiro 

Samuel… temia relatar a visão a Eli“, 1 Sam.3.15.

Deus dificilmente nos fala de forma extraordinária; ele usa os módulos mais simples os quais podem facilmente ser mal compreendidos; e então estamos questionando: “Será que é a voz de Deus mesmo?” Isaías disse: O Senhor me falava “tendo forte a mão sobre mim”; ou seja, pela pressão das circunstâncias. Nada perturba mais tocando nossa vida do que o próprio Deus. Será que discernimos a sua mão sobre nós, ou vemos tudo apenas como meras ocorrências?

Cultive esse hábito bendito de poder dizer: “Fala, Senhor”; e toda a sua vida se tornará uma verdadeira história de amor. Sempre que as circunstâncias o pressionarem, permita-se dizer: “Fala, Senhor”; e depois pare para prestar mais atenção. A correcção é mais do que um mecanismo de disciplina; ela visa obrigar-me a dizer: “Fala, Senhor”. Tente também recordar-se de alguma ocasião pela qual Deus lhe falou; será que já se esqueceu do que ele disse? Teria sido em Luc.11.13, ou foi em 1 Tes.5.23? Quando prestamos atenção, nosso ouvido se aguça e, como Jesus, ouvimos Deus incessantemente.

Deverei contar ao meu “Eli” o que Deus me falou? É aí que entra o dilema da obediência. Desobedecemos a Deus fazendo de providência divina muitas vezes. “Preciso proteger e cobrir por Eli”; “Eli” são as pessoas que melhor conhecemos. Deus não ordenou a Samuel que contasse a visão a Eli; ele teve que decidir isso por ele mesmo. O chamamento de Deus dirigido a si poderá vir a magoar o seu “Eli” preferido, mas, caso tente impedir o sofrimento de outrem por sua causa, isso virá a tornar-se um obstáculo à sua alma para com Deus. Se poupar outra pessoa de “amputar a mão direita” ou de “arrancar o olho direito”, também você correrá sérios riscos.

Nunca peça o conselho de outros sobre algo que Deus quer que decida diante dele a sós. Se pedir conselho a outro que não a Ele, quase sempre ficará do lado de Satanás. “Não consultei carne e sangue”, Gal.1:16.

 

 

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Nota: O presente artigo é um ensinamento dado por Derek Prince e publicado na página Arauto da Sua vinda. Achei por bem publicá-lo cá e, espero que seja um canal de Deus para a nossa edificação.

Você quer o melhor de Deus?

Se sua resposta for positiva, a primeira coisa que terá de fazer é decidir totalmente no seu interior que é isto de fato que deseja: o melhor de Deus. Esta é a decisão básica e fundamental. Você precisa querer o melhor de Deus, e terá de decidir que não aceitará nada menos que o melhor de Deus na sua vida. Deus não nos obriga a tomar esta decisão. Depende de nós fazer a escolha…

A coisa mais importante que você pode fazer se quiser o melhor de Deus é meditar na Palavra de Deus. Encha a sua mente com a Palavra de Deus. Dê uma olhada no exemplo de Josué, e nas instruções que o Senhor lhe deu quando estava para levar Israel para sua herança:

Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido” (Js 1.8).

Esta última parte: “farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido“, é o mesmo que dizer “acharás o melhor de Deus”.

Quais são as condições? Há três, e todas se relacionam à Palavra de Deus:

  • A Palavra não deve “se apartar da tua boca” (Edição Revista e Corrigida).
  • Você deve meditar nela de “dia e noite” – o que significa continuamente.
  • Você deve observar “tudo quanto nele está escrito“.

Eu costumo resumir isto em três frases simples. Se você quer o melhor de Deus, se quer fazer prosperar seu caminho, e ser bem-sucedido, estas são as três coisas que deve fazer: pensar a Palavra de Deus, falar a Palavra de Deus, e fazer a Palavra de Deus. Coloquei pensar primeiro, porque se não pensar, nunca poderá realmente falar. Se não pensar e falar, nunca conseguirá fazer. O resultado de fazer os três é sucesso, o melhor de Deus.

Você pode dizer: “Ah, mas isto foi para Josué. Como posso saber que funcionará para mim?” O primeiro Salmo tem uma promessa semelhante, e é para todo aquele que preencher as condições. Inclui a todos. Não importa quem você é; tudo que importa é que você cumpra as condições.

Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

“Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

“Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido” (Sl 1.1-3).

Observe a última frase: “Tudo quanto ele faz será bem-sucedido“. Isto é achar o melhor de Deus; esta é a verdadeira prosperidade. Isto pode aplicar-se a qualquer pessoa que preencher as condições. Há cinco condições: as três primeiras são negativas, ou seja, são coisas que você não deve fazer:

  • Você não deve andar no conselho dos ímpios.
  • Você não deve se deter no caminho dos pecadores.
  • Você não deve se assentar na roda dos escarnecedores.

A questão chave aqui é onde você recebe conselho. Se você recebe o conselho da fonte errada, então toda sua vida dará errado.

Depois das três condições negativas, temos duas positivas:

  • Seu prazer deve estar na lei do Senhor.
  • Você deve meditar na sua lei de dia e de noite.

Observe que as duas condições positivas falam da lei do Senhor, ou seja, da Palavra de Deus. Primeiro, você deve ter prazer na sua lei. Segundo, deve meditar nela de dia e de noite. Observe que outra vez a meditação certa é a chave para o sucesso – meditando na Palavra de Deus de dia e de noite.

Isto não significa apenas dez minutos por dia, lendo a Bíblia; é encher sua mente de tal forma com a Bíblia que ocupe seus pensamentos durante o dia inteiro. Assim estará sempre se alimentando daquilo que é positivo, que inspira sua fé, que edifica. Pensar certo é importante, pois o que você pensa determinará a maneira como vive.

Às vezes falo que a personalidade humana é como um iceberg: sete oitavos estão debaixo da superfície. Muito pouco do iceberg aparece acima da superfície em comparação com o que está debaixo dela. Isto também ocorre com a personalidade humana.

Aquilo que uma pessoa pensa determinará o curso da sua vida. Se você medita nas coisas certas, e vive uma vida certa, então colherá os resultados que Deus prometeu: sucesso e prosperidade – ou seja, o melhor de Deus.

Dê uma olhada a uma passagem do profeta Isaías que confirma que a maneira como pensamos afeta nossa experiência. Deus está falando nesta passagem:

Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor,

“Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.

“Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come,

“Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei” (Is 55.8-11).

Observe como Deus começa com os pensamentos, e como diz que nossos pensamentos, por natureza, não são os seus pensamentos. Como, então, podemos começar a pensar os pensamentos de Deus? Deus dá a resposta nas palavras seguintes. Os caminhos e pensamentos de Deus estão num plano celestial, e nossos caminhos e pensamentos estão num plano terreno, bem abaixo de Deus. Mas a Palavra de Deus traz seus caminhos e pensamentos lá do céu para dentro das nossas vidas e coração, produzindo os resultados que precisamos.

Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.

“Saireis com alegria e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cânticos diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas.

“Em lugar do espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta; e será isto glória para o Senhor e memorial eterno, que jamais será extinto.” (Is 55.11-13).

Este é o resultado da Palavra de Deus descer do céu, entrar no nosso coração, ocupar nossa mente, e substituir nossos caminhos e pensamentos com os caminhos e pensamentos de Deus. A Palavra de Deus traz seus caminhos e pensamentos para dentro do nosso coração e vida. À medida que nossas mentes se encherem com a Palavra de Deus, começamos a pensar os pensamentos de Deus. Nossa vida mental é transformada completamente.

Os resultados estão descritos aqui de forma muito bela:

  • Paz (em paz sereis guiados)
  • Alegria (saireis com alegria)
  • Louvor (até a natureza participará – “as árvores do campo baterão palmas”), e
  • Fecundidade (em lugar do espinheiro e da sarça crescerão o cipreste e a murta).

Isto é o que acontece na nossa vida quando a Palavra de Deus entra e a recebemos e começamos a meditar nela. Nossos próprios caminhos e pensamentos são como o espinheiro e como a sarça; são improdutivos e inúteis. Mas quando são substituídos pela Palavra de Deus, no lugar do espinheiro e da sarça, produzimos o cipreste e a murta.

