Archive for April, 2015

ehe~ my God is good oh!

ehe~ my God is good oh!皆ありがとう!
Bless the Lord, O my soul
O my soul
Worship His holy name
Sing like never before
O my soul
I’ll worship Your holy name

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42 And they devoted themselves to the apostles’ teaching and the fellowship, to the breaking of bread and the prayers. 43 And awe came upon every soul, and many wonders and signs were being done through the apostles. 44 And all who believed were together and had all things in common. 45 And they were selling their possessions and belongings and distributing the proceeds to all, as any had need. 46 And day by day, attending the temple together and breaking bread in their homes, they received their food with glad and generous hearts, 47 praising God and having favor with all the people. And the Lord added to their number day by day those who were being saved. Acts 2:42-47 (ESV)

On April 16th, 1963 Martin Luther King Jr. in his “Letter from Birmingham Jail” presented the early Christians as people convicted to be “a colony of heaven” and had to obey God rather than man. They were small in number but big in commitment… a God-intoxicated people.

As I was listening to this great audiobook by Mission Audio and read by Dion Graham, I began thinking of the early Church. So, I just want to share here some few lessons I learned from my reflection on their commitment to the Lord.

The book of Acts introduces us the early Christians, a small number of Christians at the beginning whose life impacted other people’s lives and, undoubtedly, we’re also a result of their commitment to the Lord.

What exactly is commitment?

According to the Concise Oxford English Dictionary (2002), it is the state or quality of being dedicated to a cause or policy; an engagement or obligation that restricts freedom of action.

These Christians were committed:

  • To God in all: God deserved all the glory in their lives and through their lives. Galatians 2:20.
  • To heaven’s principles just as MLK defines them “a colony of heaven”; sojourners on earth, 1 Peter 2:11 and citizens of Heaven, Philippians 3:20.
  • To the Word of God (they were hungry for the Word of God): “they devoted themselves to the apostles’ teaching… and day by day, attending the temple together…” Acts 2:42,46
  • In prayer: “they devoted themselves… prayers.” Acts 2:42
  • In the fear of the Lord: “and awe came upon every soul…” Acts 2:43
  • In love and unity: “…all were together…things in common… attending the temple together…” Acts 2:44-46
  • With glad and generous hearts:… they received their food with glad and generous hearts.” Acts 2:46
  • In praising God despite the persecution: “praising God…” Acts 2:47

We’ve to be honest in recognizing the huge difference between these Christians and the modern church.

Small in number tells me about the country where I’m based, no more than 2% of Christians live here, we still have to strengthen the second part, big in commitment. However, this big in commitment is still a problem even for those countries with a large number of Christians specially nowadays when apostasy, heresies, atheism, etc. are increasing.

Let’s follow these brothers and commit ourselves to the Lord.

«Não se preocupem em juntar riquezas neste mundo, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões assaltam e roubam. Preocupem-se antes em juntar riquezas no céu, onde não há traça nem ferrugem para as destruir, nem ladrões para assaltar e roubar. Onde estiver a vossa riqueza, aí estará o vosso coração.» Mateus 6:19-21 (BSP)

Esta semana recebi uma mensagem da minha irmã informando-me do passamento físico de um primo (“irmão” em vez de primo, assim é que está certo seguindo o rigor da cultura Africana), que foi assassinado por um “amigo” seu; espera aí, amigo que mata amigo é amigo desde quando? amigo não é aquele que dá a sua vida pelo amigo? ou estava possesso por algum espírito imundo? Não o digo por tratar-se do meu irmão mas, honestamente, senti compaixão por este jovem que precisa e muito de libertação.

Apesar da perda física o que mais me abalou é o facto de não ter certeza se o meu irmão já conhecia a Cristo como seu Senhor e Salvador pois não me recordo de alguma vez (que foram tão poucas) ter-lhe falado do Mestre e do seu sacrifício na Cruz. Desconheço as reais razões que produziram a briga para que o seu camarada se apodera-se de uma faca e o espeta-se ao peito do meu irmão mas, me preocupo e me entristeço pela triste forma como temos partido do tempo para a eternidade. Imagina alguém que pela manhã acordou tão bem, sem alguma queixa e no final do dia deve ser transportado para a casa mortuária e voltar para algumas horas a residência numa urna?

Este cenário levou-me, mais uma vez, a encarar a existência da eternidade que pode começar num abrir e fechar de olhos; da responsabilidade que tenho como Cristão de despertar aqueles que dormem sobre a triste realidade de começar a eternidade sem preparo. O tempo parece ser longo mas, na verdade, é tão ínfimo; levamos 9 mesês (alguns menos do que isto) no ventre das nossas queridas mães para começarmos a jornada no tempo que parece ser longo pois são os votos que todos desejam a nós mas, quando encaramos os factos nos apercebemos que não é tão longo como pensavamos pois pode terminar a qualquer instante e tão logo que isto aconteça, saímos do tempo e estamos diante da eternidade onde jã não há remorsos, arrependimentos ou desculpas por qualquer erro cometido no tempo, é super tarde para tal.

