Archive for January, 2015

Quem fala por traz de seu vizinho é inquestionavelmente sempre alguém que não sabe, não quer, nunca deseja repreender esse vizinho em seus pecados da maneira certa e mais curta. É um cobarde que não teme pela vida do próximo. Daí que lemos como Deus junta as duas coisas num só texto da Bíblia. Ele diz assim: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo (…) Eu sou o Senhor (…) não deixarás de repreender o teu próximo e não levarás sobre ti pecado por causa dele”. Lev.19:16,17. Por norma, as pessoas preferem levar o pecado do mexerico e da má-língua sobre eles mesmos em vez de serem sábios o suficiente para ter como e por que repreender seu próximo em seu pecado com intenção de salvá-lo. – Jose Mateus

Meditações de Oswald Chambers

“Fomos, pois, sepultados com ele… para que… assim, também, andemos nós em novidade de vida”, Rom.6.4.

Ninguém entra numa experiência de total santificação sem antes passar por um “enterro espiritual” – o funeral da velha vida. A menos que essa “morte” ocorra, a santificação não deixará de ser um anseio. É preciso que haja esse enterro, essa morte, que tem um único tipo de ressurreição – um ressurgimento com a vida de Jesus Cristo. Nada pode perturbar essa vida; é uma vida com Deus a qual tem um único objectivo a alcançar: ser feito testemunha dele.

Já encerrou sua vida própria? Do ponto de vista do sentimento, certamente isso já deve ter acontecido várias vezes, mas terá realmente exterminado essa vida muito própria? Você não pode ir ao seu enterro apenas pelo sentimento, nem morrer só de sentimento. Morrer significa parar de existir. Você concorda com Deus em parar de ser o tipo de cristão esforçado e zeloso que tem sido? Ficamos rondando o cemitério, mas recusamo-nos a morrer uma vez após outra. Não se trata de esforçarmo-nos para chegar e ver a morte, mas de morrer – de sermos “baptizados na sua morte” de facto.

Já presenciou o seu “enterro espiritual”, ou continua ainda a enganar-se a si mesmo? Lembra-se especificamente do dia que ficou marcado como o último da sua própria vida, um marco ao qual a memória retorna com humilde e grata satisfação: “Sim, foi ali, naquele “enterro espiritual”, que alcancei um acordo solene com Deus”?

“Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação”. Quando percebemos qual é a vontade de Deus, entramos na santificação de maneira naturalíssima, a meu ver. Está disposto a presenciar esse seu “enterro espiritual” agora? Considerar este como o seu último dia na terra, conforme é também o desejo dele? Apenas você decide o momento desse acordo.

Fonte: José Mateus, @ http://www.reavivamentos.com

Source: Verge Network