Quero sugerir-lhe que considere a substituição dos caminhos e dos pensamentos de Deus no lugar dos seus caminhos e pensamentos, como sendo a chave para o sucesso. Você deve cultivar a prática de meditar na Palavra de Deus de dia e de noite. Meditar na Palavra de Deus é aprender a pensar os pensamentos de Deus através de receber sua Palavra no nosso coração e mente.

Não se aparte da tua boca o livro desta lei” (Js 1.8)

 

Fonte: Arauto da Sua vinda, ano 20, número 2

Enero 29

…¿Quién eres, Señor?…Hechos 26:15

29 De Janeiro

Quem és tu. Senhor?” Act.26.15

“Porque assim o Senhor me disse, tendo forte a mão sobre mim”. Não há como escapar quando é o Senhor que nos fala, pois quando ele vem, faz de tudo para consumir toda a nossa atenção. Já alguma vez a voz de Deus lhe falou directamente? Se falou, não há como ter dúvidas, pois, com uma insistência muito íntima, ela usa da linguagem que você melhor entende a nível pessoal e não a que entra através dos ouvidos para sair de novo, mas, antes através da linguagem das suas circunstâncias.

Deus tem que destruir a confiança em nossas próprias convicções a qual, muitas vezes, se torna persistente e teimosa. “Eu sei que é isto o que deveria estar a fazer”. E, de repente, a voz de Deus fala de um modo que nos deixa surpreendidos, revelando aos nossos olhos as profundezas da nossa ignorância. Expomos nossa ignorância em relação a ele através do modo como decidimos servi-lo, pela obstinação. Servimos Jesus impelidos por um espírito que não é próprio n’Ele e o magoamos sempre pelo módulo que empregamos para o defendermos; divulgamos a sua mensagem com o espírito do diabo. Nossas palavras parecem sempre ser as certas, mas, nosso espírito é o espírito do inimigo. “Jesus… os repreendeu e disse: Vós não sabeis de que espírito sois”. O espírito do Senhor que deve instigar todos os representantes dele é o que vem sobejamente descrito em 1 Cor.13.

Estou perseguindo a Jesus com minha determinação zelosa para servi-lo à minha maneira? Se sinto que, ao cair do pano no cumprir do meu dever, eu o feri, posso estar certo de que esse não era o meu dever para aquele dado momento, porque não produziu um espírito manso e humilde nem em mim nem nos outros, mas antes amor-próprio. Imaginamos que tudo quanto é desagradável seja dever! Acaso isso se assemelha ao espírito do Senhor que se expressa assim, “Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu”?

REAVIVAMENTOS

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

28 De Janeiro 

Saulo, Saulo, por que me persegues?” Act.26:14

Será que estou servindo a Deus de forma teimosa, persistente e à minha maneira? Nunca estaremos livres do risco dessa cilada subtil e obreira enquanto não passarmos pela experiência do baptismo do Espírito Santo e com o fogo vindo de Deus. Nossa obstinação e teimosia sempre apunhalarão Jesus Cristo pelas costas. Podem até nem ferir mais ninguém, mas, com certeza que ferirão o seu Espírito. Sempre que nos mostrarmos obstinados e teimosos e apegados às nossas próprias ambições e insinuações, estaremos nas mesmas vias de perseguição a Jesus. Todas as vezes que fincarmos um só pé sobre nossos direitos e insistirmos que é isso que pretendemos fazer, estamos chacinando Jesus. Sempre que nos agarrarmos à nossa dignidade, estaremos invariavelmente a aborrecer e a entristecer o seu Espírito profundamente; e quando nos apercebermos que afinal era a Jesus que estivemos a perseguir o tempo todo, teremos, então, a revelação mais devastadora da nossa existência.

Será que a Palavra de Deus surge, também, como poderosa e penetrante em mim mesmo quando a transmito aos outros, ou a minha vida desmente o que pretendo ensinar? Posso estar a esforçar-me ensinando a santificação e, mesmo assim, exibindo o espírito de Satanás, o espírito que persegue a Jesus Cristo. O Espírito de Jesus só leva em conta e toma conhecimento duma coisa única – daquela união perfeita com o Pai. E ele diz: “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração”. Tudo o que faço deveria fundamentar e manifestar exclusivamente essa mesma união sólida com ele, mas não através duma determinação obstinada de se ser santo. Isso significa que posso até ser prejudicado, ludibriado, ignorado; mas, se a tudo isso me submeto por amor a Jesus Cristo, impeço que ele seja perseguido por mim.