A eternidade constroi-se no tempo, a medida que dámos espaço central, em nossas vidas, àquele que é Senhor tanto do tempo como da eternidade herdámos a eternidade tal como foi projetado para nós. Jesus deixou claro que os bancos do tempo não possuem cofres seguros para guardarmos os nossos tesouros. Que tesouros temos reservado para a eternidade? Parece que estamos super interessados nos nossos tesouros terrestres, formação, emprego, propriedades, etc o que em si só não está errado mas, acabamos esquecendo da realidade que tais tesouros são passageiros, que o tempo termina e a eternidade é o lado oposto. Viver os princípios de Deus durante o meu tempo terreno me dará direito de usufruir os tesouros eternos, tesouros cuja preservação está isenta de ferrugem, da traça e mais, ladrão algum tem poder em tocar.

Neste artigo, tenho em mente dois tipos de leitores, nomeadamente: os que se esforçam em reservar tesouros na eternidade mas, algumas vezes no tempo distraem-se em viver de acordo aos princípios divinos como se tivessem algum mandamento opcional na Palavra de Deus e; aqueles que vivem relaxados no tempo como se tudo começasse e terminasse aqui, no tempo, sem dar espaço ao Eterno Deus.

A nossa eternidade começa no tempo pois é no tempo que aprouve a Deus esmagar o seu unigênito Filho na Cruz para redimir a humanidade e, consequentemente este tem acesso aos tesouros eternos; no seu tempo, aqueles que ouviram Pedro pregar na festa de Pentecoste ficaram comovidos com o que ouviam e perguntaram:«Irmãos, que devemos fazer?» Atos 2:37 (BSP); a continuação do texto mostra que muitos deles arrependeram-se e consequentemente, as suas contas bancárias na eternidade foram abertas; durante o tempo, os quatro leprosos, quatro homens inválidos de Samaria, livraram Israel ao aperceberem-se do pecado que cometiam em ocultar as Boas Novas, simplesmente decidiram fazer história em vez de contá-la: «Não estamos a proceder bem! Temos hoje boas notícias e ficámos calados. Se esperarmos pela manhã para dar a notícia, Deus vai castigar-nos. Vamos informar o palácio real.» 2 Reis 7:9 (BSP)…estes homens eram verdadeiros sócios de Deus. Sejamos nós também assim.

Preocupemo-nos com as questões da eternidade e façamos história no tempo.

El Predicador

He could hear the crowds screaming
“crucify” “crucify”…
He could hear the hatred in their voices,
These were His chosen people.
He loved them,
and they were going to crucify Him.
He was beaten, bleeding and weakened…
His heart was broken,
But still He walked.

He could see the crowd as
He came from the palace.
He knew each of the faces so well.
He had created them.
He knew every smile, laugh, and shed tear,
But now they were contorted with rage and anger…
His heart broke,
But still He walked.

Was He scared?
You and I would have been so His humanness
would have mandated that He was.
He felt alone.
His disciples had left,
denied, and even betrayed Him.
He searched the crowd for a loving face
and He saw very few.
Then He turned His eyes
to the only one that mattered
And He knew that He would never be alone.
He looked back at the crowd,
at the people who were spitting At Him,
throwing rocks at Him and mocking Him
and he knew That because of Him,
they would never be alone.
So for them, He walked.

The sounds of the hammer striking the spikes
echoed through the crowd.
The sounds of His cries echoed even louder,
the cheers of the crowd,
as His hands and feet Were nailed to the cross,
intensified with each blow.
Loudest of all was the still small voice
inside his Heart that whispered
“WHY HAVE YOU FORSAKEN ME”,
And God’s heart broke.
He had let His Son walk.

Jesus could have asked God to end his suffering,
But instead He asked God to forgive.
Not to forgive Him,
but to forgive the ones who were persecuting Him.
As He hung on that cross,
dying an unimaginable death,
He looked out and saw,
not only the faces in the crowd,
But also, the face of every person yet to be,
And His heart filled with love.
As His body was dying,
His heart was alive.
Alive with the limitless,
unconditional love He feels for each of us.
That is why He walked.

When I forget how much My God loves me,
I remember His walk.
When I wonder if I can be forgiven,
I remember His walk.
When I need reminded of how to live like Christ,
I think of His walk.
And to show Him how much I love Him,
I wake up each morning,
turn my eyes to Him,
And I walk.

By Pastor Paul & Mercy Ciniraj
@http://pciniraj.wordpress.com