 

 

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Enero 28

Saulo, Saulo, ¿por qué me persigues?” Hechos 26:14

¿Estás empeñado en seguir a Dios a tu manera? Nunca nos libraremos de esta trampa hasta que se nos lleve a la experiencia del bautismo en el Espíritu Santo y fuego (Mateo 3:11). La obstinación y la terquedad siempre lastiman a Jesucristo. Quizás no hieran a nadie más, pero hieren a su Espíritu. Siempre que somos obstinados, voluntariosos y que nos empeñamos en nuestras propias ambiciones, herimos a Jesús. Cada vez que defendemos nuestros derechos y persistimos en que no vamos a ceder, estamos persiguiendo a Jesús. Cada vez que insistimos en nuestra dignidad, estamos contristando y perturbando a su Espíritu de modo sistemático. Y cuando finalmente entendemos que es a Jesús a quien hemos estado persiguiendo todo el tiempo, esto se convierte en la más abrumadora revelación.

¿Es la Palabra de Dios muy penetrante y cortante en mí cuando te la transmito, o mi vida traiciona lo que enseño? Puedo dar lecciones sobre la santificación y, aun así, manifestar el espíritu de Satanás, el mismo espíritu que persigue a Jesucristo. Su Espíritu sólo está consciente de una cosa: la perfecta unidad con el Padre. Él nos dice: “Llevad mi yugo sobre vosotros y aprended de mi; que soy manso y humilde de corazón, y hallaréis descanso para vuestras almas”, Mateo 11:29. Todo lo que hago debería tener como base una perfecta unidad con Él y no la determinación voluntariosa de ser piadoso. Esto implica que las personas fácilmente pueden aprovecharse de mí, pasarse de listas conmigo o ignorarme por completo; pero, si me someto a estas circunstancias por causa de ÉI, impediré que Jesucristo sea perseguido.

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

27 De Janeiro 

Não andeis ansiosos pela vossa vida“, Mat.6.25.

A advertência que necessita de ser reiterada firmemente é a de que os cuidados deste mundo, a ilusão das riquezas, acrescida da cobiça por muitas outras coisas, sufocarão tudo o que Deus semear em nós. Nunca estamos livres do vaivém e dos altos e baixos dessas mesmas interferências. Quando o problema não vem em forma de vestuário ou alimento, virá sob a forma de dinheiro ou da sua falta; de amigos ou da sua ausência; ou de circunstâncias mais difíceis. É uma constante impertinência e, a menos que deixemos que o Espírito de Deus erga seu estandarte em nós mesmos contra todas essas coisas, elas surgirão como uma constante intromissão.

“Não andeis ansiosos pela vossa vida”. Preocupa-te apenas com uma coisa única, diz o Senhor, com o teu relacionamento comigo. Mas, o bom senso grita alto e a bom som, dizendo: “Isso é absurdo; eu necessito de pensar como vou viver, tenho que pensar no quanto vou comer e beber”. Jesus afirma que não – e que não mesmo. Mas tomemos aquele cuidado subtil para não nos deixarmos prender na ideia de que essa afirmação é feita por uma pessoa que não compreende as circunstâncias particulares da vida na qual nos deparamos. Jesus conhece-as por dentro e por fora e diz que não devemos parar para pensar ao ponto de transformá-las numa maior preocupação que a do próprio dia. Sempre que houver uma competição dentro de nós sobre esse mesmo assunto, certifiquemo-nos antes que nos achamos preferencialmente a colocar todo o nosso relacionamento com Deus em dia e no seu devido lugar.

“Basta a cada dia o seu próprio mal”. Quantos males começaram a ser realçados por si só hoje? Quais os diabinhos que fitaram seu semblante a perguntar: “Agora, que é que vais fazer no mês que ainda vem? E no próximo ano?” “Não vos inquieteis”, diz Jesus. Torne e olhe e pense de novo. Fixe sua mente no “quanto mais” do Deus celestial.

 

 

 

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“…Olhos para o cego e pés para o coxo… pai para o orfão e a causa que desconhecia, investiguei…” Jó 29:15,16

Enero 27

…No os angustiéis por vuestra vida…” Mateo 6:25

Una amonestación que resulta necesario repetir es que las preocupaciones de este siglo y el engaño de las riquezas y la codicia de otras cosas, ahogarán la vida de Dios en nosotros (Mateo 13:22). Nunca estamos libres de las repetidas oleadas de esta invasión. Si el ataque no es por la ropa y el alimento, será por el dinero o la falta de él, por amigos o la falta de ellos, o por las circunstancias difíciles. Es una invasión continua y si impedimos que el Espíritu de Dios levante bandera en su contra, estas situaciones entrarán como una inundación.

“Por tanto os digo: No os angustiéis por vuestra vida…”. Nuestro Señor manifiesta que tengamos cuidado de una sola cosa: nuestra relación con Él. Pero, nuestro sentido común grita estrepitosamente y dice: “Eso es absurdo, yo debo pensar en cómo voy a vivir, debo tomar en cuenta que voy a comer y beber”. Pero, Jesús dice que no debemos hacerlo. No nos permitamos creer que Él lo dice sin entender nuestras circunstancias particulares. Jesucristo las conoce mejor que nosotros mismos y Él declara que no debemos pensar en ellas de manera que se conviertan en la preocupación fundamental de nuestra existencia. Siempre que en nuestra vida haya intereses en pugna, asegurémonos de darle prioridad a nuestra relación con Dios.

“…Basta a cada día su propio mal”, Mateo 6:34. ¿Cuánto mal ha empezado a amenazarte en este día? ¿Qué clase de perversos diablillos han estado investigando tu vida y te preguntan por tus planes para el mes entrante o para el próximo año? Jesús nos dice que no nos afanemos por ninguna de esas cosas. Mira de nuevo y piensa. Mantén tus pensamientos en el mucho más de tu Padre celestial, Mateo 6:30.

 

 

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojo… y examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16

Enero 26

Y si a la hierba del campo… Dios la viste así, ¿no hará mucho más a vosotros…?Mateo 6:30

Una afirmación sencilla de Jesús siempre resulta ser un enigma para nosotros, si no somos personas sencillas. ¿Cómo podemos mantener la simplicidad de Jesús para poder entenderlo? Si recibimos su Espíritu, lo reconocemos y confiamos en Él; si lo obedecemos a medida que nos presenta la verdad de su Palabra, entonces la vida se volverá sorprendentemente sencilla. Jesús nos pide que pensemos en que si a la hierba del campo Dios la viste así, ¿no hará mucho más por ti, si mantienes correcta tu relación con Él? Cada vez que retrocedemos en la comunión con Dios es porque irrespetuosamente pensamos saber más que Jesucristo, y hemos dejado que se asienten las preocupaciones de este siglo (Mateo 13:22), mientras que olvidamos el mucho más de nuestro Padre Celestial.

“Mirad las aves del cielo…” (Mateo 6:26): Su función es obedecer los instintos que Dios colocó en ellas, y Él las cuida. Jesús dijo que si tu tienes una relación correcta con Él y le obedeces a su Espíritu que vive en ti, Dios también cuidará tus “plumas”.

“Considerad los lirios del campo…” (Mateo 6:28): Crecen donde están sembrados. Muchos de nosotros nos rehusamos a crecer donde Dios nos siembra y, por consiguiente, no echamos raíces en ninguna parte. Jesús dijo que si obedecemos la vida que Dios nos ha dado, El cuidara de todo lo demás. ¿Mintió Jesucristo? ¿Estamos experimentando el mucho más que nos prometió? Si no es así, se debe a que no estamos obedeciendo la vida dentro de nosotros y porque hemos llenado nuestra mente de preocupaciones y pensamientos confusos. ¿Cuánto tiempo hemos desperdiciado al hacerle a Dios preguntas sin sentido, cuando deberíamos estar completamente libres para concentrarnos en nuestro servicio para Él? La consagración es el acto de separarnos continuamente de todo excepto de aquello para lo cual Dios nos ha llamado. No nos consagramos una sola vez y para siempre, sino que es un proceso permanente ¿Nos estamos separando y mirando a Dios cada día de nuestra vida?

AVIVAMIENTOS

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“…Ojos era yo para el ciego, y pies para el cojoy examinaba la causa que no conocía“, Job 29:15,16